quinta-feira, 2 de março de 2017

SÉMEM ESPALHA-SE PELA EUROPA E CHEGA AO BRASIL

Frísio (ou frisão), também chamado de friesian, é uma raça de cavalos de cor negra originária da Frísia. É um animal de temperamento dócil e fisicamente bastante robusto. É criado principalmente na Frísia, litoral norte dos Países Baixos, de onde se origina seu nome.
É difícil datar a origem do cavalo frísio com precisão. É certo que o cavalo era famoso na Idade Média pois é achado em trabalhos de arte daquele período. No século XVII foi usado para levar carga debaixo de sela. Devido ao seu esplêndido trote, o frísio foi também usado posteriormente para trabalhos leves. Isto, infelizmente, limitou seu uso em agricultura e conduziu a seu declínio do número de animais no início do século XX. Ele quase foi levado à extinção durante a Segunda Guerra Mundial pois era muito utilizado para puxar os canhões, tendo restado apenas cinco garanhões e algumas éguas após a guerra. Uma procriação sistemática restabeleceu a qualidade da raça e seus números são crescentes atualmente.
É animal fácil de ser mantido do ponto de vista econômico, e é muito dócil. Sua popularidade foi alcançada em filmes fO cavalo frísio é o único nativo dos Países Baixos que conseguiu sobreviver à passagem do tempo.
As suas origens remontam a séculos atrás. Sendo uma das mais antigas raças na Europa, esteve à beira da extinção várias vezes ao longo do último século. Graças à devoção de um grupo de entusiastas, sobreviveu até o presente, gozando, hoje, de grande popularidade em todo o mundo.
A sua origem se deu por volta do ano 500 a.C., quando o povo frísio se estabeleceu ao longo do mar do Norte trazendo os seus cavalos, descendentes diretos de Equus robustus. No ano 800, o mar do Norte era denominado mar Frísio, local onde se desenvolveu a raça.[2]
Em cerca de 150, historiadores romanos mencionaram a presença da cavalaria frísia na Britânia, na fronteira entre a Escócia e a Inglaterra. A cavalaria era formada por soldados montando garanhões frísios.
O escritor inglês Anthony Dent remete também para o aparecimento de tropas independentes frísias em Carlisle, no século IV, igualmente formada por ginetes no lombo de cavalos Friesians.
Ele também menciona a influência do cavalo Friesian na raiz do Shire e também nos pôneis Fell. Há inúmeras ilustrações de frísios que participem em torneios e justas na Idade Média. famosos como feitiço de Áquila e muitos outros
A PRIMEIRA DATA ESCRITA SOBRE O CAVALO FRÍSIO REMONTA A 1544.
Durante as Cruzadas e até o fim da guerra dos oitenta anos, foi introduzido sangue de cavalos árabes. Ao longo do século XVII, os frísios compartilhavam pistas com cavalos de origem espanhola em várias escolas onde se pratica a Alta Escola de Equitação.
No fim do século XIX, devido ao declínio da Europa feudal, a presença do cavalo frísio ficou reduzida à província da Frísia, onde se celebravam corridas de trote de frísios atrelados a carruagens.
As corridas logo se tornaram uma festa popular que ocorriam ao longo de toda a província. Em 1823, rei Guilherme dos Países Baixos entregou um "chicote de ouro" ao vencedor de uma grande corrida de trotadores.[2]
Em 1° de maio de 1879, numa pequena aldeia chamada Roodahuizum, foi formado o Registro Genealógico de cavalo frísio, o FPS, e assim, dar o primeiro passo para a salvação da raça. Tal foi o desastre que em 1913 foram apenas três garanhões em serviço, abrangendo: Prins 109, Alva e 113 Friso 117.

Foi quando uma centena de agricultores, preocupada com a situação agonizante da raça, juntou-se para criar uma parceria para a preservação do frísio. A eles, se deve a salvação da raça. O luxuoso cavalo se tornou cavalo de trabalho rural.
 Janinha encontrava-se com o fazendeiro Álvaro todas as manhãs no portão principal estância e lhe fazia entusiasmado relatório oral do estado de Caibi. Cada dia melhor. Tamanha era a entrega da doutora que Álvaro pode imaginar que Janinha usava toda imensa gama de conhecimentos para colocar Caibi em pé de novo.
Para ele, esta dedicação de Janinha devia-se ao amor que ela tinha pelos animais domésticos. Janete, recuperada, tão logo deixou o hospital decidiu acompanhar de perto todo o trabalho de recuperação de seu cavalo..
Com uma pontinha de ciúme logo imaginou que a dedicação de Janinha prendia-se ao amor que, ainda, trazia enrustido por Lucas, Respirou profundamente e pensou: "Vou tomar conta dessa história".Tal situação aumentou a falta de empatia entre elas. Janete reclamou com Lucas.
Lucas não lhe deu ouvidos e nem quis interferir. Entregou o assunto ao destino, mas comentou com o sogro Álvaro. Ouviu atentamente o que ele disse:
 "Esquenta não, meu filho. A data do casamento já está até marcada e nada irá interferir na programação. São coisas de mulheres que elas entendem bem entre si."
No entanto, Lucas resolver tirar conclusões ouvindo as próprias envolvidas. Primeiro foi à fazendo ver como estava o Cavalo e ouvir Janinha. Encontrou-a toda sorridente ao lado de Caibi, prontinho, com arreio e toda parafernália, nos devidos lugares, para uma cavalgada."
Estranhou! Fechou a expressão e perguntou à veterinária:
-"Por que me chamou e ao Álvaro, deixando Janete de fora? Ela é que é a dona do animal com direito ao primeiro passeio com ele."
Também com uma expressão carrancuda, Janinha respondeu: "Que nada! A respeitar este seu ranking o primeiro passeio seria meu, pois eu o salvei. Porém transfiro tal direito pra você, pois as providências que tomou logo após a picada da cobra, com antídotos indígenas, foi o responsável pra aliviar meu trabalho. Parabéns,Lucas" respondeu a moça, entregando-lhe as rédeas.
O rapaz ergueu os dois braços, em sinal de espera, e falou:
"Alto lá, Doutora. O espaço de tempo entre a picada da cobra e sua alta de recuperação é curto. Montar Caibi agora não o mataria?"
-" Isso é assunto meu, respondeu Janinha, ofendida e aos gritos- Dele você não entende nada. O Cavalo está aí são e salvo ". Então Janinha colocou as rédeas nas mãos de Lucas e se despediu: "Até hoje você está magoado comigo. Aproveite a cavalgada e esfrie a cabeça, moço. Fuja das cobras. Adeus, Lucas!"
Cavaleiro e Animal saíram calmamente, andando lado a lado, com Lucas puxando Caiba, pelas rédeas, na imensidão do terreiro da Fazenda El Dorado até encontrarem oPai de Janete Álvaro.
-"E aí, sogrão, gostou da recuperação rápida de Caibi? - falou primeiro Lucas - "está confiante nela?
-"Claro que estou. Trata-se de uma raça robusta fisicamente melhor que os potros selvagens.  Pode montá-lo e fazer uma corrida pelos campos abertos da Fazenda, Lucas", orientou Álvaro.
SÉMEM ESPALHOU-SE PELA EUROPA
O sucesso desta raça foi tão grande na época que os criadores passaram a viver da criação de machos pra exportação ou da reprodução de sêmen in-vitro pra exportar, também e inundaram a Europa com a espécie.
Quando Lucas saiu em disparada rumo às serras que circundam a fazenda, surgiu na estrada principal a PICK-UP de Janete, liberada pelo hospital:
Parou o veículo e gritou: "Papai, onde o Lucas vai no Caibi naquela velocidade toda. Ele quer matar o meu cavalo?"
-"Acalme-se, querida, foi a Janinha que o liberou e determinou que desse uma cavalgada puxada com Caibi para saber se ele se recuperou realmente."
Janete puxou o freio de mão do carro, abriu a porta, e desceu pisando duro:
"Esta mulher que se diz veterinária na realidade é uma louca. Ela quer vingar-se de mim e botou Lucas na sela do meu Caibi para matá-lo. Aí a culpa será dele e eu saberei perdoá-lo".
(Fim do 3º capítulo - Aguarde o 4º e último, mês que vem)
QUE LEGAL, DEDÉ TÁ DE VOLTA!

Dedé está voltando. Nos últimos anos, essa frase foi repetida inúmeras vezes por torcedores e membros de departamentos médicos. O gerúndio do verbo, entretanto, tem incomodado o jogador do Cruzeiro por mais tempo que o esperado. E a luta do ‘Mito’ se arrasta por meses e mais meses. Mais precisamente um ano.

Há exatos 365 dias, em 28 de fevereiro de 2016, Dedé saía andando do gramado do Mineirão. O empate por 1 a 1 entre a Raposa e o América, pela quinta rodada do Campeonato Mineiro, chateava o zagueiro. A perda dos dois pontos, no entanto, se tornaria a menor das lamentações daquele domingo à tarde. Dois dias depois do clássico, o diagnóstico era desanimador: fratura na patela do joelho direito.

O prazo de no máximo seis semanas para recuperação se estendeu - e muito. No período longe dos gramados, a rotina do zagueiro foi agitada: fisioterapia, preparação física, desabafo da esposa, ofensas a torcedor, sondagens, lesão, viagem aos EUA, renovação de contrato...

Dedé, mais uma vez, está voltando. O jogador treina normalmente com os companheiros na Toca da Raposa II. Em breve, deverá ser chamado pelo técnico Mano Menezes para acabar com a ansiedade e enfim correr novamente com a camisa azul e branca.Dedé está voltando. Nos últimos anos, essa frase foi repetida inúmeras vezes por torcedores e membros de departamentos médicos. O gerúndio do verbo, entretanto, tem incomodado o jogador do Cruzeiro por mais tempo que o esperado. E a luta do ‘Mito’ se arrasta por meses e mais meses. Mais precisamente um ano.

Há exatos 365 dias, em 28 de fevereiro de 2016, Dedé saía andando do gramado do Mineirão. O empate por 1 a 1 entre a Raposa e o América, pela quinta rodada do Campeonato Mineiro, chateava o zagueiro. A perda dos dois pontos, no entanto, se tornaria a menor das lamentações daquele domingo à tarde. Dois dias depois do clássico, o diagnóstico era desanimador: fratura na patela do joelho direito.

O prazo de no máximo seis semanas para recuperação se estendeu - e muito. No período longe dos gramados, a rotina do zagueiro foi agitada: fisioterapia, preparação física, desabafo da esposa, ofensas a torcedor, sondagens, lesão, viagem aos EUA, renovação de contrato...

Dedé, mais uma vez, está voltando. O jogador treina normalmente com os companheiros na Toca da Raposa II. Em breve, deverá ser chamado pelo técnico Mano Menezes para acabar com a ansiedade e enfim correr novamente com a camisa azul e branca.


QUE GALO É ESTE?

Com um time horroroso, que a gente não sabe se é o reserva, ou uma mescla de reserva com juniores,o Atlético não conseguiu atingir o objetivo de sair de Chapecó classificado à próxima fase da Primeira Liga, mas ficou bem perto da vaga. Diante dos titulares da Chapecoense, os reservas do Galo ficaram no empate por 2 a 2. Carlos César e Clayton marcaram pelo Alvinegro, enquanto Wellington Paulista e Jesiel, contra, balançaram as redes pela Chape. E não é que o time de Roger fez 2 a 0 no primeiro tempo e no segundo, com sete minutos, e o adversário com 10 homens, tomou o empate.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.