domingo, 1 de junho de 2014

FOI PEQUENO PLACAR - FLA TEVE CAIXA PRA LEVAR DE OITO, MAS CRUZEIRO FICOU COM PENA DELE E JOGOU SÓ UM TEMPO

O Cruzeiro deu um passeio no Flamengo. Fez 3 a 0 no primeiro tempo e se não fosse o goleiro rubro-negro Paulo Vitor teria marcado mais duas vezes no segundo tempo, numa cabeçada de Ricardo Goulart e num chutaço de Henrique. O goleiro Fábio assistiu à partida de camarote, e em momento algum foi incomodado. Apesar de diminuir o ritmo na fase final, e das alterações processadas por Marcelo Pacote Oliveira e da ruindade dos cariocas, os azuis fizeram a sua melhor apresentação no Campeonato Brasileiro.

A meta da Comissão técnica foi atingida com 19 pontos ganhos e a liderança isolada mantida antes da paralisação do Brasileiro por causa da Copa do Mundo. Os jogadores terão 14 dias de férias e depois o Cruzeiro excursiona pelos Estados Unidos, numa intertemporada e volta a jogar na competição nacional dia 17 de julho contra o Vitória da Bahia. O Cruzeiro tem a persegui-lo com 16 pontos Fluminense, Corinthians, São Paulo e Internacional.  

MASSACRE OFICIAL

O massacre cruzeirense foi tão destacado que o diretor de futebol rubro-negro, Felipe Ximenes, resumiu tudo numa só frase: - Levamos de três, mas era para levar de oito - gritou Ximenes no vestiário.

GRANDES DESTAQUES

Ricardo Goulart, autor do primeiro gol; Everton Ribeiro, do segundo, e Henrique que tomou conta do meio-campo foram os maiores destaques. A dupla RG/ER voltou a funcionar como em 2013. Tabelas rápidas e decisivas. O terceiro gol foi de Borges, no rebote de um chute de RG.

OUTRAS PERSONAGENS

Mais comedidos no ataque, Egídio e Maike estiveram bem. Nilton botou mais volume no meio-campo ao lado de Henrique. Gostei da movimentação de Marlone que, aos poucos, chega perto de sua fase no Vasco. O garoto Elber, fora do time há tempo, apareceu com vontade.

D´ALESSANDRO INSPIRA


No final do domingo, vi Fluminense 1 x 1 Internacional só pra comparar Conca e D´Alessandro, ambos argentinos. O craque colorado enche os olhos, bem melhor. Não se define no gramado, busca os espaços, chama o jogo pra sim e joga numa simplicidade de fazer inveja.  Ainda bem que a Seleção Argentina não gosta dele.

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