quinta-feira, 26 de novembro de 2015

FIM DO CICLO: LEVIR CULPI TÁ FORA DO GALO, CONFORME TRINCHEIRA ANTECIPOU


  Levir chora ao despedir-se do Galo

 Fim de novela: Levir Culpi não seguirá como técnico do Atlético na próxima temporada. Uma reunião na noite de quarta-feira com o presidente Daniel Nepomuceno  acertou-se a saída do treinador, que nem sequer terá tempo de se despedir da torcida alvinegra.
Esta situação a minha Trincheira antecipou há dias com a manchete:  Murici no Galo e Levir no Internacional, esta possibilidade, entretanto, pode mudar e Levir assinar com o São Paulo.
O técnico não estará no banco de reservas na partida diante do Grêmio, no próximo domingo, às  cinco horas. Na manhã desta quinta-feira, depois do treino na Cidade do Galo, o técnico convocou imprensa e informou a decisão.

“Não é exatamente um bom dia. Estou desconfortavelmente conversando com vocês, mas é uma obrigação que tenho. Estamos encerrando um ciclo, provavelmente o ciclo da minha vinda para Minas Gerais. Não vejo num futuro próximo a oportunidade de voltar para Minas, preciso aproveitar a oportunidade de agradecer”, disse o treinador.

"Eu prefiro ver esse lado, a comissão técnica, os atletas, mas acabou. A diretoria chegou à conclusão de que não deveríamos seguir o trabalho. Sinceramente, é ruim falar muito neste momento. É uma rotina tão desgastante, que não vale a pena ser repetitivo. Aproveito este momento para agradecer as pessoas que me ajudaram, que estiveram comigo, que sentiram as derrotas como eu senti", completou.

Ao longo das últimas semanas, a renovação de Levir com o Atlético ganhou contornos de novela. Se por um lado o nome de possíveis substitutos eram aventados na Cidade do Galo, o técnico alvinegro dizia que esperava uma resposta do presidente atleticano sobre a contraproposta para ampliação do vínculo. Nessa quarta, porém, o martelo foi batido: o técnico deixará Belo Horizonte.

TRINCHEIRA -  E atenção: Alessandro Sabella, argentino, próximo de assinar contrato como treinador do Galo. Cruzes!!!!


JOGO FEIO, MARCAÇÃO E PONTAPÉS DESLEAIS, MARCARAM O 1º SANTOS X PALMEIRAS NA DECISÃO DA COPA DO BRASIL.

( GLOBO ESPORTES) - Arouca puxou Ricardo Oliveira a ponto de levar o atacante ao chão. Jackson acertou o rosto de Ricardo Oliveira propositalmente. David Braz tocou no pé de Barrios antes que o atacante chutasse a própria perna. Lucas Lima deveria ter recebido cartão amarelo no lance da expulsão de seu xará palmeirense. Nem dois árbitros foram suficientes para que a primeira final da Copa do Brasil, entre Santos e Palmeiras, terminasse sem dúvidas e polêmicas.
Luiz Flávio de Oliveira, lesionado no segundo tempo, e seu substituto Marcelo Aparecido de Souza tomaram decisões difíceis numa partida em que o nervosismo imperou. A impressão deixada, aliás, é que os jogadores santistas e palmeirenses não se suportam. Bate-bocas, encaradas e aquele burburinho do campo, dos bancos de reservas e das arquibancadas da Vila Belmiro, a cada som do apito (ou falta dele) do árbitro, enredaram a vitória alvinegra por 1 a 0
"Vamos jogar", disseram um ao outro Arouca e Ricardo Oliveira antes que o palmeirense puxasse o santista na área (veja abaixo). Pênalti que Gabriel chutou na trave. Os de branco cumpriram o "acordo". Jogaram. Aquém do que já demonstraram na Vila Belmiro, é verdade. O talento demorou a sobressair, mas se encontrou na dupla formada por Lucas Lima e Gabriel.
suportam. Bate-bocas, encaradas e aquele burburinho do campo, dos bancos de reservas e das arquibancadas da Vila Belmiro, a cada som do apito (ou falta dele) do árbitro, enredaram a vitória alvinegra por 1 a 0.
Um dos motivos da dificuldade em casa foi a postura da linha defensiva do Palmeiras, que tentou o tempo inteiro se recompor rapidamente e atuou bem recuada para evitar aquele espaço normalmente utilizado por Lucas Lima para enfiar bolas preciosas a Gabriel, Marquinhos Gabriel e Ricardo Oliveira. Tanto nos contra-ataques como nos lances em que seu time estava compacto, o Palmeiras tratou de fechar espaços. Primeiro, Zé Roberto chega à frente de Gabriel. Depois, o Santos toca pra lá, pra cá, gira, e não consegue a infiltração.
A outra medida de Marcelo Oliveira para neutralizar o imbatível Santos na Vila foi o jovem Matheus Sales, 20 anos, para marcar individualmente Lucas Lima, camisa 20 do Peixe e da seleção brasileira. O volante do Palmeiras até fazia boa partida e conseguiu dois desarmes na bola, com autoridade.

Mas cinco minutos definiram que ele sairia no intervalo. 

Lucas Lima passou a tirar Matheus de sua zona de conforto, recebendo a bola cada vez mais atrás e carregando até o ataque. Primeiro, ele conseguiu deixar o rival para trás. Logo em seguida, Matheus fez falta no campo de ataque e levou cartão amarelo. No lance seguinte, com o peso da advertência, deixou que Victor Ferraz passasse facilmente e criasse a melhor chance do primeiro tempo (além do pênalti perdido por Gabriel). Para fechar a sequência, fez falta em Marquinhos Gabriel. O Santos pediu o vermelho. Luiz Flávio ignorou, Marcelo Oliveira não. Amaral voltou para o segundo tempo. O técnico preferiu piorar o time, mas se garantir com 11. Para tentar driblar as armadilhas alviverdes, Ricardo Oliveira saiu da área e permitiu que Gabriel e Marquinhos assumissem papéis de centroavante. Às vezes não deu certo, como no lançamento longo de Lucas Lima, no primeiro tempo, que terminou nas mãos de Fernando Prass. Em outras foi preciso. O camisa 9 se fez de morto para Gabriel penetrar – sem que Arouca o acompanhasse – e perder grande chance no início do segundo tempo, depois de outro lindo passe de Lucas Barrios recebe de Dudu e invade a área.  A perna direita do atacante chuta sua própria perna esquerda, então ele se desequilibra e é tocado por David Braz. Se o zagueiro o atingiu antes dessa sequência, pênalti. Foi a visão do comentarista de arbitragem da TV Globo, Leonardo Gaciba, que explicou:
O Barrios teve a oportunidade e diminuiu a passada, mas não para cavar o pênalti. Esse "totozinho" na parte lateral de sua perna fez com que ele trançasse as pernas. Eu marcaria o pênalti – afirmou Gaciba. Luiz Flávio de Oliveira não marcou.

DOIS APITADORES FRACOS

Lucas puxa Geuvânio em contra-ataque e recebe o cartão amarelo que o tirava da final de quarta que vem, no estádio do Palmeiras. Ele estava pendurado. O pior estava por vir. Depois de 20 minutos, Lucas Lima – que também estava pendurado, mas não foi advertido – levou a mão ao seu rosto. A reação foi chutar a bola no xará e receber um óbvio cartão vermelho. Os dois cartões foram mostrados por Marcelo Aparecido de Souza, que substituiu o árbitro Luiz Flávio de Oliveira, lesionado, no segundo tempo.

TRINCHEIRA - Ou seja, o clássico teve dois sopradores de apito da pior qualidade.

CADÊ O TIME DA DESPEDIDA DO MINEIRÃO, MANO?


Pelo segundo dia consecutivo, Ariel Cabral não participou dos treinamentos com bola na Toca da Raposa II. O volante foi poupado novamente por cansaço muscular. Nesta quarta-feira, o técnico Mano Menezes testou alternativas para substituir o argentino e também para a vaga do uruguaio De Arrascaeta, que cumprirá suspensão automática. No domingo, às 17h, o Cruzeiro enfrentará o Joinville, no Mineirão.

No treinamento tático desta quarta-feira, inicialmente, Charles foi o escolhido para substituir Ariel Cabral. Num segundo momento, Leandro Damião foi acionado para a vaga do volante argentino, enquanto Marcos Vinícius foi recuado. Durante toda a atividade, Alisson foi o responsável por exercer a função que era do meia De Arrascaeta.

Por opção de Mano Menezes, Fábio não iniciou o treinamento com os titulares. Essa equipe foi formada por: Elisson; Ceará, Manoel, Bruno Rodrigo e Fabrício; Henrique, Willians e Charles - céus - (Leandro Damião); Alisson, Willian e Marcos Vinícius.

Foram formadas duas equipes reservas ao longo do treinamento. O primeiro time a participar contou com: Rafael; Mayke, Uillian Correia, Paulo André e Mena; Willian Farias, Luiz Fernando e Gabriel Xavier; Allano, Joel e Vinícius Araújo.

A segunda equipe de reservas foi composta por: Fábio; Fabiano, Dedé, Bruno Viana e Pará; Uillian Correia, Eurico e De Arrascaeta; Marquinhos, Leandro Damião e Marinho.

O zagueiro Bruno Rodrigo deixou o treinamento mais cedo e foi substituído por Paulo André. Porém, o defensor titular foi apenas poupado e não deve ser problema para a partida contra o Joinville. 

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