domingo, 26 de abril de 2015

VETERANA ARRANCA EMPATE NO MINEIRÃO DIANTE DO GALO E FICA A OUTRO RESULTADO IGUAL NO JOGO DE VOLTA EM VARGINHA PRA SER CAMPEÃ DE 2015


CARATINGA - O empate de 0 a 0 entre Atlético e Caldense, no primeiro jogo entre eles na decisão do campeonato mineiro de 2015, não teve nada de surpreendente.  Invicta no certame, líder por pontos na fase de classificação, o que lhe deu a vantagem de jogar por dois empates na decisão ou por uma derrota e uma vitória pelo mesmo placar, a Caldense não sofre gols desde o jogo contra o Tupi, válido pela sexta rodada.

 

RODRIGO DESTACA - São oito partidas, ou 756 minutos sem tomar um gol, nos quais o jovem e excelente goleiro Rodrigo participou de sete delas e seu reserva, Neguetti, de uma. Segundo o regulamento, se seguir nessa pegada o time da bela Poços de Caldas ganhará seu o segundo título estadual.

 

BOA SURPRESASe a Caldense não me surpreendeu ao neutralizar o Galo no Mineirão, o público de 53.772 pessoas, o maior do ano até agora, bateu de frente com a minha expectativa. Em 2015, o maior público registrado foi no clássico Cruzeiro 1 x Atlético 2, no segundo jogo da semifinais- 40.364 pagantes.

 

TURMA DE MAMADORES - Neste domingo, foram 53.772 pagantes, 54.629 presentes, e renda de R$ 2.387.910,00, divididos meio a meio com A Garganta Profunda da Minas Arena. Sei que a FMF levou sua parte de sempre – 5% do bruto – mais a Prefeitura, também, a única a cobrar 5% de ISQN sobre jogos de futebol no País e o INSS, cerca de 10% acordados com os clubes.


VEXAME É MAIOR – O empate deste jogo fica longe, ainda, do recorde do novo Mineirão registrado, e pertencente ao vexame brasileiro na Copa do Mundo, diante da Alemanha- a goleada por 7 a 1, nas semifinais do Mundial, e que teve público de 58.141 pessoas. Esses são testemunhas oculares que jamais se esquecerão do novo holocausto imposto pelos alemães ao mundo do futebol. Nós todos ficamos embasbacados com a facilidade dos alemães em passearem pelas avenidas brasileiras.  

 

IMPRESSÃO FINAL – Tive a ligeira impressão de que a turma atleticana jogava com o espírito voltado para o jogo contra o Internacional, na quarta-feira, pela Libertadores, oitavas de final, no Mineirão. Coisa absolutamente normal. Guilherme, por exemplo, foi substituído por causa do jogo de quarta-feira. Sentiu um incômodo fajuto e logo Levir tratou de tirá-lo. E mexeu mal, colocando Thiago Ribeiro, no intervalo, no lugar de Guilherme e deixando Carlos, uma negação. Mesmo que Cárdenas tenha entrado mal no lugar de Carlos, aos 21m do segundo tempo, penso que Levir deveria tê-lo lançado, junto com Thiago Ribeiro, no intervalo.

 

PÉSSIMO ÁRBITRO – No trio de árbitros, o pior foi o baixinho Cleisson Veloso; é fraco mesmo. Seus auxiliares estiveram bem. Márcio Resende de Freitas, pitaqueiro global sobre arbitragem, pegou no pé de Márcio Eustáquio Santiago, que teria errado bastante. De Freitas chiou mais no segundo tempo, quando o referido bandeirinha marcava o ataque do Galo. Aí pesou o coração do comentarista. Guilherme Dias Camilo manteve-se o assistente nota 100, sem erros.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.