segunda-feira, 30 de junho de 2014

NEM CALOR, NEM SECAÇÃO DERAM JEITO NA FRANÇA. VENCEU A NIGÉRIA E FOI PRAS QUARTAS DE FINAL.


O calor danado que fazia em Brasília, com a umidade de 30%, baixa portanto, passava a impressão de que a França pararia diante da Nigéria acostumada com tudo isso. O Estádio Mané Garrincha tinha público de 67.882 e, claro, a grande maioria de brasileiros, visivelmente hostis aos franceses por causa das derrotas que os impuseram em 86, 98 e 2006. Do meu sofá, num ambiente resfriado naturalmente pelas correntes que descem da Serra do Curral e invadem meu apê na comunidade do Santo Antônio, eu, também, era nigeriano desde menino.  Teve jeito não: a equipe treinada pelo campeão mundial Didier Deschamps venceu por 2 x 0.

Sem se importar com o favoritismo dos Bleus, as águias africanas começaram a partida tocando bem a bola e criaram a primeira chance de gol. Aos 18 minutos, Ahmed Musa cruzou pela esquerda para Emmanuel Emineke escorar para dentro da meta do goleiro Hugo Lloris. Porém, o lance foi corretamente anulado, pois o jogador africano estava em posição de impedimento.
No segundo tempo, as duas equipes voltaram com muita vontade, querendo decidir o jogo sem passar pelo drama dos acréscimos ou pênaltis. Desanimei ao ver o goleiro Eneyama, muito bom e pegando tudo falhar numa saída do gol, na bola cruzada da esquerda.Deu apenas um tapinha e a jogou na cabeça do marrento Paulo Pogba, que de cabeça, marcou 1 a 0. Aos 45m fatura liquidada numa jogada do excelenta Valbuena, que os narradores chamavam de Valbuená, e que o zagueiro Yobs marcou contra. Nossa vingança ficou pra depois, quem sabe na partida final.


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