terça-feira, 9 de maio de 2017

O PRESIDENTE E E LATERAL, ARROGANTE, METIDO A CRAQUE , DO GALO PROVOCAM CRUZEIRO COM GOLEADA DE 9 A 2 QUE O TEMPO CONSUMIU, E SE ESQUECEM  DAQUELA POR  6 A 1, BEM RECENTE,  NA ÉPOCA DELES.

No pôster de campeão do Atlético, Marcos Rocha, arrogante lateral direito, que sonhou certo dia com a Seleção Brasileira, mas nunca passou da tentativa de ser clone de Carlos Alberto Torres ou Leandro, posou com o sinal de ‘9’ nas mãos, referente à goleada atleticana por 9 a 2 sobre o time celeste, em 1927.
Durante a partida, MR provocou os adversários o tempo todo, com a mesma gozação, que ele nem viveu. Até mesmo na história do clube, Marcos Rocha é franguinho de pelúcia, pois na frente dele estão Getúlio, Humberto, Nelinho, Alves e até Alfinete.
Outro gozador foi o cabeça de bagre Maicosuel, reserva do time mesclado,  e craque de araque, que devia ter ficado no exterior aonde gostam desse tipo de gente .
Já o pior presidente que o Atlético já teve, Daniel Nepomuceno, extravazou na festa de campeão promovida numa boate, entoando hinos pejorativos ao Cruzeiro e até qualificando o elenco pra que volte a frequentar esta casa noturna. Exemplo bem dado desta cria de Alexandre Kalil, cuja fama de bravo e doente pelo Atlético seria incapaz de tais indelicadezas com o arquirrival , longe dos gramados.
Minha preocupação agora é que isso seja o estopim pra voltar das brigas entre Atlético e Cruzeiro nos gramados, estendendo-se para as arquibancadas e em torno dos estádios como antigamente. Torcedor matando torcedor. Só pessoas de inteligência curta como o Presidente atual, o lateral direito e Maicosuel não entendem que acendem uma perigosa fogueira como em outros tempos.
O Atlético venceu, estava previsto, foi campeão e a torcida comemorou. Pronto, deixem com ela, pois merece. De minha parte, como comentarista esportivo, fiz o que devia ao analisar as possibilidades de cada time no clássico e afirmei que o Galo venceria, pois tá melhor que o acovardado e desarrumado Cruzeiro de Mano Meneses.
Não deu outra: o trio de famosos azuis - Thiago, Arrascaeta e ..Rafael Sóbis ficaram na berlinda junto aos torcedores. Afinal, passearam em campo e não jogaram nada. Foram engolidos pelo meio-campo do Galo.

Surpresas e mais surpresas: Quem como eu viu o "Jornal Nacional" do último sábado deve ter se espantado como eu,ao ouvir o ex diretor de engenharia e serviços da Petrobrás, Renato Duque, dizer ao Juiz Sérgio Moro que tem escondido em algum lugar do mundo 20 milhões ( isto mesmo 20 milhões de euros) dos roubos que praticou na Petrobrás.
Espanta se ainda mais quando ele disse ao Juiz que está disposto a devolver o dinheiro.É só indicar o caminho de volta da "grana".Como diz conhecido poeta paraibano " -"ninguém se perde no caminho de volta", o dinheiro pode ir direto pro cofre da empresa de petróleo brasileira.
Torcida celeste pega nos pés de Thiago Neves, Arrascaeta e Rafael Sóbis, maiores salários do Cruzeiro e dos quais muito se esperava no clássico.

O fato de não voltar na marcação no lance do segundo gol do Atlético rende a Rafael Sobis uma enxurrada de críticas. Ele recebeu tranco legal de Marcos Rocha, perdeu a bola e apenas passou a observar o lateral alvinegro avançar e armar a jogada do gol do título.
O que houve ali no lance do segundo gol: preguiça de correr atrás do adversário ou o velho e maldito hábito brasileiro de querer cavar falta?”, postou um torcedor.

“Justifique o investimento que o Cruzeiro fez em vc! Vc e Thiago Neves estão jogando muito em rede social...dentro de campo só fazem número! (sic)”, reclamou outro cruzeirense.
Poucos torcedores defendem o atacante: continua fazendo seu trabalho, Sobis, muita gente vai queimar a língua ainda!”.

Thiago Neves também tem sentido o peso da ira do torcedor. Maior salário do Cruzeiro, o armador teve duas oportunidades de virar o jogo para o Cruzeiro, mas desperdiçou as chances. Na melhor oportunidade, Arrascaeta o deixou livre de marcação, mas Neves errou a cabeçada.

“Reage, Thiago, o ano não acabou mas vc tem que mostrar porque veio e fazer jus ao salário que recebe (sic)”, reclamou um torcedor.

“Tem que passar a ser menos rede social e voltar a jogar bola, Neves
”, criticou outro.

“Cadê a raça, a vontade de ganhar, quando o time tá sem a bola, dar carinho, chega junto, chama a torcida, bate no peito (sic)”.
Outros jogadores também estão sendo questionados nas redes sociais.

O meia Arrascaeta, praticamente neutralizado por Adilson, teve que ler provocação nas redes sociais:
 E ai, Arrascaeta, vc viu o Adilson por ai? (sic)”, brincou um atleticano.
TRINCHEIRA: Era só Arrascaeta responder: "Vi sim, mas ele sumiu depois porque foi expulso de tanto me dar porradas"..
O
O zagueiro Leo também não foi poupado. O juiz corre mais que você”, disse um torcedor. 
TRINCHEIRA: O torcedor comenta o fato de a televisão mostrar o contra-ataque do Galo com Léo correndo ao lado do soprador de apito Igor que chegou na frente. Léo deve responder: "Me mostraram em câmara lenta e ele em super rápido."

Eu enquanto de cavanhaque e o meu companheiro Baião, figura de destaque na televisão da Santa Terrinha, Caratinga. 







Felipão esculhambou o Palmeiras pela demissão do jovem treinador Eduardo Baptista, filho de Nelsinho Baptista. Aliás este é dos temas que domina a mídia esportiva:  a cobrança por planejamento a médio e longo prazo!! Os comentaristas esportivos e os próprios torcedores são uníssonos em reconhecer que nossos clubes carecem de planejamento, de profissionalismo, e que reside nesse fato, grande parte de seus insucessos.

Pois bem, paradoxalmente, basta que o treinador de um grande clube brasileiro experimente 3 ou 4  resultados decepcionantes para que surjam os primeiros ruídos de demissão, sejam vindos das arquibancadas, sejam vindos do rádio, da internet ou da TV.

Trata-se de grande contrassenso que  contribui na manutenção deste status de casuísmo, o qual impede que treinadores desenvolvam  planejamento de médio e longo prazo, com modelos e esquemas de jogo específicos, bem como revelando jovens jogadores, como se vivencia na Europa.

O afã demissionário é tão grande, que sequer o triunfo em qualquer campeonato estadual consegue sustentar o contrato do treinador, se a sua equipe experimentar início decepcionante no Campeonato Brasileiro.

Assim, a demissão do treinador cuja equipe lidera o seu grupo no mais importante torneio do continente, tem que suscitar reflexões acerca do que pretendem os clubes em termos de planejamento esportivo.

TRINCHEIRA: Definitivamente, contratar e demitir técnicos sequencialmente, assumindo o pagamento de multas milionárias por rescisões antecipadas de contratos de trabalhos não é a melhor alternativa, seja do ponto de vista jurídico, seja do ponto de vista desportivo.  




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