domingo, 10 de julho de 2016


LISBOA EM FESTA. PORTUGAL CONQUISTA PELA PRIMEIRA VEZ A EUROCOPA SEM CR-7

   CR-7 saiu machucado aos 15m do primeiro tempo, chorou na hora e depois chorou com Portugal conquistando seu primeiro caneco na Eurocopa

Capitão, Cristiano Ronaldo levanta a taça: lesionado, astro ficou na torcida pelos companheiros durante o jogo
O cenário parecia perfeito para uma festa francesa, com estádio lotado, geração talentosa em campo e um rival sem o seu melhor jogador desde os 15 minutos do primeiro tempo.
O que os franceses não contavam, no entanto, era com o atacante Éder, que atua no Lille. Coadjuvante durante toda a campanha portuguesa, ele fez um belo gol no segundo tempo da prorrogação, calou o Stade de France e sacramentou a vitória por 1 a 0 de Portugal sobre a França, neste domingo.

Foi a primeira conquista portuguesa na Eurocopa, coroando, apesar da ausência na decisão, a participação de Cristiano Ronaldo com o seu país. Chorando copiosamente com a conquista, ele agora celebra um patamar não alcançado por nenhum outro atleta português na sua história. Os franceses, por sua vez, desperdiçam a chance de serem tricampeões e perdem um torneio em casa pela primeira vez. Antes, haviam vencido a Euro de 1984 e a Copa de 1998, essa sobre o Brasil, com um 3 a 0 na final.

DE MANHÃ, EM BRASÍLIA, GALO ESQUECE COMO JOGAR E PERDE DE 2 A 0 PRO FLAMENGO




O mano Fábio Paceli Anselmo, vestiu sua camisa do Galo e foi esperar seu presente de aniversário no Mané Garricha. Ganhou não!







O Atlético teve uma atuação muito abaixo de seu potencial na manhã deste domingo, contra o Flamengo, em Brasília. Diante do Rubro-Negro, o Galo criou pouco e não aproveitou as boas chances que teve pra marcar. A derrota por 2 a 0 deixa lições à equipe comandada pelo técnico Marcelo Oliveira, que não gostou nada do futebol apresentado pelos jogadores no Estádio Mané Garrincha.

Fizemos um início de jogo muito ruim, com o Flamengo apertando nossa saída de bola. Até os 18 minutos, foi um desempenho fraco, a gente não conseguia jogar e não conseguia marcar. A partir dali, o Atlético entrou no jogo, teve oportunidades. Tivemos uma boa oportunidade com o Clayton, com o Patric, algumas bolas cruzadas, mas a gente não tinha o homem no momento certo para fazer o gol".
"No segundo tempo, eles jogaram no nosso erro. Eles voltaram atrás e nós aumentamos nossa posse de bola. Eles usaram nosso erro para fazer o segundo gol. A gente teve volume em algumas situações, mas a gente esbarrou na escolha, na parte técnica e no poder de decisão para colocar a bola para dentro”, disse Pacote.

Sem Fred, Marcelo Oliveira optou pelo jovem Carlos na função de centroavante. Várias bolas foram cruzadas pelos jogadores de lado do Atlético na área do Flamengo, mas em nenhum momento apareceu qualquer jogador em condições de finalizar as jogadas. O treinador atleticano diz que fica a lição para equipe, que precisa melhorar seu poder de decisão.

A gente sabia que teria esse tipo de situação. O Fred e o Pratto estão fora. Optei pelo Carlos, trocando de posição com o Robinho. O início foi ruim, depois a gente criou situações, alguns cruzamentos bons, mas a bola passou ou foi na mão do goleiro, porque nossos atacantes não anteciparam na jogada. Fizemos a opção pelo Patric, que vinha jogando mais. O Flamengo usou do nosso erro no segundo tempo, mas a gente teve volume, posse maior. Tentamos o tempo todo, tivemos o comprometimento dos jogadores, mas fica a lição desse poder de decisão e não começar o jogo da forma que foi”, completou.

DESFALQUE MAIS SÉRIO

Antes da partida, o Atlético teve outro grande desfalque. O time entrou no gramado e só na hora do Hino Nacional o torcedor deu falta do equatoriano Cazares, destaque da equipe no Campeonato Brasileiro. Ele se lesionou no aquecimento e ficou fora da partida. De acordo com Marcelo Oliveira, a ausência do jogador fez diferença, já que a equipe treinou com o armador durante toda a semana. 

“Ele vinha fazendo gols, jogando bem. Ele treinou a semana toda. Treinamos de uma forma, criamos situações com ele e Robinho, mas tivemos que modificar. Mas isso acontece. Pelo momento do Cazares, ele fez falta
,
concluiu.

Estreando o horário da manhã, em Brasília, no Estádio Mané Garrincha, o Galo jogou mal e não conseguiu segurar o Flamengo, que atravessa boa fase e fez 2 a 0, com o meu mano Fábio Paceli na arquibancada à espera da vitória como presente de aniversário do seu time do coração. Paceli comemorou 7.7 dia 8 de julho e levou a Anselmada toda pra ver a partida. Saiu cabisbaixo e pê da vida com a atuação alvinegra.


 Marcelo Pacote desesperado com as contusões


HOSPITAL DA TOCA NÃO ESVAZIA E A CADA DIA ENCHE MAIS: PAULO BENTO TEM PROBLEMAS PRO JOGO DESTA SEGUNDA NO MINEIRÃO


O Cruzeiro organizou uma conferência de imprensa  só pra informar o que seus médicos negavam a fazer há vários anos: voltar a divulgar o prazo de recuperação e a gravidade das lesões dos atletas, e o que roubou a cena foram mais dois anúncios de contusões:  dos meias Alisson e Alex, além da nova cirurgia que do menino Judivan será submetido e que o colocará no estaleiro por um ano. Céus.

Com essa novas baixas, aumenta ainda mais o calvário dos cruzeirenses. O departamento médico do clube hoje trabalha na recuperação do
 lateral-direito Mayke (lesão na panturrilha esquerda), do meia Marcos Vinícius (coxa esquerda), do volante Marciel (joelho esquerdo) e do zagueiro Dedé (patela do joelho direito), além dos três atletas acima citados.

TRINCHEIRA: Algo está errado sim, como comentou o técnico Paulo Bento; e não é só com o calendário não, penso eu. Errado - e muito - com o DM Cruzeiro. Convém a torcida cobrar. Jogador que entra lá não sai mais. Vide os exemplos atuais.
                                Meninos Alisson, Alex e Judivan vítimas do DM

Pro jogo desta noite, pelo Brasileiro, no Mineirão, estreando no horário noturno da CBF o Cruzeiro não sabe como escalar a equipe contra o Atlético Furacão. Sua sorte é que Rafael Sobis e Edimar foram registrados.
O Cruzeiro informou que Alex sofreu no músculo adutor da coxa direita e Alisson teve  contusão na parte posterior da coxa direita. Eles ficarão fora por seis e oito semanas, respectivamente. Os jogadores se machucaram no triunfo por 2 a 1 sobre o Vitória, na última quarta-feira, no Barradão, pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil.

Quanto a Judivan, considerado uma das grandes revelações do Cruzeiro nos últimos anos,vem, aos poucos, sendo vencido pelas lesões. Depois de machucar o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, quando defendia a Seleção Brasileira no Mundial Sub-20, em junho de 2015, ele foi submetido a duas cirurgias pra se recuperar do problema. Em novembro, passou por nova artroscopia. Como o tratamento não evoluiu, o Cruzeiro anunciou nova cirurgia , que ficará de fora dos gramados de 10 a 12 meses.

Participaram da entrevista na Toca da Raposa II o médico Sérgio Freire Júnior, o diretor de futebol Thiago Scuro, o diretor de comunicação Guilherme Mendes, além do jogador Judivan e do supervisor do departamento médico Daniel Baunfeld. O Cruzeiro chamou a imprensa para explicar as muitas lesões depois de críticas públicas do técnico português Paulo Bento, que estranhou os problemas após o jogo contra o Vitória. “É algo (as muitas lesões) que teremos que analisar todos em conjunto, sentarmos, falarmos. São demasiados problemas em jogadores numa faixa etária em que normalmente não é muito comum. Teremos todos que nos sentar. Não é normal que haja tantas lesões”, afirmou o treinador, na última quarta-feira.

SAUDADE DE MINHA ORIGEM

Tem certos dias em que penso em minha gente e o primeiro quadro que logo me vem à mente é meu saudoso pai, Sodico, sentado, confortavelmente, à porta de nossa ampla casa, na rua Raul Soares, 241.Ali ele reparava  a gente amiga e humilde subindo e descendo a rua nas tardes bonitas de Caratinga.
Nossa rua que antes chamava-se Rua das Flores- segundo me informou o colunista social, Tião de Lima, de saudosa memória - nesse meu tempo de recordação não tinha calçamento nenhum e era dividida no meio por postes de ferro fundidos, que, segundo a lenda, na época das revoluções políticas eram arrancados e transformados em canhões de um tiro só, visto que se arrebentavam após o disparo. ,
Sem uso bélico, o poste servia pra dividir a rua em mão e contra-mão nas subidas e descidas dos fordinhos 29, alguns carros de praça, outros particulares que infestavam a cidade. Na cadeira de palhinha na calçada, eu Pai, sereno e vigilantes, de tal pose que tornou-se depois Juiz de Paz da cidade. Ali tinha o aspecto importante de respeitado patriarca de uma família feliz, como realmente éramos e somos até hoje, apesar da ausência deles e de minha Mãe Geralda e meus quatro irmãos Zito, Neném, Dodora, Fábio.
Sou o caçula desta turma maravilhosa. Tenho que destacar, também, tia Lucília, irmã de Mamãe e minha madrinha; ela foi importante na minha criação. Tempos divinos e eu que não creio hoje peço a Deus que proteja e receba esta gente, pois alguns já subiram, gente humilde, que vontade de chorar- Obrigado ao Garoto, Chico Buarque e Vinicius de Morais, pela linda canção Gente Humilde à qual me recorro agora.
Em frente à nossa casa, relembro do boteco do Zé Francisco. Ele fritava um torresmo divino - pele e carne. Enchia os olhos do Sodico e lhe dava água na boca. Lambia os lábios de longe. A matriarca Gerald lhe negava o direito de saborear o torresmo divino  por causa da saúde já meio baleada.  No entanto, quando eu o visitava, cruzava a rua, botava uma mesinha na porta do boteco, enchia-a de cervejas e pedia um pratinho de torresmo gordo e magro. Fazia uma ponte aérea, corria do outro lado e matava a vontade de Papai.
Vejo-o à porta de casa, escondendo parte do torresmo enorme e carnudo, enquanto saboreava a outra parte, enfiando-lhe o único dente da boca e absorvia o resto aos chupões. Na casa, Dona Geralda preparava pra ele, para mim e meu saudoso sobrinho Lincoln, sujeito bom companheiro e que enxugava a mesa cheia de cervejas, um almoço supimpa.
De vez em quando, Mamãe chegava à calçada e nos chamava para depois repreender:  "Vocês não sabem uma ou três cervejas, querem cinco ou seis". Mamãe não contou direito. Tomamos duas dúzias de geladas. Saudade do Lincoln Anselmo Chaves, filho de minha irmã Dodora e do falecido Raymundo Vieira Chaves.



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