sexta-feira, 13 de março de 2015

SEGURA ESSA: LEVIR PODE USAR CÁRDENAS 45 M NESTE DOMINGO NO HORTO CONTRA URT AINDA POR FALTA DE CONFIANÇA NO ATLETA

SÓ LEVIR NÃO SABE - Que o colombiano Cárdenas é bom de bola e leva o jeito ideal pra ocupar a posição de meia atacante no Atlético todo mundo sabe. Todo mundo, não. Exceto o seu técnico Levir Culpi. Perguntado por que deixou Cárdenas no banco o tempo todo em Poços de Caldas, Levir respondeu que, ainda, não tem confiança em escalá-lo por 90 minutos. 

CÁRDENAS EM CAMPO - Isso não passa pela cabeça do torcedor e muito menos pela minha. Levir deixou transparecer que Cárdenas jogará 45m contra a URT e que talvez Maicusuel ( arre!) entre como titular. Com o devido respeito, sei que Levir tem muito mais informações sobre Cárdenas do que este filho de dona Geralda.

PALPITEIRO E CORNETA - Sou palpiteiro e corneta. De Cárdenas o que sei não passa do que já li e vi na televisão. Levir Culpi tem o  dia-a-dia do craque em escautes. Contudo, como jornalista, pitaqueiro e corneteiro, tenho direito de reclamar pra já a presença do bom colombiano naquele time feio do Galo que jogou e foi derrotado pela Caldense, sem direito a choro, nem vela.

TREINAR COM URT - Neste domingo, Levir tem a responsabilidade de acertar de vez seu time contra a URT, no Terreiro do Galo. O time já tem duas derrotas no campeonato e ocupa o quarto lugar. A dureza, realmente, será na próxima quarta-feira, 18, quando joga pela Copa Libertadores da América atrás de uma vaga e em busca da primeira vitória pra deixar a lanterna do Grupo 1.

SORVETE DE JILÓ - Não será uma moleza não e uma derrota significará adeus à competição sulamericana. O Atlético joga contra o Independiente Santa Fé, em Bogotá, na Colômbia. Pior do que isso é sorvete de jiló, com calda de jurubeba.

ATRÁS DA PRIMEIRA - O Cruzeiro, também, corre atrás da primeira vitória na Libertadores, mas antes disso toca sua bolinha e EGURA ESSA: LEVIR PODE USAR CÁRDENAS 45 M NESTE DOMINGO NO HORTO CONTRA URT AINDA POR FALTA DE CONFIANÇA NO ATLETA

SÓ LEVIR NÃO SABE - Que o colombiano Cárdenas é bom de bola e leva o jeito ideal pra ocupar a posição de meia atacante no Atlético todo mundo sabe. Todo mundo, não. Exceto o seu técnico Levir Culpi. Perguntado por que deixou Cárdenas no banco o tempo todo em Poços de Caldas, Levir respondeu que, ainda, não tem confiança em escalá-lo por 90 minutos. 

CÁRDENAS EM CAMPO - Isso não passa pela cabeça do torcedor e muito menos pela minha. Levir deixou transparecer que Cárdenas jogará 45m contra a URT e que talvez Maicusuel ( arre!) entre como titular. Com o devido respeito, sei que Levir tem muito mais informações sobre Cárdenas do que este filho de dona Geralda.

PALPITEIRO E CORNETA - Sou palpiteiro e corneta. De Cárdenas o que sei não passa do que já li e vi na televisão. Levir Culpi tem o  dia-a-dia do craque em escautes. Contudo, como jornalista, pitaqueiro e corneteiro, tenho direito de reclamar pra já a presença do bom colombiano naquele time feio do Galo que jogou e foi derrotado pela Caldense, sem direito a choro, nem vela.

TREINAR COM URT - Neste domingo, Levir tem a responsabilidade de acertar de vez seu time contra a URT, no Terreiro do Galo. O time já tem duas derrotas no campeonato e ocupa o quarto lugar. A dureza, realmente, será na próxima quarta-feira, 18, quando joga pela Copa Libertadores da América atrás de uma vaga e em busca da primeira vitória pra deixar a lanterna do Grupo 1.

SORVETE DE JILÓ - Não será uma moleza não e uma derrota significará adeus à competição sulamericana. O Atlético joga contra o Independiente Santa Fé, em Bogotá, na Colômbia. Pior do que isso é sorvete de jiló, com calda de jurubeba.

ATRÁS DA PRIMEIRA - O Cruzeiro, também, corre atrás da primeira vitória na Libertadores, mas antes disso toca sua bolinha e marca seus gols no Mineiro. Após golear o Villa Nova e segurar a liderança o time de Marcelo Pacote Oliveira tem uma folga até o dia 25, quarta-feira, quando joga contra o Mamoré, no Mineirão.

TÔ NO HORTO - E não tô morto. Bem provável que eu aceite o convite do amigo vizinho, americano, pra acompanhá-lo ao Horto e ver o novo América, ao vivo, contra o Boa Esporte. Já compensa ver de perto o time do Coelho e sua meninada, mas o Boa tá ruim. Corre até risco de descer pra Segunda Divisão.

HORA DA NOVELA -  Só um problema me incomoda: o jogo começa às seis e meia, exatamente no período em que estou preso à série Law & Ord, que é a minha novela. Eu a assisto todos os dias. A pão e vinho. Ou acompanhado de goiabinhas vermelhas de Rio Costa, que aliás andam meio sumidas quando passo por lá. Será a época? Não é por agora o período das chuvas da goiaba?

BAÍA DE HAVANA É INSPIRADORA - Nas ruas de Havana você não topa com vendedor ambulante, nem pedinte. Alguns enrustidos, claro, como em qualquer parte do mundo. Um deles me ofereceu caixas de charutos Monte Cristo ou Cohiba, que não trazia consigo. Eu teria de acompanhá-lo. Despachei-o logo. No hotel, como em outras lojas dos centros comerciais, encontrei charutos, que não fumo, por preços diversos. Sempre quase iguais. Trouxe duas caixinhas, de 10 cigarretes (charutos pequenos) para meus filhos distribuírem com os amigos, nas suas festinhas. Preço: seis cucs cada, ou 30 dólares as duas. 

BELEZA DO MALECON - Fui à Baia de Havana, no Malecon, pra doar seis livros meus à Casa de las Américas. Resolvi sentar-me na praça. Garcia Lorca cujo principal teatro é em sua homenagem escreveu sobre Havana e sua baía: "É uma inspiração". Sem dúvida. Fui rodar mais pela Malecon,  e antes de chegar ao Estreito da Florida, aonde ferve de rapazes da vida fácil, preferi encerrar a caminhada e sentar-me na A Bodeguita del Medio,que,  incrível, estava ainda vazia.
Escolhi a mesa. Havia um som ao vivo. Um trio. Pedi um mojito, guardanapo de papel e peguei na minha mochila minha caneta. Pensei: "Vamos ver se a Baia inspira, realmente". Organizei as primeiras palavras, sem saber se escreveria um conto ou um poema.

"Quando voltar, eu vou ver você.
Quero lhe contar das belezas de Havana
e de Costa Rica, em detalhe.
Mas, por favor, é segredo , por mais vontade tenha,
não espalhe.
É segredo nosso.
Chegarei à sua morada  na rua Q - 03, nº 94,
ao pé do Ficus, e se contenha.
Não ralhe comigo, pois ainda vou estar triste
por sua ausência, menos que alegre por conhecer
o mundo que sonhávamos ver.
Quem sabe terei a revelação que espero de você:
" Mas contar o quê? Se lá estive ao seu lado, também".

Fotos que tirei da Praça da Revolução em Havana, com o meu celular e minha capacidade de fotógrafo_- o trabalho num prédio com o desenho de Che e o Monumento à revolução. Belos locais de visita.



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