terça-feira, 12 de maio de 2015

SE É PRECISO BRIGAR, BRIGO MESMO; SE TIVER QUE MATAR, MATO TAMBÉM. MAS NÃO RESISTO ELOGIOS GRATUITOS DOS AMIGOS - CHORO MESMO

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    No encontro do Don Grill para lançamento dos meus livros Divinas Marias e A Copa que Vi do Sofá de Minha Sala, foram tantos os amigos que me contaram sobre o testemunhal de Lucas Mendes no seu programa Mahatma Connection, brincando com nossos tempos de internos no Ginásio São Francisco em Pará de Minas. Lucas era o ponta direita da nossa segunda série A, a primeira turma fora da quarta série a ganhar o excelente é bem disputado campeonato do ginásio. Eu era zagueiro tipo Hideraldo Luiz Bellini o capitão do título mundial de 58, na Suécia. Lucas era o nosso Garrincha. O nosso Didi,celebral, era o saudoso Ricardo Drumond, primo de Tostão e irmão do tri-campeão brasileiro Ronaldo Drumond. Lucas deixou a ponta e foi jogar no meio, no meio de cobras da imprensa mundial.,Virou cidadão do mundo. Tenho orgulho de ser seu amigo e, por isso, confesso quando o vi e ouvi no vídeo que meu filho Alexandre levou pra mim no Don Grill. Só fique sabendo do programa via Chico Maia. Pra não fazer feio diante dos convidados fui soluçar no banheiro. Sou macho atentado, faca nos dentes, pistola na cintura, mas de um coração frágil como donzela fugidia do Papai.
    A transcrição do que foi dito está, acompanhada de foto, no link de Chico, dentro do meu blog - www.flavioanselmo.com.br - Bondade de ambos, Lucas e Chico. Pra merda os dois, fazendo chorar um velho de 72 anos, cabelos brancos, rotulado de Peito Aberto nos seus comentários diários já aposentados nas tevês e nas emissoras de rádio. De Peito literalmente aberto, com duas safenas, e o coração rasgado pelas emoções que meus amigos longe ou perto me provocam. Grato, Lucas e seus rapazes do programa de Nova York. Grato ao menino Chico, filho de dona Terezinha e seu Vicente que sua Sete lagoas conhece de sobra o quanto é amigo dos amigos.

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