segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

CR-7 GANHA PELA TERCEIRA VEZ A BOLA DE OURO


 Lionel Messi, à esquerda, está se tornando eterno vice de Cristiano Ronaldo na disputa da Bola de Ouro da Fifa. 

MSN ESPORTES - Deu o favorito. O português Cristiano Ronaldo recebeu nesta segunda-feira o prêmio Bola de Ouro de melhor jogador do Mundo em 2014. Ele superou nos votos o Lionel Messi e Manuel Neuer. O português ficou com 37,66% contra 15,76% do argentino e 15,72% do alemão. Foi a terceira vez na carreira que o meia-atacante leva o prêmio. Ele já havia vencido em 2008, quando jogava pelo Manchester United, e em 2013, já no Real Madrid. Ronaldo, aliás, é o quinto atleta na história a levar o prêmio ao menos três vezes.Além disso, o camisa 7 se torna o sétimo a faturar a Bola de Ouro duas vezes de forma consecutiva. Antes dele, Messi, Johan Cruyff, Michel Platini, Marco Van Basten, Kevin Keegan e Karl-Heinz Rummenigge também conseguiram o feito

POUCOS ELOGIOS - As mensagens elogiosas são pequena, um tiquinho da nada. Em compensação, mesmo de férias, recebo uma enxurrada de mensagens da turma do senta a pua. Até gosto. Quem critica tem que saber ser criticado. Me chamam de pernóstico, arrogante, cabotino, velho decrépito, cruzeirense, atleticano, americano de araque, garantem que não me lerão mais - porém continuam enviando mensagens - pedem pra eu morrer, e por aí vai... Ligo não. Nos meus tempos de Band e de Record sofri mais agressões verbas e até tentativas de agressões físicas evitadas pelos meus seguranças (da época, claro).  Nos bons tempos de Rádio Guarani era conhecido nessas Geraes toda pelas ondas curtas, 40m, da emissora. Abria a boca e o pessoal reconhecia minha voz. Menos perigo, porque desconheciam a imagem. A coisa foi engrossando quando além da Guarani comecei a aparecer, também, na Itacolomy.

ESCONDIDO NA TRINCHEIRA - Hoje jogo na Trincheira do meu computador. Participo de quando em vez do Zé Lino, na Itatiaia, mas não falo de futebol. Sento a pua no geral. E, por favor, não me convidem pra trabalhar em rádio com transmissões esportivas, obrigação de ir ao Mineirão nos fins de semana; ou ser empregado de televisões, com salários mixurucas e obrigações "mis" como diria Zagallo. Minhas aposentadorias - pequenas, é verdade, viu Pimentel e Dilma Rousseff, mais a mixaria do aluguel da minha casa no Condados, em Lagoa Santa, me bastam. Se não fiquei rico até agora, não ficarei mais a não ser que a bolada a receber da diferença da aposentadoria, em atraso, ganha na Justiça Federal, seja enorme. Ou que o meu Ourocard aconteça.

HILDA FURACÃO MORRE  NUM ASILO

Numa reportagem histórica, Ivan Drumond mostra Hilda Furacão, a verdadeira (foto), não aquela de ficção literária, criada pela fértil imaginação de Roberto Drumond. Eu conhecia parte desta história que me foi narrada por Kafunga e outra parte me foi contada por João Saldanha, numa das folgas da Copa do México, num boteco de brasileiro, enquanto aguardávamos a feijoada servida ali em todo mundial. Também no meu conto publicado no livro "Marias Chuteiras", uso mais a ficção no enredo em que incluo sua vida com Paulinho Valentim, o grande amor da vida dela.  No meu conto, ela dá o tombo em Paulinho e viveria rica nos Estados Unidos. Ivan Drumond descobriu-a num asilo em Buenos Aires, pobre, aos 83 anos e vivendo às custas da municipalidade portenha.  Paulinho morreu em 1984 pobre e doente, mas nunca abandonado pelo Boca Juniores clube onde mais brilhou. Um ídolo que a torcida boquense não esquece.

AO LADO DO AMADO -  No cemitério de Chacaritas, onde Paulinho foi enterrado com pompas e ganhou belo sepulcro,  abriga, também, seu filho com Hilda, Ulisses, morto há alguns anos, de diabetes, e agora recebeu o corpo de Hilda Furacão. Que na realidade não era tão bonita quanto se apregoava os frequentadores do Maravilhoso Hotel, na Guaicurus, mas virava a cabeça dos homens, como virou a de Paulinho, então ponta direita do Atlético.  Seu amor, e o luxo que viveram em Buenos Aires, não evitaram que Paulinho Valentim, casado de papel passado com ela, depois de tirá-la da zona, em Barra do Piraí, cidade natal dele, chegasse ao fundo do poço e perdesse tudo pelos vícios da bebida e do jogo.  Vale a pena ler a reportagem de Ivan Drumond, filho do meu querido e saudoso amigo Felipe Drumond, colega dos tempos de Diários Associados - Itacolomy e Guarani - no site Uai. Repórter quando é bom, vem do ovo, plagiando Fernando Vannuci.

TOMA LÁ, TOMA CÁ - Interessante este ramo da imprensa esportiva rotulado de "especulação", que alguns adoradores da linguagem bem popular, chamam de "chutes". Que Diego Tardelli negocia sua ida para o futebol chinês, a fim de ganhar uma fortuna em dois anos de contrato, no time de Cuca, todo mundo sabe. Ele mesmo disse isso e o Atlético só espera representantes chineses para acertar sua parte na bolada. Afinal, Tardelli tem contrato até o meio do ano.

Por causa disso, o outro lado da lagoa  coloca na mídia amiga que Ricardo Goulart, do Cruzeiro, também está na mira dos chineses. Deram o nome do time de Cuca, mas como este desmentiu, segundo a Rádio Itatiaia, arrumaram outra equipe de nome, igualmente, escalafobético. O presidente do Cruzeiro não sabe, o jogador e sua esposa desconhecem e o empresário, de telefone desligado quando não quer falar nada, desmente. Ah, me esqueci do titulado Diretor de Comunicação do Cruzeiro. De férias, afirmou que não está inteirado do assunto, o que não é nenhuma novidade, visto que ele nunca está inteirado de nada. 

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