sexta-feira, 18 de setembro de 2015

JOGO DO FLAMENGO EM BRASÍLIA TIROU-LHE A MÁSCARA DE PODEROSO COM VITÓRIA DE NEY FRANCO E DO COXA

NOVA LIMA - HOSPITAL VILA DA SERRA -APTO. 607 -Só um time jogou no Mané Garrincha: o Coxa Branca comandado por Ney Franco, pelo qual me esgotei no leito do hospital de tanto torcer pelo time curitibano, mesmo sabendo que a sua vitória seria ruim pro Cruzeiro. Não interessou nem meu longínquo passado rubro negro. Ney Franco é Caratinga, uai! O Coritiba quebrou a invencibilidade de sete jogos seguidos do Flamengo, tirou o time de Osvaldo Moreira do G-4 do Bem e o jogou pro oitavo lugar na classificação geral, mantendo-o com 41 pontos. Foi recorde de publico pagante - 67.011 e renda de R$ 6,634,570,00 - o que garantiu aos cariocas a cota de R$ 1,500,00. Flamengo tem torcida, mas futebol quem tem é o Coxa. Bastou-lhe um tempo pra liquidar os rubros negros e poderia ser mais. O que Henrique Almeida - o melhor em campo - e Kleber Gladiador perderam de gol foi brincadeira! O goleiro Wilson, do Coritiba, teve trabalho normal. Não fez nenhuma defesa complicada. O Coritiba passeou no primeiro tempo e fez o placar final de 2 a 0, gols de Kleber, cobrando pênalti e com Henrique Almeida, goleador da equipe. O pequenino futebol apresentado pelo dodói da mídia carioca, apontado como o melhor time do Brasil, atualmente, enche de esperança o Atlético de Levir Culpi pro jogo de domingo, no Horto. A partir dos 10m do segundo tempo, o Fla pressionou o Coritiba, que recuou e segurou, o Mengo foi incapaz de criar situações de perigo definitivo de gol à meta Coxa Branca. O Fla ficou embolado entre o meio-campo e a intermediária do Coxa. Além de Henrique Almeida no primeiro tempo, destacaram-se Juninho, Wallace na defesa curitibana na fase final; Alan Santos, volante;Negueba,ex-Flamengo; e Kleber foram outros destaques. Que a massa atleticana se prepare pra grande festa no Horto, domingo, e aumente o som no grito de "EU ACREDITO". o Flamengo será filé e o caminho do título estará mais aberto com 52 pontos, encostado no Corinthians. TIME DE MANCHETES E DA MÍDIA REPITO - se jogar contra o Galo o que jogou em Brasília, o Flamengo leva outra pancada feia.Que Levir e seus rapazes fiquem cientes que o Mengo, antes do Coxa, tinha sete partidas seguidas sem perder; perdeu feio e mostrou sua fragilidade, tem só correria.Já o é 100% melhor que o time rubro-negro. Quanto o de Ney Franco, como ele, foi perfeito. NOVO TREINADOR TRICOLOR Depois de dispensar o soberbo e mascarado Enderson Moreira, o Fluminense correu atrás de outro técnico e contratou Eduardo Batista do Esporte do Recife. Quantos jogos ficará? SÃO PAULO SÓ DESPENCA Não vence, não vence nem em casa, só empata. Neste meio de semana o poderoso São Paulo, outro candidato ao título, pelo lado da Paulicéia Desvairada jogou com medo e no  contra-ataque de Pato, mas não furou o bloqueio da Chapecoense. Final do jogo 0 a 0; São Paulo subiu pra 42 pontos. Quase nada! TROCA DE MILHÕES Porque o Alexandre Matos trocou o Cruzeiro pelo Palmeiras? Dinheiro. meu amigo. Eu deixo qualquer lugar por goiabinhas vermelhas de Rio Casca. Matos tem apetite por grana. Marcelo Pacote  Oliveira deixou os R$ 400 mil mensais do Cruzeiro, pelos R$ 900 mil do Palmeiras. Foi dobrado pelo Matos. E quanto Matos levou na transação? Uns 30% sobre o total do contrato anual. FABIO TAMBÉM VAI E os dois conseguiram convencer Fábio a conversar sobre  mudança pro Parque Antártica. Como Fábio tem falhado muito - contra o Vasco tomou aquele frangaço no segundo gol deles; nem foi na bola; Fábio tem demonstrado preguiça impressionante na meta azul, como se quisesse mesmo sair. É o maior salário do time e a diretoria também pensa em não renovar seu contrato. Portanto, hasta La vista Fábio e que venha o garoto Rafael assumir o arco cruzeirense.  Coragem na mudança, Mano Menezes. Nós cremos em você, menino da base, Rafael.  PAULÃO SURPREENDE COMO ATACANTE O becão Caveirão, apelido de Paulão, enquanto esteve emprestado na Toca, fez uns gols de cabeça, nos escanteios. Porém, ninguém conhecia sua aptidão de atacante. Tenho visto como ele joga no Internacional seu verdadeiro clube. Joga pelas pontas, notadamente a ponta direita. Foge como lateral direito, dribla adversário, chega ao fundo e cruza como ponta. Faz isso muito bem, conforme mostrou contra o Corinthians, num dos gols do Inter. Traz o Caveirão de volta, Gylvan. Ele é melhor que todos os zagueiros da Toca, exceto Dedé que demora a se recuperar. MODELO? DE ARAQUE.   Upa, Upa, Upa, Fono. Epa, Epa, Epa, audióloga Calma, Calma, Calma, dióloga. São três mulheres que querem me tornar perfeito. Boa fala, boa audição, melhor deglutição, Que perdi no acidente em Inhapim. De novo bom em alimentação. Upa, Upa, Fono, e você como me quer? alimentando bem, mastigando certo. Upa, Upa, que é entortar o pescoço e ficar ereto? Calma, calma, calma estou nervoso; Decidi, então, plantar pinho no Paraná; Se estiver me saindo bem, nada ansioso; Vou, também, vender banana no Mercado. Mercado Modelo de Salvador, que dor. É aquele mercado imundo da Bahia. Adeus, Fono. Goodbye, audióloga, Hasta La vista, dióloga. Sou livre de suas garras. BUTIÁ NO BOLSO DE JEROME A hora do babaca falastrão chegou. o Secretário Geral da Fifa, Jerome Valks  que em 1992 falou sobre chutar a bunda dos brasileiros por atraso nas obras da Copa,  acabou levando ele um bico no traseiro do presidente da Fifa, Joseph Blatter, por entrar no esquema ilegal de venda de ingressos,no qual botou no bolso 8 milhões de butiá, como dizem os gaúchos. Vale a pena informar ainda o seguinte: Jerome montou um esquema desonesto na Copa do Brasil e a turma faturou mais de 20 milhões de dólares, que a FBI desenrolou e prendeu todo. Quem é honesto neste País do PT, meu Deus? Apenas Lula, Dilma e eu, filho de dona Geralda e Sodico... MENSAGEM RECEBIDA DO MEU POETA E AMIGO WAGNER MARTINS, IMPERADOR DE SABARÁ Eu fui moço na cidade de Caratinga, que foi minha cidade até que passou a pertencer à região da "Grande Entre Folhas". Desde então mudou, na carteira de identidade, minha naturalidade. Não deixei de gostar de Caratinga, pois, queira ou não eu, a cidade está nas minhas entranhas que se escancaram a todo instante em que me vem a recordação de uma grande paixão, de um filme de excelência visto na grande sala de projeção do Cine Itaúna, aquele monstro de cinema que ficava na vigilância do centro nevrálgico da cidade. Nos meus anos de pré-adolescência, me lembro dos andaimes que circundavam o prédio e que iam sendo retirados à medida que o mesmo tomava forma. Depois que cresci, vim a perceber que o desenho do prédio é nada mais nada menos que um espelho, uma sombra da grande pedra do Silva, a Itaúna, de onde vi surgir pela primeira vez na vida um helicóptero que causou o maior frisson na cidade. Na outra ponta do quarteirão, ficava o grande Hotel Suíço (que também já foi Suisso!) onde o Rotary fazia ponto, servia seus jantares e onde conheci o Zito Anselmo. Mestre de cerimônias respeitado, sempre me apresentava com uma simpática saudação quando, sem sobreaviso, eu chegava nas reuniões pra jantar. Cresci nesse meio e convivi ali por um bom tempo até que os ventos me transportaram para respirar outros ares. Minhas raízes ficaram lá e se existe algo que eu não consigo entender, é como é que algumas pessoas deixam suas origens e em outras terras desandam a falar mal de tudo o que foi seu mundo um dia. O ler o nome de minha cidade, ou de minhas cidades, em qualquer pedaço de folha de papel, é ainda motivo para despertar os meus sonhos passados. Conheci o Flávio Anselmo em um evento de lançamento de dois livros seus, daqueles eventos relâmpagos e intimistas, que a gente, que teima em trabalhar com as letras, poesia, literatura, etc. não mede esforços pra fazer, ainda que tudo não deixe de ser uma reunião de amigos e chegados, pra uma troca de prosa, umas tragadas de birita e o realce das lembranças que constroem nossa vida. Eu me atrevi a ir num desses encontros de Flávio. Confesso que não me senti muito a vontade. Era como se estivesse num leito estranho, sabe, aquela sensação que sentimos quando acordamos a noite num quarto que não é o nosso, numa cama que não é a nossa, numa casa que não é a nossa. Mas, por razões óbvias, aconteceu novamente, e nesse novamente, arrisquei de levar o meu insosso "FALA, FILHO DA MÃE!!!" pra confrontar com seu "MARIA CHUTEIRAS". Flávio era irmão de Zito e isso me dava uma maior segurança. Não fosse por ele, iria pelo Zito. De repente cresceu uma aproximação entre a gente, e nós passamos a trocar mensagens via redes sócias, até que começamos a dividir espaços nos saraus que vez por outra realizamos em Sabará. A presença do Flávio passou a ser considerada como uma certeza e o passar dos dias, fez com que a coisa se invertesse e o Flávio deixou de ser pra mim o irmão do Zito, e o Zito(de memória saudosa) passou a ser o irmão do Flávio. Essa semana abri minha página de facebook e vimos eu com minha companheira uma foto dele, todo diferente daquele cara de chapéu branco na cabeça, tomando caipirinha comigo no Pompéu e falando amenidades. Fiquei feliz de vê-lo, ainda que com feições abatidas. Deu pra perceber que o cara é duro na queda e que não vai demorar muito pra gente retomar aquela empreitada que todo artífice das letras tem que enfrentar a cada dia. Aquele leão mesmo. Estamos do lado de cá, como estivemos nesses dias todos, desde o momento em que ficamos sabendo do acidente, firmes na expectativa de que essa coisa não demore muito mais. Afora as letras, os causos, os poemas, os saraus, as conversas jogadas fora, temos alguns frangos com quiabo, ou com um bom ora pro nobis, nos aguardando em alguma dessas encruzilhadas entre Caratinga, Belo Horizonte, Sabará e Pompéu. O meu abraço a esse guerreiro forte e capaz. Está sendo bom sentir que a rotina dos textos que você mandava por e-mail e pelas paginas das redes, está começando a voltar com aquela mesma clareza e coragem que sempre marcou o seu posicionamento. FORÇA, CAMPEÃO! NÓS ESTAMOS AQUI TE ESPERANDO. Wagner e Helen  

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