sexta-feira, 10 de abril de 2015

GALO E RAPOSA VITORIOSOS ESQUENTAM O CLÁSSICO DE DOMINGO O HORTO


 

CARATINGA - O jogo do Cruzeiro foi mais bonito, porque mais aberto e de menor intensidade física. O do Atlético contra o Independiente de Sá Fé foi mais dramático, mas interrompido, porque a violência campeou solta, protegida por uma arbitragem fraca de um soprador de apito uruguaio. O time colombiano começou primeiro a baixar o cacete com o propósito de intimidar os atleticanos. Coitado!, não sabia de nada. Cutucava onça com vara curta. Pra apenas citar uns nomes, quem tem Léo Silva, Jemerson, Donizete e Pratto mais o baixinho encrenquinha, Luan, não foge do pau. O Galo fez 1 a 0 logo com o garoto Carlos, que aos poucos vai se soltando e acertando a meta adversária, e foi às redes no final com o pé quente Guilherme que entrou pra substituir Luan, com cãibras e mostrou como gosta de fazer gols decisivos na Libertadores.

Quando marcou seu gol, Guilherme aliviou a Massa. Foi uma retribuição ao chamamento dela que no meio do segundo tempo começou a pedir por ele. O meu amigo Mário Sérgio, na FoxSports., ao lado de outro amigão, João Guilherme, dos nossos tempos de Sportv, previu que a entrada de Guilherme seria temerária pelo tempo que ficou parado. Além disso, o Galo já tinha em campo o Dátolo na mesma situação: meia-boca. Não há, realmente, como prever o que um talento, ainda, que em meia-boca, possa fazer em campo. O incrível Guilherme ganhou da zaga adversária em linha, pintou sozinho na cara do goleiro e chutou duas vezes, a última numa indiscutível frieza, pra fazer o placar final de 2 a 0. O Galo, com seis pontos, está de volta outra vez à Libertadores e só depende dele pra ficar.

Agora vamos pro clássico de domingo, primeiro jogo da decisão mineira. Os dois times estão desgastados e não acredito que darão tudo neste jogo. Talvez guardem suas forças pra partida decisiva no Mineirão. O Galo agora não terá eu pitbul Donizete, decisivo na partida desta quarta-feira e até abusou. Saiu premiado, com apenas um cartão amarelo. O mesmo que William, pitbul azul que irá pro clássico. Se ambos fossem pro clássico teríamos um encontro de elefante com rinoceronte. Porém, acredito que os talentos, poucos, de cada lado decidirão o jogo. O Atlético tem menos defeito que o Cruzeiro, mesmo que joguem sem Carlos, Donizete e Luan, os outros saíram baleados na batalha. Como dizem os narradores: trata-se da Libertadores, onde vale tudo, inclusive furar o olho e beber o caldo. Céus!

Sobre o comentário que fiz do Cruzeiro, meu amigo e leitor João Batista, mandou uma colaboração: "o que houve com o Cruzeiro foi o Espírito, amigo, o Espírito. ... Libertadores, mesmo sendo disputa com time sem expressão como o Mineros, que se iguala ou em pouco supera o Tomebense, é outra motivação e o Time estava precisando se reabilitar diante da torcida após o fracasso da derrota no regional. abç." Exatamente como escrevi, JB>

 

 

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