quinta-feira, 24 de julho de 2014

ESTE É O URSO BRAVO QUE EU CONHEÇO



Pra não perder o costume e nem os detalhes, porque não ouvi a entrevista da à Rádio Itatiaia, apenas a li esta manha no site do Superesportes peço licença aos jornalistas donos da informação, que considero condizente com o perfil do Presidente do Atlético, Alexandre Kalil.(foto)
Naquele terreiro ali manda ele. Sempre foi assim e sempre será. Espero que seu substituto em dezembro mantenha o mesmo posicionamento. Sapo de fora não coacha no terreiro do Galo. Caso se meta a fogueteiro, o Urso Bravo logo o devora.

Diz a matéria do Superesportes: "O posicionamento dos sócios do Galo na Veia Black no Mineirão, durante a decisão da Recopa Sul-Americana, gerou reclamação dos torcedores. Localizados na área normalmente ocupada pelos visitantes, em direção a uma das bandeirinhas de escanteio, os associados protestaram. As queixas, entretanto, não foram bem recebidas pelo presidente Alexandre Kalil.
O mandatário atleticano chegou a cogitar o encerramento do programa Galo na Veia. “Fico muito triste. Honestamente, acho que isso deve acabar. Acho que o Galo na Veia deve acabar. Houve uma época que tinha uma associação que se achava dona do Atlético. Agora dão 500 mil réis, sei lá quanto, uma merreca. Eles ficaram no chiqueirinho porque o Galo na Veia diminuiu. Vou colocar eles onde? Num lugar no meio do campo, para 8 mil pessoas? Fiquei muito triste. Não gosto de ser agredido de longe, fiquei muito ofendido. Não gostei, porque a gente faz um sacrífico desgraçado para dar alegria a esse torcida”, afirmou, em entrevista à rádio Itatiaia.
Segundo Kalil, ele esteve posicionado próximo a esses sócios, que o agrediram. “Fui agredido verbalmente por eles, violentamente. Eu estava lá, era meu lugar. Não serve para eles, mas serve para o presidente, para o filho do presidente, para a mulher do presidente. Era o meu lugar, a diferença era só de dois metros. Não tinha ninguém em 'chiqueirinho' atrás do gol, é mentira. Eu assisti ao jogo do vestiário, mas meus filhos assistiram lá. O lugar é tão ruim que o presidente e a família dele assistiram de lá. Por isso que me agrediram. Eu fui agredido verbalmente”, disse.
Após a última renovação, o associado do Galo na Veia Black paga R$ 2.700 à vista, ou R$ 4.000 parcelados em 12 vezes. Os sócios dessa categoria têm acesso a todos os jogos do Atlético como mandante.
Na quarta-feira, 54.786 pessoas pagaram para assistir à vitória do Atlético sobre o Lanús, por 4 a 3. A decisão da Recopa Sul-Americana gerou renda de R$ 5.732.930,00. Depois de criticar os associados, o presidente do Atlético agradeceu àqueles que pagaram ingressos de R$ 100 ou R$ 200. “Tira esses dois mil de Galo na Veia, vieram 53 mil atleticanos urrando, gritando, enfrentando fila e pagando. É a esses que quero agradecer”, comentou.

CHATO E NOJENTO, MAS TRABALHADOR E COMPETENTE

Na entrevista  à Fox Esportes, Kalil, ao vivo, abraçou Levir Culpi e disse: " Conheço ele muito bem, é muito chato, muito nojento, mas muito trabalhador, muito competente e muito honesto”. Exatamente o que muita gente gostaria de dizer, no mesmo tom carinhoso ao enigmático Levir Culpi. Nós já tivemos nossos pegas ao vivo na época em que o Minas Esporte era o Minas Esportes e a Band era a Band em BH, liderança total. Não o vejo há anos e não sei como seria o relacionamento de agora que já estamos velhos.

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