sábado, 10 de outubro de 2015

MEUS FILHOS, MEUS HEROIS, MEUS PARENTES MEUS IRMÃOS, MEUS AMIGOS ALICERCES DE MINHA VIDA.

Escrevi uma coluna com a inserção de  poema calórico próprio de escritor que se coloca sobre a ficção ou põe a imaginação a trabalhar em voos longos entre as estrelas, que viram personagens, o sol e a lua que descem à terra entram na vida do poeta, dão-lhe luz, raios . Meu Jesus, o poema no qual procurei atingir personagens ficcionais, e pessoas cujas vidas estão em total insegurança, vazias, e parece que descrevi-me mal aos meus filhos, amigos e parentes. Não me fiz entender. Não há nada que eu ame mais que meus filhos.
 Alexandre - um gigante de um metro e 90, respeitado professor no Colégio Santo Agostinho, coordenador de educação física o que me enche de orgulho - Flavinho, jornalista esportivo como eu, que trocou a profissão por  um emprego na Assembleia, fruto de concurso e nunca de achego político, inteligente e ávido leitor de bons livros; tenho orgulho agora de ser pai dele, como me perguntam nas ruas. Por fim, tenho a fada Juliana, bailarina, professora de educação física, com estúdio de balé, escola que tornou Caratinga uma cidade socialmente bem planejada.
 Caratinga é minha terra natal e que Juliana assumiu como sua, por causa de seu batalhador marido, Gustavo e onde algumas de suas admiráveis filhas nasceram: Luana, nasceu aqui no Hospital Vila da Serra, onde fui salvo; Sophia e Stela nasceram na Casa de Saúde Divino Espírito Santo, onde fui recebido após o acidente em Inhapim. Mas estou aqui redigindo essas linhas, por causa do meu Anjo Gabriel, que é a Juliana. Ela assumiu a situação e em contato com meu extraordinário sobrinho, Dr. Frederico Rodrigues Anselmo, filho de meu saudoso irmão Neném Anselmo - e médico conceituado na UTI do Hospital - ambos conseguiram o avião ambulância da Unimed para buscar-me em Caratinga, Quando cheguei aqui, Frederico já havia conseguido vaga e tudo mais no Hospital.
O que Juliana fez depois foi incrível: primeiro criou pelo Facebook, Emails, Internet  uma corrente de orações, mensagens de apoio, multiplicou ou quadriplicou a ajuda de fé e esperança que eu precisava. Por fim, largou filhas e marido em Caratinga e criou um rodízio de uma semana aqui comigo, e outra lá com eles. Aqui fez rodízio com minha mulher Neusa, outro alicerce do meu tratamento e de minha recuperação. Uma noite  um dormia comigo, outro na minha casa. Juliana mostrou expediente de adulto no tratamento com médicos e enfermeiros. Dormia mal - a Neusa, também, - pra atender-me nas necessidades noturnas. Só uma filha extraordinária teria força pra ser o que esta doce menina, excelente filha, mãe fervorosa foi comigo. Como eu poderia manifestar em qualquer ação que não a amo. Amo, Amo, Amo e estou feliz, muito feliz, por estar em Fortaleza, com sua família, participando de um encontro com os familiares de seu sogro, Edmar Sobreira, e de sua sogra, a fantástica Milva.
Flavinho é outro que vivo pedindo perdão, porque seu gênio é parecido com o meu. Orgulho disso e o amo até o tamanho do sol. Nunca escreveria um poema que o jogasse no chão. Flavinho sobressai ao resolver  vários problemas meus na cidade. Eu te amo, meu filho do meio. Você, também, é efetivo nesta minha recuperação pois além da logistica, esteve ao meu lado cobrando-me atitude e dando o braço necessário nos exames. O que escrevi pra Juju serve em grande parte pra você, meu herói. Enfim tudo que escrevi é fruto da imaginação de quem tem compromisso, agora, com a poesia e a literatura. Meus parentes me ajudaram bastante. Minha irmã Dodora que veio aqui e ficou toda tarde, quando necessária e liderou uma corrente de orações, com sua filha Gracinha, seu filho Raymundo e os netos e achegados, como o cunhado Ari Chaves.
Meu irmão Fábio, de Brasília, viaja e manda sempre carinhosas mensagens pelo Waatsapp e conta ao seus amigos e que são meus, também, como vou e como vai minha recuperação. Eu te amo, meu irmão, como amo minha irmã Dodora, os seus filhos, meus sobrinhos, e meus parentes em geral. Sou um ficcionista e busquem entender isso. O
escrevo busca fortalecer a ficcão. Fiquem com raiva, quando não entender e me mandem à pqp, mas nunca me deixem. Eu preciso demais de vocês. Como eu disse tenho a cabeça e o espírito vazio. Sem você nem paro em pé.
Beijos, meus anjos.       
 
 

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