segunda-feira, 30 de maio de 2016

BRASIL ENCERRA PREPARAÇÃO PRA COPA AMERICA COM AMISTOSO CHULÉ CONTRA PANAMÁ E VENCE POR 2 A 0.

A Seleção Brasileira, andando em campo,  não teve dificuldades pra vencer o Panamá por 2 a 0, contrariando os prognósticos de Júnior e Casagrande que falavam em goleada, como nos três jogos anteriores que as duas seleções fizeram entre elas em torneios oficiais. Contudo, num amistoso chulé de treinamento, ninguém iria se expor ao risco de ficar fora da Copa América, cujo início é no próximo final de semana, com o jogo contra o Equador.

Como fui dormir, e não só acompanhei a partida em parte do primeiro tempo, com o Brasil vencendo por l a 0, gol de Jonas, goleador do Benfica, resolvi usar os comentários  da turma do Gazeta Press, publicados no Superesportes. O segundo gol foi feito por Gabriel, do Santos, um em cada tempo.

 COISA DE DAR SONO

A facilidade do confronto foi tamanha que o 2 a 0 acabou aquém do esperado para os brasileiros. Mesmo desperdiçando algumas chances, a produção ofensiva não correspondeu às expectativas pré-jogo, principalmente do técnico Dunga, que apostou em um estilo ofensivo e aumentou a capacidade de atacar ainda mais com as substituições. Atrás, ajudado pela falta de qualidade do rival, o time só teve pequenos problemas nas bolas paradas.

O Brasil agora se concentra na disputa da Copa América Centenário, com estreia marcada para o dia 4 de junho, sábado, na cidade de Pasadena. O duelo contra o Equador está marcado para as 23h (de Brasília) e abre a disputa no Grupo B, que ainda conta com Peru e Haiti. Na chave D, os panamenhos terão pela frente a Bolívia na estreia, mas ainda encaram Argentina e Chile.

No torneio, o segundo oficial de Dunga desde que reassumiu o comando da equipe (afora a disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo), o time ainda terá os reforços do lateral esquerdo Filipe Luís e do volante Casemiro, que jogaram a final da Liga dos Campeões da Europa, no sábado. Rafinha, com uma lesão muscular na coxa, ainda pode ser cortado. Seu provável substituto seria o atacante Gabriel Jesus, do Palmeiras.

COMEÇO BOM, MAS SEM EMPOLGAÇÃO

O primeiro tempo parecia destinado a mostrar uma goleada do Brasil devido aos primeiros dois minutos, tempo que demorou para o placar ser aberto. O gol, por sinal, saiu em uma bela jogada trabalhada, com participação de sete atletas diferentes. Luiz Gustavo tocou para Coutinho, que jogou para Renato Augusto, na entrada da área. O meia rolou para Elias, que abriu para Daniel Alves, na intermediária. Ele cruzou e Douglas Santos, pelo lado esquerdo da área, evitou a saída da bola cruzando rasteiro para o meio. Elias foi travado por Baloy, mas Jonas, de canhota, chutou firme para marcar.

Na sequência, a Seleção poderia ter ampliado com facilidade, tanto pela frágil defesa do rival quanto pela qualidade demonstrada pelo setor ofensivo. Primeiro Philippe Coutinho evitou a saída de bola já dentro da área, pela esquerda, saiu com muita facilidade da marcação adversária e chutou quase sem ângulo, exigindo boa defesa de Penedo.

Na sequência, aos 20 minutos, Daniel Alves bateu falta de longe e acertou o ângulo esquerdo do goleiro panamenho, mas o arqueiro praticou bela defesa. Depois, com facilidade para armar o jogo, Renato Augusto resolveu se aventurar na frente e quase deixou o seu. Willian cruzou na segunda trave, da direita para a esquerda, e o armador entrou livre cabeceando, mas mandou para fora.

Fraco na armação e na marcação, o Panamá conseguiu sobreviver aos primeiros 45 minutos sem sofrer gols e resolveu ir à frente pouco antes do intervalo, apostando nas bolas alçadas na área. Na mais perigosa, já aos 43, Baloy ganhou dos zagueiros e cabeceou com perigo, mas não conseguiu igualar o marcador
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MUDANÇAS E TIME OFENSIVO

Dunga não pode ouvir nas análises da partida que faltou ousadia nas suas mudanças. Talvez incomodado com o placar magro diante de um rival tão fraco tecnicamente, ele promoveu a entrada de Hulk no lugar do volante Luiz Gustavo logo de cara. Dessa forma, Renato Augusto foi deslocado para a função de segundo volante, Elias para a de primeiro, e o atacante passou a formar dupla com Jonas.

A aposta do comandante quase foi justificada aos 12 minutos do segundo tempo. Philippe Coutinho, dessa vez pelo lado direito, ganhou a jogada dentro da área e, antes da bola sair, descolou cruzamento na medida para Hulk. Sem qualquer marcação, no entanto, ele cabeceou fraco, no alto, nas mãos do goleiro Penedo, que voltava para fazer a defesa.

Com vontade de observar o maior número possível de atletas, o treinador então resolveu acionar a dupla santista Lucas Lima e Gabriel. Mesmo sem grandes lances, os dois conseguiram aumentar a produção ofensiva e, quase que naturalmente, tiveram chances de concluir. A primeira, muito bem aproveitada, foi de Gabigol, aos 28 minutos. Após bola rebatida, na parte da direita da área, ele dominou e tocou de chapa, no canto oposto, rasteiro, sem chances para Penedo.

Até o final do jogo, Dunga ainda aproveitou para dar ritmo aos olímpicos Fabinho e Rodrigo Caio, além do experiente Kaká. Já em um ritmo mais lento do que o resto do jogo, os três tiveram poucas oportunidades para aparecer. Na melhor, o meia, campeão da Copa do Mundo em 2002, dominou dentro da área, girou e chutou no canto, mas Penedo defendeu e assegurou o 2 a 0.

Num jogo em que até Patrick fez gol - o de abertura do placar - o Galo deixou escapar a sua primeira vitória no Brasileirão ao empatar em 1 a 1 no Barradão com o Vitória. Marcelo Oliveira, que continua como técnico sem vencer à frente do Galo, lamentou o resultado, pois tem certeza de que "poderíamos vencer".

-"Apesar da dificuldade do jogo, acho que pelo fato de ter feito gol e sustentado até os 33 minutos, faltou atenção pra levar até o final e aproveitar os contra-ataques. Eles foram pra cima, melhoraram o jogo no segundo tempo e impuseram uma condição diferente pra nós. Tivemos de recuar um pouco pros contra-ataques, que apareceram, mas não aproveitamos. Foram muitas finalizações, mas aproveitamos mal. O Vitória também teve chances. O jogo foi aberto, mas não gosto disso. O ideal é ter um equilíbrio maior, sustentando atrás para sair em velocidade no contra-ataque para matar o jogo”, comentou Marcelo, em entrevista coletiva após o jogo. 

Impossibilitado de escalar 11 jogadores do elenco, Marcelo Oliveira destacou a superação dos jogadores em campo. O técnico ressaltou que ainda está conhecendo os atletas do elenco e elogiou o desempenho dos jovens que participaram da partida, como Capixaba e João Figueiredo. O Vitória empatou aos 33 do segundo tempo com Kieza, ex-atacante do Cruzeiro.


Vamos conhecendo jogadores dentro de campo. Alguns jovens, outros que não estavam jogando. Gostei da entrega e da disposição do time. Os jogadores estavam bem colocados no primeiro tempo. Embora os erros no início do jogo. Estávamos bem armados, mas desorganizamos um pouco. Não foi o ideal. O Atlético pode muito mais, até por causa dos jogadores que tem”, declarou. 

Com cinco pontos no Brasileiro, o Atlético volta a campo na próxima quarta-feira, contra o Fluminense, no Independência. O time soma apenas uma vitória na competição, contra o Santos, ainda sob o comando de Diego Aguire. 


TRINCHEIRA - O amistoso teve com cheiro e cara de peladas entre meninos descalços da rua Raul Soares contra a São José, no campinho do Colégio Caratinga, em meus tempos de garoto, Brasil e Panamá, nos Estados Unidos, deu-me sono. Virei pro canto, deixei a televisão de lado, bem como a narração chata e nacionalista de Galvão Bueno e fui dormir. Só soube do resultado hoje de manhã quando abri a Internet e cliquei no Superesportes.


EMPATE DEIXA CRUZEIRO E AMÉRICA NO BURACO NEGRO

Compactado na defesa e por vezes perigoso nos contra-ataques, o América esteve perto de conseguir sua primeira vitória ao abrir o placar contra o Cruzeiro aos 28min do primeiro tempo, em lance de oportunismo do atacante Victor Rangel. Porém, o time celeste se mostrou aguerrido, brigou até os últimos minutos e garantiu a igualdade aos 36min da etapa complementar, em chute do uruguaio De Arrascaeta. No fim das contas, o empate por 1 a 1 no movimentado “clássico da pressão” disputado na tarde deste sábado, no Mineirão, não foi nada bom para os dois clubes, que continuam sem vencer no Campeonato Brasileiro e permanecem na briga contra a zona de rebaixamento, com dois pontos cada.

Tanto Cruzeiro quanto América perderam Paulo Bento e Givanildo Oliveira para as próximas partidas. Aos 48min do segundo tempo, os dois técnicos se envolveram em discussão por causa de uma suposta falta de “fair play” do português, que mandou os jogadores celestes não devolverem a bola ao Coelho por uma suposta "cera" do meia Rafael Bastos. Imediatamente após o bate-boca, o árbitro Dewson Fernando Freitas da Silva expulsou os treinadores.
Aos 15min, o grito de gol ficou engasgado na garganta do torcedor cruzeirense. Bruno Ramires deu passe açucarado nas costas do zagueiro Sueliton e deixou De Arrascaeta livre para finalizar. O uruguaio, porém, assustou-se com a saída arrojada de João Ricardo e errou ao concluir o lance. Durante todo o primeiro tempo, o Cruzeiro propôs o jogo e teve mais posse de bola. Mas a linha defensiva do América, que em alguns momentos mostrou Leandro Guerreiro como terceiro zagueiro, tentou se fechar como pôde.

A estratégia de Givanildo Oliveira de marcar forte e esperar um descuido do rival surtiu efeito aos 28min. Numa bola rebatida pela defesa azul, Xavier fez lançamento longo, De Arrascaeta afastou mal e mandou no pé do lateral-direito Hélder. O cruzamento do camisa 2 resultou em desvio de Artur e batida forte do empenhado Victor Rangel, que vem se firmando a cada dia com a 9 do Coelho: 1 a 0. A partir dali, a Raposa intensificou suas ações ofensivas e chutou ao menos quatro vezes a gol, mas viu João Ricardo aparecer brilhantemente aos 43min, numa bola em que Willian finalizou sem qualquer marcação de dentro da grande área, para garantir a vitória parcial americana.
Paulo Bento recorreu a Douglas Coutinho para tentar mudar o cenário da partida. O camisa 14 voltou para o segundo tempo no lugar de Federico Gino, com Bruno Ramires sendo deslocado para a lateral direita. O Cruzeiro passou a jogar no 4-3-3, enquanto o América manteve sua base. Mas qualquer troca seria inexpressiva se o time não recuperasse a paciência de seu torcedor. A cada ataque malsucedido, vaias e mais vaias no Mineirão. Bom para o Coelho. Por isso, Paulo Bento resolveu escutar os torcedores, que gritaram o nome de Robinho, e colocou o camisa 19 no lugar de Ariel Cabral. Dois toques na bola e um lançamento que quase resultou no gol de empate foram suficientes para Robinho colocar fogo no jogo. Já o América foi obrigado a substituir Victor Rangel, que saiu de campo mancando, por Bruno Sávio, aos 16min.

Tal como ocorreu nos 45 minutos iniciais, o Cruzeiro atacou mais no segundo tempo. Aos19min, Willian perdeu outra boa chance, parando mais uma vez em intervenção milagrosa de João Ricardo. Foi a gota d’água para Paulo Bento chamar o colombiano Riascos do banco de reservas. Givanildo Oliveira também mexeu no América: o lateral-direito Hélder e o meia Tiago Luís deram lugar ao zagueiro Roger e ao volante Juninho. Estava claro que o Coelho queria se defender no restante da partida. Isso chamou o time cruzeirense ainda mais para o ataque, até que, aos 36min, Robinho deu assistência para De Arrascaeta deixar tudo igual no Mineirão: 1 a 1. Nos últimos instantes, os técnicos Paulo Bento e Givanildo Oliveira se envolveram em discussão no banco de reservas e acabaram expulsos por Dewson Fernando Freitas da Silva.

PAULO BENTO EXPLICA CONFUSÃO

-"A confusão não foi com ninguém em especial, e nem quero confusão com ninguém. Acho que o futebol deve ser um jogo valorizado pela objetividade.  Isso é o que tento fazer, ou seja, que meus jogadores joguem de forma objetiva e leal, e que tentem aproveitar da melhor maneira possível o tempo de jogo, o tempo útil. Isso é o que tratamos. E não estou dizendo que o treinador  adversário não fez isso." afirmou o português e disse mais:

-"Não peço nunca a um jogador meu para ganhar tempo, ficar no chão. A única coisa que quero deixar bem claro é que, a partir de agora, por uma questão de filosofia, e iremos comunicar também aos nossos jogadores, e pra que todos os nossos adversários possam saber, é que a partir deste momento, a equipe do Cruzeiro não colocará a bola pra fora. Se colocar, não pretendemos que depois nos devolvam a bola. É o árbitro quem tem que apitar, analisar e parar o jogo".

TRINCHEIRA: Que fiquem avisados aqueles jogadores que gostam de fingir contusão, rolam no chão, pra descansar ou esfriar o jogo.






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