quinta-feira, 6 de julho de 2017

RAPOSA MOSTRA CONTRA GALO QUE SUA CANTIGA NÃO MUDA: COMEÇA BEM E TERMINA DERROTADA E ENVERGONHADA.

A tão sonhada regularidade no decorrer dos jogos ainda parece distante do Cruzeiro. O time de Mano Menezes perdeu neste domingo o clássico 500 para o rival Atlético, no Independência, por 3 a 1,  e estacionou na parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro. É o 13º colocado em 11 rodadas, com 14 pontos, 15 a menos que o líder Corinthians.


De novo, a oscilação ao longo dos 90 minutos e falhas do setor defensivo contribuíram para esse desequilíbrio. Foi a terceira vez, em cinco jogos, que o Cruzeiro sofreu três gols. Foi assim nos empates por 3 a 3 com Grêmio, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro, e com o Palmeiras, em São Paulo, pela Copa do Brasil – nesse último, o time chegou a estar vencendo por 3 a 0.

 

No clássico, o Cruzeiro teve início avassalador e abriu o placar logo aos cinco minutos, com Thiago Neves, depois de assistência de Alisson. O time se manteve superior ao Atlético e teve outras oportunidades reais de ampliar no Independência. Mas, a partir dos 25 minutos, o jogo mudou de figura. O Atlético começou a sufocar e conseguiu a virada com gols de Cazares, de falta, aos 47, e Fred, aos 49, após falhas de Leo e Caicedo.

 

Na etapa final, como era esperado, o Atlético recuou suas linhas e criou dificuldades para a criação do Cruzeiro, o que já havia ocorrido na decisão do Campeonato Brasileiro. O rival ainda ampliou para 3 a 1 em lance que mostrou novamente a insegurança da defesa. Cazares atacou pelo lado direito, passou facilmente por Leo e cruzou para Fred, que se posicionou de modo que não fosse atrapalhado por Caicedo e Ezequiel, e cabeceou no contrapé do goleiro Fábio. 

O técnico Mano Menezes admitiu, depois do revés no clássico, que o Cruzeiro precisa ser coletivamente mais firme quando for atacado. "Isso tem a ver com questões do jogo. Um adversário grande, como o Atlético, vai viver seus momentos de dificuldade, como viveu nos primeiros 25 minutos (do clássico). Mas isso não é a tônica em um jogo grande. Você tem seus momentos, mas eles também têm os deles. Na hora que eles têm os deles, você tem que ser mais firme do que fomos hoje. É atrás disso que vamos".

 

Nas últimas cinco apresentações, o time sofreu dez gols e chegou à alta média de dois negativos. 

 

Mano Menezes assumiu que algo está errado, mas não atribuiu o excesso de gols sofridos em tão pouco tempo exclusivamente aos zagueiros.

 

"Você sabe que a característica das minhas equipes, algo que se pode dizer sobre elas, que é marcante, é que elas sofrem poucos gols. Temos um fato diferente do que é e que está fugindo à lógica das coisas, e nós temos que achar o porque de isso está acontecendo. Não se deve só aos dois centrais, seria uma injustiça para com os dois centrais e dizer que a culpa é dos dois zagueiros. Sei que o gol passa ali no último momento, mas a gente perdeu um pouco o padrão de se defender".


De acordo com o comandante, algumas decisões tomadas em campo não estão de acordo com o que é treinado. Como o próximo desafio pelo Brasileiro será no domingo, às 16h, no Mineirão, contra o Palmeiras, ele prometeu que encontrará as soluções na semana de trabalho. "Como ela (defesa) quer fazer quando o adversário propõe uma situação diferente, uma entrada de um meia no meio dos seus laterais e centrais, como faz a cobertura com os seus volantes, e a gente começou a fazer ora de um jeito, ora de outro jeito. E nós vamos ter que retomar isso, teremos uma semana cheia agora, e certamente isso não vai acontecer mais".

 

GALO PREGUIÇOSO JOGA MAL E PERDE PARA BOLIVIANOS NA LIBERTADORES.

 

0 Atlético foi derrotado pelo medíocre Jorge Wilstermann da Bolívia, cidade de Cochabamba, a 2.500 metros de altitude, o que torna os times deste País muito perigosos pra se enfrentar lá, naquela caixa de fósforo que chamam de Estádio Felix Caprille.

 

O jogo foi o de ida na fase de grupos da Taça Libertadores e o resultado de 1 a 0 não foi dos piores, pois ao Galo basta uma vitória por dois gols de diferença e ele se classifica. Porém, os bolivianos têm o empate ao seu favor, com qualquer placar.Esta partida será disputada no início de agosto, será uma das 10 que o Atlético cumulou pra tal período.

 

O atacante Álvares fez o único gol do jogo, no período em que os mineiros estavam melhores porém não criaram nada. Paravam na zaga que tinha como destaque o brasileiro Alex Silva, ex-jogador do Cruzeiro, que rodou uma porção de clubes tupiniquins até resolver se transferir pras alturas da Bolívia, adequadas pra ele que tem 1,98 cm de altura.

 

A meninada do Galo, lançada por Roger Machado, foi o único departamento que funcionou bem, na defesa e no meio-campo. Os velhinhos não jogaram nada, exceto Victor. Fábio Santos, Rafael Carioca, Elias, depois Otero, Casares, Robinho, Fred  passearam e dormiram em campo. Valdívia que entrou no lugar de Robinho segue devendo e Rafael Moura pelo menos lutou 15m até cabeceou uma boa na trave.

 

TRINCHEIRA: os jogadores atleticanos reclamaram do gramado inexistente do acanhado estadinho e segundo o "capitão" Victor " não podemos botar a culpa pela derrota apenas no gramado ruim , e nos esquecemos da altitude que não é tão alta, todavia acabou nos prejudicando."

 

trincheira: Verdade, Victor, o time do Galo esteve mesmo uma piada de mau gosto, mole, assustado e longe daquele futebol mostrado dias antes contra o Cruzeiro, no Horto.

 

CRUZEIRO VIVE NO PORTÃO DA CRISE

 

A tão sonhada regularidade no decorrer dos jogos ainda parece distante do Cruzeiro. O time de Mano Menezes perdeu neste domingo o clássico 500 para o rival Atlético, no Independência, por 3 a 1,  e estacionou na parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro. É o 13º colocado em 11 rodadas, com 14 pontos, 15 a menos que o líder Corinthians.

De novo, a oscilação ao longo dos 90 minutos e falhas do setor defensivo contribuíram para esse desequilíbrio. Foi a terceira vez, em cinco jogos, que o Cruzeiro sofreu três gols. Foi assim nos empates por 3 a 3 com Grêmio, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro, e com o Palmeiras, em São Paulo, pela Copa do Brasil – nesse último, o time chegou a estar vencendo por 3 a 0.

 

No clássico, o Cruzeiro teve início avassalador e abriu o placar logo aos cinco minutos, com Thiago Neves, depois de assistência de Alisson. O time se manteve superior ao Atlético e teve outras oportunidades reais de ampliar no Independência.

 

Mas, a partir dos 25 minutos, o jogo mudou de figura. O Atlético começou a sufocar e conseguiu a virada com gols de Cazares, de falta, aos 47, e Fred, aos 49, após falhas de Leo e Caicedo.

 

Na etapa final, como era esperado, o Atlético recuou suas linhas e criou dificuldades para a criação do Cruzeiro, o que já havia ocorrido na decisão do Campeonato Brasileiro. O rival ainda ampliou para 3 a 1 em lance que mostrou novamente a insegurança da defesa.

 

Cazares atacou pelo lado direito, passou facilmente por Leo e cruzou para Fred, que se posicionou de modo que não fosse atrapalhado por Caicedo e Ezequiel, e cabeceou no contrapé do goleiro Fábio. 

O técnico Mano Menezes admitiu, depois do revés no clássico, que o Cruzeiro precisa ser coletivamente mais firme quando for atacado.

 

"Isso tem a ver com questões do jogo. Um adversário grande, como o Atlético, vai viver seus momentos de dificuldade, como viveu nos primeiros 25 minutos (do clássico). Mas isso não é a tônica em um jogo grande. Você tem seus momentos, mas eles também têm os deles. Na hora que eles têm os deles, você tem que ser mais firme do que fomos hoje. É atrás disso que vamos".

 

Nas últimas cinco apresentações, o time sofreu dez gols e chegou à alta média de dois negativos. 

 

Mano Menezes assumiu que algo está errado, mas não atribuiu o excesso de gols sofridos em tão pouco tempo exclusivamente aos zagueiros:.

 

 "Vocês sabem que a característica das minhas equipes, algo que se pode dizer sobre elas, que é marcante, é que elas sofrem poucos gols. Temos um fato diferente do que é e que está fugindo à lógica das coisas, e nós temos que achar o porque de isso está acontecendo".

 

=" Não se deve só aos dois centrais, seria uma injustiça para com os dois centrais e dizer que a culpa é dos dois zagueiros. Sei que o gol passa ali no último momento, mas a gente perdeu um pouco o padrão de se defender".


De acordo com o comandante, algumas decisões tomadas em campo não estão de acordo com o que é treinado. Como o próximo desafio pelo Brasileiro será no domingo, às 16h, no Mineirão, contra o Palmeiras, ele prometeu que encontrará as soluções na semana de trabalho.

 

"Como ela (defesa) quer fazer quando o adversário propõe uma situação diferente, uma entrada de um meia no meio dos seus laterais e centrais, como faz a cobertura com os seus volantes, e a gente começou a fazer ora de um jeito, ora de outro jeito. E nós vamos ter que retomar isso, teremos uma semana cheia agora, e certamente isso não vai acontecer mais".

 

EDERSON MOREIRA DIZ NÃO À CHAPECOENSE E AMERICA RESPIRA EM PAZ

 

0 América recebe o Boa Esporte pela Série B do Brasileiro, no Independência, na próxima terça-feira abrindo uma maratona de quatro jogos, em apenas 11 dias. E o momento que atravessa encheu o time de moral e depois do Boa o Coelho joga contra o Guarani de Campinas, o ABC de Natal e o Figueirense, até o dia 21. Se vencer, o América consolida sua posição junto aos quatro times que formam o G-4 da Série B.

 

Após faltar com o respeito profissional com um ex-atleta que foi durante antes exemplo para o seu elenco e adorado por sua torcida, o São Paulo o dispensou seis meses depois de contratá-lo como treinador. Rogério Ceni foi embora e está desempregado na praça. Sua vaga já foi preenchida porque o São Paulo buscou Dorival Junior que há pouco tempo foi mandado embora, também, do Santos, substituído por Levir Culpi.

 

 

 


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