domingo, 10 de maio de 2015

DIAS DAS ROSAS, DAS ROSAS MÃES, DAS MAMÃES ROSAS SEM ESPINHO E DE ESPINHOS NA ROTA DOS TIMES MINEIROS, ALGUNS FILHOS DA MÃE


Levir Culpi merece ficar mais um dia com Tetê e Aninha, minhas netinhas, no colo, mais dia.



DIA DAS MÃES ANTECIPADO - Levir Culpi foi uma Mãe madrasta - afinal não era dia do padrasto -  para o Palmeiras, na estreia do Atlético e Verdão no Campeonato Brasileiro neste sábado. Por causa do compromisso contra o Internacional, em Porto Alegre, quarta que vem pela Libertadores, Levir ensaiou ser a mãe do ano, colocando em campo um time totalmente reserva do Galo, apenas com Victor na meta. No mais tinha Patric na direita, Pedro Botelho, na esquerda, Edcarlos no meio, Josué no meio ao lado de Maicosuel, filhos que mãe dá o peito, sonha que serão craques e vive só na esperança.

MENINO DA CRUZ - Mas graças ao bom menino Jesus, esses moços carregaram água para suas mães numa distância invejável e, por isso, conseguiram ganhar dinheiro com o futebol. E alguns foram até campeões. Não é que Culpi, moço vivo, bom filho e burro com sorte, mexeu no time durante o jogo e as mães vivas ou etéreas entortaram os pés dos paulistas e o Palmeiras dominou o primeiro tempo, mas chutou todas as bolas longe da meta de Victor.

MÃE LEVIR VIRA JOGO - No segundo tempo, os reservas do Galo mandaram na partida e só não trouxeram uma vitória do Allianz Parque, estádio do Palmeiras, porque o filho da Mãe do juiz, com sua pobre mãe xingada o jogo inteiro pelas bobagens que fazia resolveu leva partida mais cinco minutos depois do tempo normal.
Os reservas do Atlético ganharam a chance do técnico Levir Culpi e tiveram de tudo para sair vitoriosos do AllianzParque, em São Paulo, neste sábado à noite, na rodada de abertura do Campeonato Brasileiro. Por duas vezes, estiveram à frente do placar contra o Palmeiras. Mas um vacilo aos 49 minutos permitiu que o Alviverde alcançasse o 2 a 2. Patric e Jô marcaram para o Alvinegro. Vitor Hugo e Rafael Marques fizeram para o Alviverde.

VEZ DOS TITULARES - Agora é a vez dos titulares mostrarem serviço na 
Copa Libertadores. Na quarta-feira, o Atlético precisa vencer o Internacional, em Porto Alegre, para avançar às quartas de final. Empate por três ou mais gols também classifica o Galo. O menino de colo Eduardo, que entrara no segundo tempo, aos cinco minutos fez bela jogada e rolou para o filho feio que, normalmente, não tem mãe. Patrick, o dito cujo, bateu cruzado e marcou 1 a 0.
Aos 36m, escanteio cobrado da direita e o filho da Mãe do Vitor Hugo, ex-jogador do América, subiu lá no céu, beijou a Mamãezinha dele, se é que ela já foi pra lá tão cedo, e volta soltou um petardo de cabeça, vencendo Victor- Galo 1 x 1 Porco.

   Com a ajuda da Mamãe, o menino mimado Jô colocou a cabeça em ordem e está      dando volta por cima.

DIA ERRADO - O sábado de véspera do dia das Mães, comemorado pelos atletas como se o fosse o dia, realmente, visto que no domingo poderia cada um ficar nos braças de suas mamães, teve festa palmeirense apenas quatro minutos. Jô recebeu de Josué e marcou com classe a homenagem à sua mãezinha: Galo, 2 a 1. Enfim, o filho da puta do árbitro  Felipe Gomes da Silva deu mais 5m de acréscimo e o Palmeiras empatou com Rafael Marques, no segundo derradeiro. - Que azar, 2 a 2.

EM CONSIDERAÇÃO - Se a gente analisar que o Galo esteve em campo com reservas e o Palmeiras com titulares, sem pai, nem mãe, bem perdido, o resultado na estreia do Brasileiro, foi boa. Agora o Galo só pensa no Internacional quarta-feira. Em tempo: que bobagem esta crônica minha. Sábado, nem foi o dia das Mães, que é comemorado no segundo domingo de maio.  Porém, Levir Culpi mostrou que no seu mister é tão bom quanto uma Mãezinha. Mexeu no time com ousaria: tirou Cárdenas, que saiu balançando a cabeça negativamente. Só que Culpi estava certo. Cárdenas ainda não aprendeu aqui a jogar no sentido na meta adversária. Só joga para os lados. E Carlos, que entrou no seu lugar, deu força ofensiva pelas beiradas, ajudou Jô e levou o Galo ao empate com sabor de vitória, de sorvete de goiaba vermelha, lá de Rio Casca.


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