segunda-feira, 5 de junho de 2017

PQP: que joguinho mixuruca este 0 a 0 de Atlético e Palmeiras.

Faltou de tudo, inclusive gol, pois Victor não deixou e defendeu até o pênalti que Márcio Resende, comentarista de arbitragem da Globo, como sempre faz quando a coisa acontece contra nós,  achou que existiu. Foi o único a entender como legítimo a marcação do árbitro carioca, neste solo pátrio. Quanto ao jogo, eu vi  dois times sem inspiração, futebol feio de ambos os lados, embolado no meio de campo, numa demonstração que o medo de perder falou mais alto pra  Roger Machado e Cuca. E com razão: o Santos mandou embora seu técnico, Dorival Júnior, que perdeu o clássico pro Corinthians pelo mesmo placar, 2 a 0.
Mano Menezes aceitou as vaias do Mineirão e as acatou como justas.

EMPATE COM PALMEIRAS EM SP JOGA O GALO PRA ZONA DO REBAIXAMENTO.
O Bonito e o feio. No caso de o bonito, é a invencibilidade de 12 jogos que o Galo manteve pra cima do Verdão, com o 0 a 0 de domingo, no Allianz Parque, em SP.
Feio, é que o resultado pôs o Atlético na Z-4, ou seja, na zona do rebaixamento da Série A; bem que o Galo pode voltar a fazer bonito na próxima quinta-feira quando enfrenta o Avaí no Horto.
O Palmeiras mandou no jogo o tempo todo, apesar de mediocridade do futebol apresentado, mesmo assim o Galo marcou primeiro, com Rafael Moura, mas a arbitragem anulou, alegando que o atacante ajeitou a bola com a mão.
 Este juiz, Marcelo de Lima Henrique, é feroz inimigo do futebol das Geraes.
DE BOLA DÁGUA PRA SABÃO
A zona do rebaixamento está plena de Atléticos - o Mineiro( 3 pontos), o Paranaense(1 ponto) e o Goiano( não pontuou, ainda), cada qual tem sua vaguinha atual no descenso. Passemos então, da bola d'água já pro sabão em pó, pois este domingo foi de infelicidade total para o futebol das Geraes.Vamos falar de coisa boa:
O descansado presidente Daniel Nepomuceno concedeu ótima entrevista ao deputado João Vitor Xavier, repetindo o que tem dito às pessoas que convivem com ele no dia a dia: o Atlético já tem parceiros que garantem a construção do estádio próprio e sem comprometer as finanças do clube.

O mesmo que foi dito aos conselheiros na última reunião do ano passado, na Sede de Lourdes. Mas, por incrível que pareça, há gente contra, talvez por desconhecimento pleno dos acordos que estão acertados com os futuros parceiros, ou em defesa de outros interesses, salientou o exímio colunista Chico Maia, também assessor do provável governador Alexandre Kalil. Disse mais o menino de Sete Lagoas:
-". Pelo que ouço de integrantes do Conselho e de quem conhece bem os bastidores do Atlético, a diretoria executiva terá o projeto aprovado pela maioria, mas certamente haverá muito bate-boca nas próximas reuniões".

SIGAM O EXEMPLO DO PEIXE: É HORA DE MUDAR TUDO NA TOCA DA RAPOSA II

PQP: que joguinho mixuruca este 0 a 0 de Atlético e Palmeiras.
Faltou de tudo, inclusive gol, pois Victor não deixou e defendeu até o pênalti que Márcio Resende, comentarista de arbitragem da Globo, como sempre faz quando a coisa acontece contra nós,  achou que existiu. Foi o único a entender como legítimo a marcação do árbitro carioca, neste solo pátrio. Quanto ao jogo, eu vi  dois times sem inspiração, futebol feio de ambos os lados, embolado no meio de campo, numa demonstração que o medo de perder falou mais alto pra  Roger Machado e Cuca. E com razão: o Santos mandou embora seu técnico, Dorival Júnior, que perdeu o clássico pro Corinthians pelo mesmo placar, 2 a 0.
Mano Menezes aceitou as vaias do Mineirão e as acatou como justas.

EMPATE COM PALMEIRAS EM SP JOGA O GALO PRA ZONA DO REBAIXAMENTO.
O Bonito e o feio. No caso de o bonito, é a invencibilidade de 12 jogos que o Galo manteve pra cima do Verdão, com o 0 a 0 de domingo, no Allianz Parque, em SP.
Feio, é que o resultado pôs o Atlético na Z-4, ou seja, na zona do rebaixamento da Série A; bem que o Galo pode voltar a fazer bonito na próxima quinta-feira quando enfrenta o Avaí no Horto.
O Palmeiras mandou no jogo o tempo todo, apesar de mediocridade do futebol apresentado, mesmo assim o Galo marcou primeiro, com Rafael Moura, mas a arbitragem anulou, alegando que o atacante ajeitou a bola com a mão.
 Este juiz, Marcelo de Lima Henrique, é feroz inimigo do futebol das Geraes.
DE BOLA DÁGUA PRA SABÃO
A zona do rebaixamento está plena de Atléticos - o Mineiro( 3 pontos), o Paranaense(1 ponto) e o Goiano( não pontuou, ainda), cada qual tem sua vaguinha atual no descenso. Passemos então, da bola d'água já pro sabão em pó, pois este domingo foi de infelicidade total para o futebol das Geraes.Vamos falar de coisa boa:
O descansado presidente Daniel Nepomuceno concedeu ótima entrevista ao deputado João Vitor Xavier, repetindo o que tem dito às pessoas que convivem com ele no dia a dia: o Atlético já tem parceiros que garantem a construção do estádio próprio e sem comprometer as finanças do clube.

O mesmo que foi dito aos conselheiros na última reunião do ano passado, na Sede de Lourdes. Mas, por incrível que pareça, há gente contra, talvez por desconhecimento pleno dos acordos que estão acertados com os futuros parceiros, ou em defesa de outros interesses, salientou o exímio colunista Chico Maia, também assessor do provável governador Alexandre Kalil. Disse mais o menino de Sete Lagoas:
-". Pelo que ouço de integrantes do Conselho e de quem conhece bem os bastidores do Atlético, a diretoria executiva terá o projeto aprovado pela maioria, mas certamente haverá muito bate-boca nas próximas reuniões".

SIGAM O EXEMPLO DO PEIXE: É HORA DE MUDAR TUDO NA TOCA DA RAPOSA II

Ninguém achou feio a campanha de técnico Dorival Júnior no Santos. Mas ninguém discordou da sua demissão, após a derrota de 2 a 0 para o Corinthians na Vila Belmiro. Existe outro senão: nos quatro clássicos que disputou esta temporada, o Santos não venceu nenhum deles. Então, pé na bunda do treinador como é norma neste País que já demitiu dois Presidentes da República e está próximo de correr com outro.

Por que então, nesta instabilidade e impaciência do treinador Mano Menezes, o Cruzeiro não busca outra solução antes que seja tarde demais. O culpado da derrota para o medíocre time da Chapecoense, que chegou a BH com jeito de medroso, pelas confusões aprontadas na Arena Condá, foi Mano Menezes.

Mudou de novo o time, que em casa, precisava de vencer pra manter-se ao lado do Corinthians, na liderança, porém escalou a equipe como se fosse jogar fora de casa, cheia de jogadores de meio-campo. Até na lateral direita. Robinho e Ábila no banco de reservas.

E a torcida vaiou Thiago Neves quando pegava na bola e vaiou e xingou o time no apito final. Faltou xingar mais o treinador de "Burro, Burro, Burro" e pedir sua dispensa. Chega, o Chinês Menezes já aprontou demais e não há saco azul que aguente sua continuação. Que vá pro Santos, e entre o interino simpático e competente - Raul Plasmam, com Evaldo Cruz de assistente - no seu lugar.

A maré de Mano anda tão ruim que até os gols anotados pela Chape foram de ex-jogadores do Cruzeiro: Douglas Grolli e Wellington Paulista.
Na quinta-feira, prevê-se novo tropeção quando os azuis enfrentam o Bahia, na Fonte Nova, em Salvador. Há quem aposte que Mano não dura até lá.



  Até quando Mano aguenta ficar com este time sem tempero e coração?

Ninguém achou feio a campanha de técnico Dorival Júnior no Santos. Mas ninguém discordou da sua demissão, após a derrota de 2 a 0 para o Corinthians na Vila Belmiro. Existe outro senão: nos quatro clássicos que disputou esta temporada, o Santos não venceu nenhum deles. Então, pé na bunda do treinador como é norma neste País que já demitiu dois Presidentes da República e está próximo de correr com outro.

Por que então, nesta instabilidade e impaciência do treinador Mano Menezes, o Cruzeiro não busca outra solução antes que seja tarde demais. O culpado da derrota para o medíocre time da Chapecoense, que chegou a BH com jeito de medroso, pelas confusões aprontadas na Arena Condá, foi Mano Menezes.

Mudou de novo o time, que em casa, precisava de vencer pra manter-se ao lado do Corinthians, na liderança, porém escalou a equipe como se fosse jogar fora de casa, cheia de jogadores de meio-campo. Até na lateral direita. Robinho e Ábila no banco de reservas.

E a torcida vaiou Thiago Neves quando pegava na bola e vaiou e xingou o time no apito final. Faltou xingar mais o treinador de "Burro, Burro, Burro" e pedir sua dispensa. Chega, o Chinês Menezes já aprontou demais e não há saco azul que aguente sua continuação. Que vá pro Santos, e entre o interino simpático e competente - Raul Plasmam, com Evaldo Cruz de assistente - no seu lugar.

A maré de Mano anda tão ruim que até os gols anotados pela Chape foram de ex-jogadores do Cruzeiro: Douglas Grolli e Wellington Paulista.
Na quinta-feira, prevê-se novo tropeção quando os azuis enfrentam o Bahia, na Fonte Nova, em Salvador. Há quem aposte que Mano não dura até lá.




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