quarta-feira, 3 de maio de 2017

A VERDADE SERÁ SEMPRE A SUA E NUNCA A DOS OUTROS:LEMBRE-SE E SERÁ FELIZ.

Sei que viver em comunidade opinativa, fofoqueira e mal adestrada é algo difícil, para o qual se necessita muito expediente de vida e paciência nas análises. Eu não tenho: sou ermitão e detesto a vida social; aquele agarro do dia-a-dia faço-o apenas pra ser simpático e sociável; incomoda-me mais do que me faz qualquer tipo de bem.

Quem aceitar conviver comigo, ou como diria Dona Geralda, minha mãe, tem que comer um quilo de sal, lado a lado, todos os dias. Terminará por sentir-se isolado, maquiado, estilizado e dominado.

Minha paciência é curta, falo o que penso, detesto fofoca de qualquer tipo. As pessoas mais incisivas que me conhecem alguma coisa dizem e eu não as relevo: sou imparcial, não me submeto, sou franco da franqueza que dói.

Também não reclamo da cozinheira; como qualquer coisa, com muito ou pouco sal, pimenta, não exijo luxo, durmo no chão, porém não me aticem pois falarei alto o que sinto. Brigo bem e dou sorte.

Sou  católico, pouco praticante, mas amo minha religião. Pois amo Nossa Senhora das Graças, a Rainha da Minha Igreja; sou fiel defensor e súdito das palavras e da imagem de seu filho, Jesus Cristo.

Por fim, respeito Deus e faço Dele meu ponto de partida e minha linha de chegada. Quem quiser acreditar, obrigado e que acredite. Quem achar que tais sentimentos são impossíveis de conviverem em mim, foda-se.

Pessoas  existem que imaginam ser sofrimento pra mim ter o seu desprezo e ficar longe delas, afinal choro por elas. Choro fingido, para conquistá-las de novo. Gosto de dançar conforme a música que tais pessoas põem pra dançar.

Se percebo que elas são a encarnação do Mal e do Demônio, dou-lhes o troco e me torno  possuidor de Ódio Imortal e as ventas do Senhor do Inferno, sem acreditar na possibilidade dele existir. Apenas, recrio no palco da vida tudo que li no Inferno de Dante.

Para as pessoas boas, nada fingidas, traiçoeiras, pedantes, criadoras de suas próprias vontades mentirosas, odiadas e que se proclamam boa e cheia de amigas, digo que sou de ótima convivência.

Basta me respeitar como sou, não gritar comigo, não ser falsa, nem traidora, amante de um homem apenas. As capciosas, cheias de armadilhas pra tomar-me algo, que custei a ganhar na vida, cujo preço da compra foi alto, exijo que fiquem longe, no mínimo 120 quilômetros de distância.

Joel se emociona ao lembrar carreira e agradece convite de Galvão Bueno

Treinador diz que é fácil receber convites para participar de programas quando se está na "crista da onda". Muricy elogia capacidade do técnico de administrar um elenco
Existe muita gente que não gosta do treinador Joel Santana. Problema deles. Eu gosto do técnico e da pessoa educada, alegre e de boa convivência. Quando esteve aqui no Cruzeiro eu o entrevistei num programa que Carlos Valadares e eu tínhamos no Canal 13 e ele foi bem legal.
Dono de 14 títulos estaduais, um Campeonato Brasileiro, uma Mercosul e campeão também nos Emirados Árabes Unidos, Joel Santana voltou a exercer a função de técnico de futebol nesta temporada no Boavista, de Saquarema, durante o Campeonato Carioca, após dois anos longe do esporte.
Convidado do "Bem, Amigos!" desta segunda-feira, o treinador se emocionou ao relembrar a sua vitoriosa carreira e agradeceu a Galvão Bueno pelo convite para participar do programa, dizendo que não vive uma grande momento em sua carreira. 
Aos 68 anos, Joel dividiu o sucesso como treinador de futebol com jogadores e auxiliares e destacou o bom relacionamento com todos que trabalhou em sua carreira. Ele citou a sua amizade com Renato Gaúcho, que hoje comanda o Grêmio, e falou de Jair Ventura, que fez parte da sua comissão técnica no Alvinegro entre 2010 e 2011 e hoje é o treinador do clube de General Severiano. 


  Galvão Bueno fez muito bem ao veterano técnico Joel Santana

Agora leio uma matéria sobre ele, aqui no Superesportes. Bem interessante. Joel falou de sua vida profissional com bastante humildade: "- Comecei no Olaria, do mesmo jeito que todo brasileiro. Com dificuldade. E você chegar e trabalhar nos clubes que eu trabalhei e conseguir o que nós conseguimos, já que eu nunca ganhei nada sozinho. Os auxiliares que eu tive e os jogadores que me ajudaram acima de tudo. Você deve ter visto os jogadores me beijando, um auxiliar me beijando dentro de campo, outro me levando nas costas, como aconteceu com o Renato e eu torço muito por ele lá no Grêmio. Com o Jair (Ventura) eu tenho o maior respeito".

-"Ele foi o meu auxiliar lá no Botafogo e que me reverenciava. Então, isso é bonito na vida do treinador, você ser querido por onde passar pelo que fez, pelo que você representa e pelo respeito que tenho com todos (...). Acima de tudo, agradecer a você (Galvão). Levar para um programa, quando você está na crista da onda, é mole. Agora, quando a gente está em baixa, aí que nós vemos os amigos que nós temos no futebol. Obrigado por eu ter vindo aqui. Muito obrigado"- disse, com a voz embargada. 

A emoção do treinador também levou às lágrimas o comentarista de arbitragem Arnaldo Cezar Coelho, sentado ao lado de Joel na bancada.
- Eu sei a história desse cara. Eu vi (o começo) no Olaria - disse o ex-árbitro. Adversário de Joel Santana no período como técnico de futebol, Muricy Ramalho, hoje comentarista do SporTV, fez questão de elogiar o companheiro de profissão e disse que ele tem como principal característica saber administrar e manter um bom ambiente dentro de um grupo de jogadores de futebol.

- A gente conversa com os jogadores que trabalharam com o Joel, o próprio Caio Ribeiro também. O forte do Joel é saber trabalhar com a gestão dos jogadores, que é algo muito difícil. Fazer com que 30 caras diferentes possam pensar da mesma forma. É muito difícil. Por isso, não é fácil ser treinador de futebol. Ainda mais ganhar como ele ganhou. São caras diferentes e tem que ter um único objetivo. Para você fazer isso, você tem que ser muito bom.

Além de ser competente dentro de campo, tem que ser fora também. Isso é a gestão de atletas, que o Tite está fazendo na Seleção também. Então, eu acho que a força do Joel sempre foi isso, além da parte tática e técnica, que é uma obrigação também.

Joel Santana deixou  o comando do Boavista após o fim da participação do clube no Campeonato Carioca, mas seguirá como consultor técnico. O treinador tem em seu currículo passagens por clubes como Vasco, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Corinthians, Vitória, Bahia, Internacional, Guarani, Cruzeiro, Vegalta Sendai, Al Hilal e Al Wasl. Além da seleção da África do Sul. que dirigiu na Copa das Confederações de 2009.


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