segunda-feira, 24 de novembro de 2014

FINAL DE SEMANA PRA LÁ DE FELIZ: CRUZEIRO BI ANTECIPADO, BOTAFOGO CAI E FORTALECE A SÉRIE E PAUL MAcCARTNEY EMBALA NOSSAS LEMBRANÇAS COM UM ESPETÁCULO MEMORÁVEL.


BRASILIA - Bem que tentaram tirar-me do sério nos dois jogos de sábado. Com o tal de Bassol, soprador de apito carioca, escandalosamente, roubando do Atlético diante do Internacional, dois pênaltis claros. E mais um acréscimo de cinco minutos, incompreendidos visto que o jogo, corrido e disputados não teve tanto tempo a ser recuperado. Resultado: os meninos do Atlético tomaram o gol da derrota (2 a 1) quando faltavam 8 segundos para o término do jogo.  O senhor Bassol foi uma vergonha vista em todo Brasil. Pênalti em Eduardo, no primeiro tempo e de Gilberto, zagueiro colorado, que pra evitar o gol do mesmo Eduardo meteu as duas mãos na boa, na área.

A sina catastrófica do domingo seguia em ritmo de tsunami. Quando a ESPS passou a mostrar imagens do Mineirão vi uma catástrofe. Gramado de péssima qualidade, buracos, áreas importantes transformadas em lamacentos brejos, o campo de jogo impedido da bola rolar normalmente , impedida por imensas poças d'água. O narrador Nilton Leite sentenciava: "E não choveu tão forte assim! Tem algo podre nessa drenagem do Mineirão, renovava e pronta pra Copa do Mundo". Culpa de quem? Da incompetente empresa paulista Minas Arena, presente da Administração Aécio Neves e que continuou dando tombo no governo do professor Anast-Azia , tomo como aquele de R$ 850 milhões por causa da falhas descobertas e recuperadas a toque de caixa com mais uma injeção de dinheiro sem licitação. Sem falar na multa de R$ 1.0000,00 aplicada pelo governo, por fraco desempenho no atendimento ao público e nunca pago. Como será agora o Mineirão, ou Minas Arena, com a questão das chuvas e de seus  problemáticos drenos que envergonharam o estádio mineiro o único a passar por tal vexame no país no futebol.

O Cruzeiro superou tudo isso, a chuva pesada, a marcação forte do Goiás pra chegar a 1 a 0, no primeiro tempo, gol do artilheiro do campeonato. Tomou o empate num belo gol de Samuel no início do segundo tempo. Pressionou à vontade, mandou bola na trave e perdeu boas chances. Mas aqui, até no encharcado Mineirão, os azuis são quase imbatíveis. O Baixinho Everton Ribeiro, de novo o craque da competição, desequilibrou e marcou 2 a 1, de cabeçada. Parte do lado de cá feita, enquanto o São Paulo vencia o Santos por 1 a 0, Não se deve confiar em ninguém.

POIS É, MEU DOMINGO terminaria assim não fosse a movimentação dos Anselmo brasilienses, nativos e agregados em torno do show Paul McCartney – Out There, no Estádio Mané Garrincha. Brasília se infernizou à noite com o espetáculo maravilhoso do ex-Beatle. Nem a chuva torrencial, nem a falta de taxi, nem a falta de estacionamento tirou o humor da agora transformada em súcia da Anselmada. Entre o jogo Cruzeiro x Goiás, um encontro na casa de Rodrigo (meu sobrinho), Bruna – esposa e os filhos Pedro e Rafael, este um ente delicioso que chegou no bico da cegonha otrodia mesmo. Encontro recado, a vinhos e espumantes internacionais, tira-gosto e cachaça várias, cerveja gelada e a famosa quiaba da mana Dodora, divina, comida dos deuses.

Fomos em seguida para o show do Paul, no Mané Garrincha. Matei dois coelhos de uma cajadada só: assistir meu ídolo dos anos 60, lamentando as ausências de John, Ringo e George, mas presentes nas interpretações com Paul, com sua voz aveludada, seu agudo inexplicável. Foram três horas de show direto, mas nas pedidas de volta, Paul veio cantar Hei Jude, Yesterday e no auge na interpretação de Vive e deixe Viver, tem do filme de007 explosões de canhões e uma fumaceira geral assustou e divertiu a plateia de 43 mil. Domingo maluco pra este macaqueiro de Caratinga, que, invés de vibrar, dançar e cantar, ficou emudecido, machucado e chorado de saudade por dentro. Santa Maria do Céu!!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.