quinta-feira, 4 de setembro de 2014

GALO TÁ NAS QUARTAS DE FINAL DA COPA DO BRASIL. BASTOU UM TEMPO PRA TIRAR PALMEIRAS


 Superesportes/EM

O Galo vai enfrentar outro paulista na sequência da Copa do Brasil: pega o Corinthians que eliminou o Bragantino. O time de Levir Culpi, mesmo desfalcado de vários titulares, venceu o Palmeiras que agora será de Dorival Júnior por 2 a 0, no Horto. Os gols foram de Jemerson, escorando de cabeça uma cobrança de escanteio de Dátolo, e o outro de Luan, quatro minutos depois e ambos no primeiro tempo.
Na fase final, o jogo descambou pra violência por parte do Palmeiras, sob o olhar complacente do catarinense Paulo Henrique de Godoy Bezerra, outro soprador de apito, que, graças a Deus, está perto da aposentadoria. Aos 44m do segundo tempo, ele não viu o pênalti claríssimo que Juninho cometeu em Alex Silva e um minuto depois expulsou o zagueiro Tóbio por uma entrada covarde no garoto Carlos. Donizete, Rafael Carioca, Dátolo, Léo Dias, Jemerson e Luan estiveram em pé de igualdade como os melhores da partida.
ATLÉTICO - Victor; Alex Silva, Leonardo Silva, Jemerson e Pedro Botelho (Emerson da Conceição); Rafael Carioca, Leandro Donizete, Dátolo (Claudinei) e Luan (Dodô); Carlos e Jô. Técnico: Levir Culpi 
PALMEIRAS - Fábio; Weldinho, Lúcio (Wellington), Tobio (expulso, 46min 2ºT) e Juninho; Renato, Marcelo Oliveira, Allione (Mazinho) e Bruno César (Cristaldo); Diogo e Henrique. Técnico: Alberto Valentim (interino)
Gols: Jemerson, 12min 1ºT; Luan, 16min 1ºT
Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil
Estádio: Independência, em Belo Horizonte
Data e hora: 4 de setembro de 2014
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Bruno Raphael Pires (GO)
Cartão amarelo: Luan, Leonardo Silva, Dátolo (ATL); Lúcio, Diogo, Henrique (PAL)
Cartão vermelho:
Tobio
No domingo, ainda cheio de desfalques por lesões e suspensão, o Galo recebe o Botafogo, no Independência, pela Campeonato Brasileiro
QUAL É A DO DUNGA? Não bastasse aquele "mala" e enrolado pai de Neymar criar clima ruim na concentração da Seleção com entrevistas sem nexo, acusando a Imprensa de perseguir o idolatrado filho dele, o técnico Dunga tirou David Luiz do posto de capitão-substituto ( quando Thiago Silva tá fora ele usa a faixa) pra colocar Neymar Júnior no importante posto. Logo ele, que só lidera batuque na concentração e no gramado não tem nenhuma pinta de capitão. Tudo bem, esperemos os novos ares de Dunga a partir desta sexta-feira quando o Brasil enfrenta a Colômbia, no amistoso em Miami. Quereis saber se vou ver a partida? Talvez, por causa de Tardelli e na expectativa de que Everton Ribeiro e Ricardo Goulart entrem uns cinco minutos pelo menos, coisa que não acredito.
CINCO TITULARES DA COPA - Dunga deve escalar o time que treinou coletivo quarta-feira, preservando cinco titulares do time que fracassou na Copa do Mundo aqui.  A equipe terá Jefferson; Maicon, David Luiz, Miranda e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Ramires, Oscar e William; Diego Tardelli e Neymar.
No treino desta quarta, o treinador fez mais interrupções e corrigiu o posicionamento da defesa e do ataque em vários momentos. Mostrou preocupação com o posicionamento da defesa e pediu velocidade e intensidade nas jogadas ofensivas. Novamente, Dunga fez um treinamento longo, com quase duas horas de duração, uma grande diferença em relação aos treinamentos do período da Copa do Mundo.

ATLETICANO SUGERE ESTÁGIO DE LEVIR COM PACOTE. Tudo bem? Sou atleticano, e gostaria de levantar uma questão que venho observado nos times do Cruzeiro e do Galo. Não sei se já percebeu, mas o Cruzeiro tem feito muitos gols de cabeça. Acredito que de cada 5 gols do Cruzeiro, 3 ou 4 são de cabeça. Além disso, há um revezamento incrível de jogadores nas cabeçadas mortais: ora Dedé, ora Ricardo Goulart, ora Marcelo Moreno, e por aí vai. E sempre com a mesma característica: Everton Ribeiro (na maioria das vezes) cruza, quase que sempre da entrada da grande área, buscando o 2º, 3º ou 4º pau.
E ali já ficam posicionados de 3 a 4 jogadores azuis, aguardando pelo cabeceio fatal.
Chega a impressionar a facilidade que o Cruzeiro tem de fazer gols de cabeça, num futebol tão disputado onde este tipo de gol foi praticamente abolido. 
Para um time fazer gol hoje em dia, é toque para lá, toque para cá, com muita burocracia.
Basta ver como jogam atualmente os times da Europa, que já perto da grande área, dão inúmeros toques na bola antes de mandar para o fundo das redes.
O Cruzeiro apenas levanta a bola e manda para o fundo do gol.
Sabe a quê eu atribuo isto?
Na minha opinião, é uma questão de técnico.
Ao meu ver, isto é treinamento muito bem feito pelo Marcelo Oliveira.
Parece que ele é um daqueles técnicos que fazem o simples.
Ao invés de treinamentos mirabolantes, com implantação de doutrinas à lá Pepe Guardiola, parece que ele retorna às origens do futebol básico.
É claro que o Cruzeiro atual não se resume à isto, tem jogadas de velocidade, toques de bola, muita intensidade e disputa. Mas impressiona esta facilidade nas bolas aéreas. Creio que por méritos do técnico Marcelo Oliveira, que mostra que está treinando muito bem este time. Quanto ao Galo, burocracia é a marca deste time. Não há gols de cabeça. Quando um jogador não decide pelo seu talento individual, o time fica à mercê da falta de gols. Acho que o Levir devia fazer uma reciclagem com o Marcelo Oliveira. Ou voltar às suas origens dos anos de 1994, 1995, quando dirigiu o próprio Atlético. Naquela época, Renaldo deitou e rolou com as bolas aéreas alçadas pelos laterais Paulo Roberto Prestes (1994/1995) e Paulo Roberto Costa (1995).
Acho que vocês comentaristas deviam levantar esta questão.
É algo muito interessante, que deveria ser abordado. Um grande abraço,
William Renato Lopes - Analista de Sistemas B. Céu Azul - BH/MG

TRINCHEIRA: é óbvio que percebi há tempos esta jogada ensaiada do Cruzeiro. Usa bem os laterais e, principalmente, o da direita - o Maike é mortal nos cruzamentos - e a esquerda com Egídio em campo.  A sugestão que vc faz pro Levir Culpi eu não sou louco de fazê-la pessoalmente, porém a deixo transcrita aqui neste meu quintal. 

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