sexta-feira, 8 de julho de 2016

 CRUZEIRO VIRA PRONTO SOCORRO - ALEX E ALISSON SÃO INTERNADOS OUTRA VEZ NO DM.

Paulo Bento não deixou dúvidas em sua entrevista coletiva depois do triunfo por 2 a 1 sobre o Vitória, no Barradão: tá preocupado com o excesso de lesões dos jovens jogadores do Cruzeiro. Depois de perder Mayke e Elber por problemas musculares na última semana, o português precisou substituir Alex e Alisson nessa quarta-feira, no jogo pela Copa do Brasil – o primeiro deixou o campo por problemas no músculo adutor da coxa direita, enquanto o segundo não voltou para o segundo tempo devido a um incômodo na parte posterior da coxa direita.

“Não estamos a passar por boa fase em termos de disponibilidade, em termos físicos de jogadores. Neste momento há desequilíbrio dentro do próprio elenco. Tentaremos gerir no calendário extremamente complicado, com pouco tempo para recuperar um jogador, hoje um jogo numa competição diferente, com intervalo muito curto”, disse o técnico português, que seguiu lamentando.

TRINCHEIRA: Isso é coisa de DM fraco e de fisioterapia sem competência. A melhor coisa é contratar gente sem apoio político no clube. Liberam os atletas sem completa recuperação.

Falou mais o técnico azul:
“Alisson a princípio estava em condição de jogar, Arrascaeta tem feito uma série de jogos com rendimento extraordinário, entendemos que hoje seria dado um descanso, mas não foi possível em função da lesão do Alex. É algo que teremos que analisar todos em conjunto, sentarmos, falarmos. São demasiados problemas em jogadores numa faixa etária em que normalmente não é muito comum. Teremos todos que nos sentar. Não é normal que haja tantas lesões”, pontuou.

As histórias de alguns jovens do Cruzeiro no departamento médico já viraram novelas. Mayke frequentou o espaço na Toca da Raposa II pelo menos em outras três ocasiões nesta temporada. Alisson é outro que vive longo drama com a quantidade de problemas musculares. Marcos Vinícius, por sua vez, entrou e ainda não saiu: foram quatro meses tratando a coxa esquerda até ser liberado para a preparação física na última semana.

Contra o Furacão, a Raposa terá oportunidade de se recuperar no Campeonato Brasileiro depois de uma derrota, contra a Chapecoense, e o empate com o mesmo Vitória, no Mineirão. Para este duelo, Paulo Bento poderá ter à disposição dois reforços de peso: Rafael Sobis e Ramón Ábila. Eles ainda dependem de regularização na CBF. Bryan e Riascos também retornam aos planos do treinador. A partida está marcada para a próxima segunda-feira, dia 11, às 20h, no Mineirão.

ALISSOM, CANELA DE VIDRO

TRINCHEIRA-Se ficar dependendo sempre de Alisson, a dor de cabeça de Paulo Bento jamais cessará. As contusões de Alisson são motivadas por uma só coisa: a vontade de ir jogar na Europa, numa grande equipe de lá. Várias já estiveram interessadas nele, e o Cruzeiro, inexplicavelmente não quis nem negociar. No entanto, dispensou Marinho e Kieza e Camilo agora no Atlético Furacão jogando muito.

Mais preocupação pra Paulo Bento no Cruzeiro. Além de Henrique, Mayke e Elber, três desfalques de ‘última hora’ pro jogo  contra o Vitória, o técnico português terá novos problemas pra escalar o time no próximo compromisso, o jogo contra o Atlético Furacão, na segunda-feira, dia 11, pelo Brasileirão. Alex e Alisson saíram da partida pela Copa do Brasil reclamando de dores na coxa.

Depois do triunfo por 2 a 1 diante do 
Vitória, o médico do Cruzeiro, Wallace Espada, comentou a situação dos jogadores e revelou que eles passarão por novas consultas estiver em Belo Horizonte.

O Alex sentiu uma dor no adutor da coxa esquerda e o Alisson no posterior da coxa direita. Eles serão reavaliados amanhã na Toca da Raposa e conferir se há necessidade, ou não, da realização de exames”, disse, em entrevista à Rádio Itatiaia.

Para o jogo da próxima segunda-feira, Paulo Bento terá à disposição Bryan e Riascos, que não puderam atuar nesta quarta-feira por já terem disputado a Copa do Brasil vestindo a camisa de América e Vasco, respectivamente. O lateral-direito Mayke (lesão muscular na panturrilha esquerda) e o meia-atacante Elber (estiramento no adutor da coxa) ainda não têm previsão de retorno. Henrique (concussão cerebral)  é dúvida, mas há expectativa por seu retorno.

Contra o Furacão, a Raposa terá oportunidade de se recuperar no Campeonato Brasileiro depois de conquistar apenas dois pontos em seis disputados – a derrota para a Chapecoense e o empate contra o Vitória. A partida está marcada para a próxima segunda-feira, dia 11h, às 20h, no Mineirão.
PRO GALO, PEGAR FLAMENGO EM BRASÍLIA SÃO FAVAS CONTADAS E A PRIMEIRA VITÓRIA FORA DE CASA.

No Mané Garrincha foi que o Galo teve a vitória por 4 a 1, diante do Fluminense, em 2015. Vencer fora de casa é fundamental pro time conquistar o Campeonato Brasileiro. O título da competição é um dos objetivos do Atlético. No entanto, a equipe ainda não triunfou atuando fora de Belo Horizonte em 2016. Foram quatro empates e uma derrota (aproveitamento de 26,67%). Agora, o Galo tentará tirar proveito ao enfrentar o Flamengo, no Mané Garrincha. A previsão é de que o estádio receba um bom público já que tanto o Alvinegro quanto o clube carioca têm muitos torcedores residentes em Brasília.

A equipe do Rio de Janeiro está sem local fixo para atuar desde o início do campeonato, o que pode gerar desgaste dos jogadores por conta das várias viagens. O Maracanã, estádio onde o Flamengo manda seus jogos, está fechado para a disputa da Olimpíada, que terá início no dia 5 de agosto.

“A gente pode explorar esse fator, da falta de um estádio (do Flamengo). Aproveitar a instabilidade da equipe adversária, a torcida deles também, que não se sente à vontade. Vamos tentar explorar todos os aspectos da melhor maneira possível, para que dentro de campo a gente consiga fazer um grande jogo e vencer o Flamengo”, disse o zagueiro Leonardo Silva.

Ao todo, o Atlético já disputou dez partidas no Mané Garrincha. Venceu quatro, empatou três e perdeu três. Marcou 14 gols e sofreu dez, segundo dados oficiais do clube. Após a reforma do estádio para a Copa do Mundo de 2014, o Galo perdeu para o Flamengo por 3 a 0 em 2013, empatou com o Botafogo por 0 a 0 em 2014, e triunfou sobre o Fluminense por 4 a 1 na temporada passada. Todos esses jogos foram válidos pelo Campeonato Brasileiro

O Atlético abriu o placar em três dos cinco jogos realizados fora de Belo Horizonte. Porém, não segurou o resultado e acabou cedendo o empate. Contra o Vitória, o Atlético vencia por 1 a 0 até os 33 minutos do segundo tempo, quando o atacante Kieza igualou o marcador. Contra o Sport, em um jogo muito movimentado, o Galo chegou a fazer 4 a 2, mas com os gols de Edmílson e Diego Souza, o time pernambucano deixou tudo igual. No último domingo, a mesma história. Fred abriu o marcador para o Alvinegro, e Gustavo Ermel do Figueirense empatou a partida. Em Santa Catarina, no entanto, o Atlético jogou por quase todo o segundo tempo com um jogador a menos, por conta da expulsão de Fred.

Para o goleiro Victor, é preciso ter mais tranquilidade para “matar a partida” e sair com os três pontos. “É difícil quando você sai na frente fora de casa e pensa só em administrar. Até porque nossa equipe tem uma tendência de atacar o adversário. Talvez, ter um pouquinho mais de tranquilidade para matar o jogo, fazer uma leitura correta para o contra-ataque, se posicionar melhor para que o adversário não consiga criar oportunidades. Mas, é sempre difícil jogar fora de casa”, afirmou

Rafael Carioca também ressaltou a importância de vencer fora de casa. O volante, inclusive, deu exemplo do Grêmio, que diante de um Independência lotado bateu o Galo por 3 a 0, na terceira rodada do Brasileirão. Após 13 rodadas, a equipe gaúcha ocupa a 13ª colocação, com 24 pontos, quatro a mais que o Alvinegro, que está em nono lugar na tabela.

“Jogando fora de casa, com um placar muito curto, é difícil de segurar o jogo, porque as equipes vêm pra cima. Então, é procurar fazer aquilo que o Grêmio fez aqui no Independência contra a gente, quando matou o jogo logo no primeiro tempo e depois jogou tranquilo. É conseguir ter essa inteligência, ter muita calma e jogar fechadinho, para quando a gente sair marcar e matar o jogo”, disse.

SÉRGIO VIEIRA APROVOU ATUAÇÃO DO AMÉRICA CONTRA O FORTALEZA, NO HORTO, PELA COPA DO BRASIL


O América entrou no jogo desta quinta-feira contra o Fortaleza pressionado. A equipe vinha de quatro derrotas no Campeonato Brasileiro, sem marcar sequer um gol. No entanto, quando se trata de Copa do Brasil, o Coelho permanece invicto no torneio de mata-mata e leva a vantagem mínima para o confronto de volta no Ceará. Após a vitória no Horto, o técnico Sérgio Vieira analisou a atuação americana e fez elogios ao elenco alviverde.
Diferentemente da Série A, em que os erros no início das partidas prejudicaram os planos traçados pelo português para os 90 minutos, o Coelho entrou concentrado e não deu grandes espaços para o adversário. O Fortaleza só teve a primeira boa chance de marcar com 32 minutos do primeiro 
tempo, em contra-ataque. Com o América dominando a posse de bola e as ações, essa era a única forma que o Tricolor Cearense conseguia levar perigo.

Para Sérgio Vieira, independentemente da 
vitória ter sido pelo placar mínimo, a equipe deve se orgulhar do desempenho e da atuação diante do Leão. O treinador americano citou que o time passa a trabalhar menos pressionado e com alegria pelo triunfo conquistado. “A gente se preparou para esse jogo. Independentemente do resultado, de ter ganhado apenas por 1 a 0, e da forma como foi, nós cumprimos com o objetivo de ganhar. Naturalmente nem tudo foi perfeito, mas o fato da gente ter ganhado já é um grande passo”, comentou o comandante americano, que ainda fez questão de parabenizar o elenco.

“Não foi uma vitória qualquer. Foi uma vitória que outros não conseguiram, como foi o caso do Flamengo. Ontem o Fluminense também não venceu. Os nossos jogadores estão de parabéns. A gente leva a alegria, a motivação da vitória, do dever cumprido. Do plano de jogo cumprido”, complementou Vieira.
O 
treinador americano ainda projetou a sequência da equipe na temporada. O América volta o foco para o Brasileirão. A situação do time na competição é extremamente delicada. O Coelho é o último colocado, com oito pontos, e visita o São Paulo no Morumbi, pela próxima rodada. Se não pontuar, o Alviverde pode ver a diferença para o primeiro clube fora da zona de rebaixamento chegar aos 10 pontos. Na visão do técnico, mesmo que a atuação não seja boa, o resultado é mais importante neste momento.

“A gente leva o comprimento do plano de jogo, a motivação para o jogo contra o São Paulo e a alegria da vitória. Em termos de vontade de ganhar, de entrega ao jogo, de superação e de união, tem que ser a mesma. A forma que a gente encarou esse jogo, do ponto de vista mental, é aquilo que temos que levar para os próximos jogos. Para todos os jogos. Vão ser finais, vão ser grandes guerras, grandes combates. Em muitos momentos a gente não vai conseguir colocar a qualidade que a gente queria, mas a medida que o tempo vai passando a gente vai ganhando qualidade no nosso jogo. Deste jogo, levamos a entrega, a dedicação, a vontade enorme de querer ganhar”, finalizou


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