sexta-feira, 11 de março de 2016

MOTIVO DO VETO MÉDICO DE ROBINHO EM SANTIAGO: TEVE FEBRE MOTIVADA POR PICADA DE MOSQUITO. DA DENGUE?



 Mesmo desfalcado de Robinho, o Galo continuou forte em Santiago do Chile e conseguiu segurar a pressão do Colo Colo no segundo tempo e arrancar o empate de 0 a 0 que o manteve na liderança do Grupo 5 da Copa Libertadores, com sete pontos. Os chilenos foram a cinco pontos. Na próxima rodada, os times voltam a se enfrentar. Na quarta-feira, o cenário para o confronto é o Independência, em Belo Horizonte. 

Antes do jogo a má notícia pro Atlético. Robinho fora vetado pelo departamento médico. Ele levou picada de inseto na coxa. O local apresentou infecção e o jogador teve febre.
Segundo o médico Rodrigo Lasmar, o atacante teve infecção na coxa e vem apresentando quadro de febre.

“Robinho, ainda no Brasil, foi picado por um inseto. Isso acabou levando a uma infecção na sua coxa, na pele. Ele está sendo medicado, mas apresentou febre, e piora do quadro. Não teve condições de participar do jogo. Por isso foi vetado”, explicou Lasmar.

Ainda no treino de terça-feira, no reconhecimento do gramado do Estádio Monumental, o técnico Diego Aguirre já demonstrava preocupação com Robinho.

SELEÇÃO CELESTE DE TODOS OS TEMPOS TÁ DESFALCADA: MORREU ROBERTO PERFUMO, EM BUENOS AIRES NESTA QUINTA-FEIRA



O futebol argentino perdeu um dos grandes nomes de sua história nesta quinta-feira. Ídolo do Cruzeiro, o ex-zagueiro Roberto Perfumo( FOTO)  morreu aos 73 anos, em Buenos Aires. Na última madrugada, ele caiu de uma escada da cantina italiana  Carletto, no bairro de Puerto Madero, na capital argentina, e sofreu traumatismo craniano.
Perfumo era colunista do jornal Olé e comentarista de futebol na ESPN. Às quartas-feiras, após gravar, ele se reunia com amigos no restaurante de Puerto Madero.

Tão logo foi confirmada a morte de Perfumo, foram iniciadas as homenagens ao "Marechal". Em partida pela Copa Libertadores, diante do São Paulo, os jogadores do River Plate, outro ex-clube de Perfumo, utilizaram braçadeiras pretas. Também foi respeitado um minuto de silêncio no estádio Monumental de Nuñez.

Pela Seleção Argentina, o zagueiro disputou as Copas do Mundo de 1966 e 1974, sendo capitão no segundo Mundial. Ele ainda conquistou a Libertadores e o Mundial Interclubes pelo Racing, em 1967.

Depois de se destacar pelo Racing, Perfumo foi contratado pelo Cruzeiro em 1971. No clube celeste, o zagueiro argentino foi tricampeão mineiro (72, 73 e 74). De acordo com números do clube, em 138 partidas, marcou seis gols.

'El Mariscal' depois voltou à Argentina, já com 32 anos, para também colocar seu nome na história do River Plate. No Monumental de Nuñez, ganhou três títulos: o Metropolitano de 1975 e 1977 e o Nacional de 1975.

O zagueiro se aposentou em 1978 e depois trabalhou como treinador, comandando Sarmiento de Junín, Racing, Olímpia (Paraguai) e Gimnasia de La Plata. Desde 1993 não trabalhava mais como técnico.

Em partida entre Cruzeiro e River Plate, pela Copa Libertadores de 2015, os dois clubes homenagearam Perfumo e Sorín, que foram ídolos nas passagens pelos clubes brasileiro e argentino.

SP ARRANCA EMPATE DIANTE DO RIVER DE LUTO

( Agência Estado) Não foi a atuação dos sonhos, mas o São Paulo ao menos teve a postura que seu torcedor quer ver. O time comandado por Egardo Bauza mostrou “espírito de Libertadores”. Competitivo, soube neutralizar o River Plate. Poderia ter deixado Buenos Aires com um resultado melhor do que 1 a 1 não fossem os erros de arbitragem e a falha do goleiro Denis.
O Tricolor contrariou os prognósticos. A delegação que saiu desacreditada do Brasil mostrou estar viva para a sequência na Libertadores. É lógico que alguns ajustes precisam ser feitos – como a dificuldade para permanecer com bola nos pés. Mas a impressão é de que o time do Morumbi encontrou um caminho a seguir. 

No Monumental de Nuñez lotado, a falta de confiança pesou nos minutos iniciais. A bola queimava nos pés dos são-paulinos. Erros de Thiago Mendes e Mena no campo de defesa quase permitiram com que o River Plate abrisse o placar – Denis e o travessão salvaram a equipe brasileira antes que o ponteiro marcasse 10 minutos de bola rolando. 
Mas o São Paulo respirou. Carlinhos sofreu falta no campo de ataque aos 17 minutos e colocou a bola na área. Lugano brigou com a zaga e a sobra ficou com Ganso. O camisa 10 emendou um belo chute e guardou no fundo das redes.


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