segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Cruzeiro e Grêmio voltam a se enfrentar nesta quarta agora pela Primeira Liga

GALO FAZ VIRA VIRA SOBRE A PONTE EM CAMPINAS E SE AFASTA DO Z-4. 0TERO FOI HERÓI COM GOLAÇO DE FALTA AOS 44` DO 2º TEMPO

Não foi nada fácil a vida do Atlético diante da Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli, Campinas, na tarde de domingo, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas venceu e de virada, com golaço de Rômulo Otero na cobrança de falta, à entrada da área adversária, fazendo 2 a 1, aos 43 minutos do segundo tempo.
Otero estava no banco de reservas e foi acionado por Diogo Giacomini, substituto Rogério Micale, suspenso. Isso aconteceu aos 34 minutos da etapa complementar, e ele entrou no lugar de Valdívia. Oito minutos depois, Elias sofreu falta e o venezuelano pegou a bola pra cobrar a falta com efeito impressionante e colocar no canto esquerdo do goleiro Aranha.
Com o golaço marcado no Moisés Lucarelli, Otero completa o terceiro gol de falta no ano. O primeiro foi marcado na vitória do Atlético, contra o Joinville, por 2 a 0, pela 2ª rodada da Primeira Liga. O venezuelano também deixou a marca dele na modalidade contra o Sport Boys-BOL, pela 5ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, fora de casa. Na ocasião, o Galo goleou os bolivianos por 5 a 1.
A vitória em Campinas deixou o Atlético mais distante da temida zona de rebaixamento. Agora, o Galo ocupa a 11ª posição, com 29 pontos, e volta a pensar em G6.
Na última sexta-feira, Otero foi convocado pelo técnico Rafael Dudamel para defender a Seleção Venezuelana nos jogos contra a Colômbia, dia 31 de agosto, em San Cristóbal, e a Argentina, dia 5 de setembro, em Buenos Aires.
Com isso, o jogador desfalcará o Atlético no dia 30 de agosto, nesta quarta-feira, contra o Internacional, pelas quartas de final da Primeira Liga.
CRUZEIRO X GRÊMIO NESTA QUARTA.
Classificado na Copa do Brasil e na luta por se manter entre os seis primeiros colocados no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro tem objetivos claros atualmente: comemorar título de expressão em 2017 e voltar a disputar a Copa Libertadores na próxima temporada.
Com esse pensamento, o meia Robinho pediu ao técnico Mano Menezes para jogar contra o Santos, neste domingo, no Mineirão, e fez ressalvas para o duelo contra o Grêmio, na próxima quarta-feira, pela Primeira Liga.
"Quero jogar. Se tiver que poupar, deixa para poupar na Primeira Liga. O time está bem. Tivemos uns dias para descansar. Quero jogar", destacou Robinho.
Na quarta-feira o Cruzeiro volta a reencontrar o Grêmio, pelas quarta de final da Primeira Liga. O time deve ser formado com a maioria de reservas, já que a Raposa tem pretensões maiores na temporada.
Mano ainda não definiu completamente a equipe e disse que espera a fisiologia para saber qual time mandará a campo. Querendo evitar excesso de desgaste e contusões, o treinador indicou uma formação mesclada para o confronto contra os gaúchos.
COELHO CAI PRA VICE-LIDERANÇA E INTER ASSUME A CORRIDA DA SÉRIE B
Nos dois empates seguidos, o América acabou sem a liderança da Série B do Campeonato Brasileiro que ficou com o Internacional. O último empate foi com o Criciúma, no Independência. Agora, o América só volta a campo no próximo dia 8, às 21h30, contra o Paysandu, no Mangueirão. Com isso, Enderson Moreira terá 17 dias pra preparar a equipe.
A grande quantidade de dias sem jogo poderá proporcionar ao treinador o retorno de peças importantes, como o lateral-direito Norberto. O jogador está fora desde o dia 21 de julho se recuperando de lesão. Norberto espera que tanto ele, quanto a equipe, aproveitem o período sem jogos pra treinar e voltar a reencontrar o caminho das vitórias.
"Vamos aproveitar esses dias sem jogos para evoluirmos em todos os sentidos. O mais importante é voltar com tudo contra o Paysandu para manter o mesmo ritmo das últimas semanas. Vejo nossa equipe bastante motivada para continuar fazendo uma grande Série B", afirmou Norberto.
Ele ainda minimiza o fato de o time ter perdido a liderança para o Inter. Ele reforça o desejo da equipe de conquistar o título, mas destaca que o principal objetivo é conquistar a vaga na disputa da Série A em 2018.
"Na verdade a nossa maior preocupação agora é fazer bons jogos para permanecer no G4. Claro que queremos brigar pelo título também, mas temos que confirmar o acesso primeiro. Depois disso, vamos em busca da conquista deste troféu, que será muito importante para o clube".
Norberto, porém, terá que enfrentar a concorrência com o mais novo reforço americano. Ceará, ex-Cruzeiro, estreou com a camisa do América contra o Criciúma e foi bastante elogiado por sua atuação. A diferença entre América e Internacional na tabela de classificação é de apenas um ponto. O Colorado é líder com 42, enquanto o Coelho ocupa a segunda posição com 41.
LUAN, DO PALMEIRAS, DESMENTE QUE ELENCO FAZ CORPO MOLE PRA DERRUBAR CUCA, 
ALEXANDRE MATTOS OU ATÉ O PRESIDENTE
0 zagueiro Luan desabafou após a vitória do Palmeiras por 4 a 2 sobre o São Paulo, domingo, no Allianz Parque, pelo Campeonato Brasileiro. O defensor disse que o resultado positivo servirá para afastar notícias de que o elenco não se dá com a comissão técnica ou com a diretoria palmeirense.
"Aqui não tem ninguém de corpo mole, como as pessoas dizem, querendo derrubar Cuca, (Alexandre) Mattos ou presidente. Somos muito amigos aqui dentro. Às vezes as coisas não acontecem e as pessoas procuram problema. Acredito que resultado alimenta ambiente, só ganhando que afastamos essas coisas daqui", disse o zagueiro.
Luan ainda destacou que a felicidade pelo bom resultado, mas alertou para a necessidade de melhorar a atuação para as próximas partidas.
"Os jogadores que chegaram querem mostrar trabalho, os que estão aqui também querem permanecer jogando bem. O Palmeiras é a maior equipe do Brasil e todo mundo quer estar aqui. Estamos felizes por ganhar o jogo, mas sabemos que precisa melhorar muito tempo para buscar os objetivos na competição", destacou.
O jogador espera que a equipe saiba lidar com o bom resultado e não se empolgue por ter derrotado um rival. "Estamos felizes, mas foi só um jogo. Precisamos trabalhar mais. Uma coisa que falamos é que quando perde ninguém é tão ruim como as pessoas falam e quando ganha não é tão bom como todo mundo diz. É manter os pés no chão", pediu.
O elenco do Palmeiras folga segunda e terça-feira e volta aos treinamentos na quarta-feira. O time enfrenta o Atlético, em Belo Horizonte, no dia 9 de setembro, pelo Brasileirão.
CADÊ O BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR PROMETIDO PRA CARATINGA? ENQUANTO, ELE NÃO VEM, O BANDITISMO CRESCE NA CIDADE E NO MUNICÍPIO. DEUS NOS AJUDE E NOS SALVE DOS PÉSSIMOS POLÍTICOS
Certo dia deste ano, eu caminhava pelas ruas super povoadas da minha Santa Terrinha, Caratinga, e fiquei impressionado com a quantidade de gente às pressas pelas calçadas, num entra e sai das lojas de comércio, sustentação da política econômica do município. Nos finais de semana, a sede fica lotada de gente pra fazer compras. Nas vésperas do Natal e dos eventos festivos, o comércio de Caratinga não para; é uma loucura. Então, soube da aflição que toma conta da população, sem policiamento suficiente e com vários eventos criminosos sucedendo. Desesperado, o povo elegeu até delegado da Polícia Civil como prefeito, mas nada mudou.
Preocupado, pois tenho minha filha caçula casada, Julian, que mora em Caratinga. Ela tem a Academia de Dança Aplauso e com o marido, Gustavo Sobreira, montaram uma cafeteria de fazer bem às vistas. Suas três filhas, Luana, Sophia e Stela, são as mais lindas criaturas que Deus nos presenteou, junto com as priminhas Vitória, do meu primogênito Alexandre, e Ana Flávia e Maria Tereza, de Flávio Jr. As notícias ruins sobre Caratinga vieram se somar com as péssimas de BH e meu coração disparou. Só se acalmou ao ouvir de alguns amigos que seria implantado em Caratinga o Batalhão de Polícia Militar igual ao de Manhuaçu. Isso me acalmou em parte; a falta de confiança nas promessas políticas não me deixou calmo o suficiente.
O último acontecimento com o empresário Flávio Medina e sua filha de 8 anos, sequestrados, mas já liberados, aumentou minha angústia. Decidi convocar esta população acomodada pra buscar, em manifestações pacíficas pelas ruas da cidade pacífica, que as autoridades cumpram o prometido e instale o Batalhão de Polícia Militar ou o nome que tiver, no centro ou na redondeza do centro, um batalhão que dará sossego à população e com certeza aumentará, ainda mais, o volume de negócios no comércio já agitado da cidade.
Que venha com o propósito de transformar essa comunidade num lugar tranquilo, bom de se viver, como o xerife Whyat Earp e seus irmãos fizeram na cidade de Dodge, considerada uma das mais violentas do Texas no Século Passado.
Os Earp chegaram com espírito justiceiro, onde a Justiça era vendida e comprometida. Não digo que a de Caratinga seja, acredito nela. Mas os cumpridores desta Justiça precisam de apoio total e da rapidez da lei para que tudo funcione bem. Como pouca polícia nas ruas, como fazer a Justiça ser cumprida e evitar que assaltos, sequestros, latrocínios, roubos a banco sejam evitados. Já pensaram como será quando as quadrilhas começarem a assaltar e explodir os bancos de madrugada?
Vou dedicar esta minha Trincheira que distribuo para 3 mil assinantes diariamente e para vários jornais das principais cidades de Minas Gerais e do Brasil criticando e denunciando as mazelas políticas deste destroçado País pelo golpe político do PSDB de Aécio Neves e do PMDB de Michel Temer.

Antes eu tinha minhas rádios e televisões, quando abrir a boca após o "Alô amigos da Bola..." assustava meio mundo imoral. Tentaram várias vezes me calar e até conseguirem. Porém agora não têm mais jeito, pois não sou empregado de ninguém e não trabalho sob as ordens de nenhuma rede comprometida. Estou livre nas redes sociais. Terão de me engolir, como disse o mestre Zagallo. 

NO VÔLEI FEMININO É ASSIM: ATLETA GRÁVIDA OU QUE QUEIRA SE ENGRAVIDAR NÃO TEM CONTRATO RENOVADO E É DISPENSADA. QUE LEI É ESTA?

Hoje, o momento é de celebrar. Afinal, a pequena Lara, de apenas 13 semanas, está a caminho. Mas até a concretização desse sonho, Dani Lins viveu um pesadelo de incertezas. Levantadora da seleção brasileira por sete anos, campeã olímpica em Londres-2012, eleita quatro vezes a melhor levantadora do Brasil pela Superliga, a atleta revelou, no início do ano, que gostaria muito de contar com a presença de um torcedor a mais na arquibancada.
- Eu queria ser honesta em falar que queria engravidar, mas também achava que eles iriam ficar comigo até que eu engravidasse. Esperei uma coisa e não aconteceu - revela.
Ao manifestar publicamente seu desejo de engravidar, o Osasco, clube a que pertencia até maio deste ano, optou por não renovar seu contrato. Segundo os dirigentes do clube, esse corte teria sido parte de um processo natural de reestruturação da equipe, que ocorre em todas as temporadas. De uma hora para outra, Dani percebeu que tinha trocado os "pés pelas mãos".
- Eu acho que eu fui ingênua. Se eu tivesse ficado quietinha, a história poderia ter sido diferente - pondera.
Ao escolher jogar limpo com o clube, confidenciando seu desejo adiado por vários anos, por causa da intensa agenda de competições, Dani se viu na mesma situação que os mais de 13 milhões de brasileiros hoje, desempregados.
A história de Dani, infelizmente, não é fato isolado. O Esporte Espetacular conversou com várias atletas e ex-atletas sobre a falta de garantias e direitos das atletas profissionais brasileiras, aquelas que recebem salários para competir, e descobriu casos não só de descumprimento de contratos, mas de preconceitos de gênero contra a mulher gestante, que causam prejuízos à nova vida que está sendo gerada.
Casos como o da atleta de saltos ornamentais Juliana Veloso – a principal referência da modalidade no Brasil, que serviu por mais de 20 anos à seleção brasileira – que teve seu plano de saúde cortado, às vésperas de dar à luz.
- No dia em que eu cheguei na maternidade, passando mal, antes de ter o meu filho, fui informada de que o meu plano foi cancelado. Eu falei "como assim? Eu estive aqui três dias atrás.... Mas foi cancelado ontem". É proibido, é contra a lei você cancelar plano de gestante. Não pode! Na confederação, foi um caso muito engraçado, porque eu recebia dos correios, patrocinador da CBDA. E durante a mesma pausa que eu tive para a maternidade, um atleta foi suspenso por doping. Ele continuou recebendo. Eu, não - lembra.
As jogadoras de vôlei Tandara e Karine não tiveram seus contratos renovados por estarem grávidas e decidiram entrar na justiça contra o Praia Clube, clube a que pertenciam na época. Foram os primeiros casos de processo contra os empregadores por parte de atletas.
Camila Brait conseguiu mudar o rumo da história. A atleta estava grávida de três meses quando seu contrato acabou, em maio. O Osasco não renovou.
- Todo mundo tem aquele período em que fica, continua recebendo. Todo mundo tem uma garantia, respaldo. E, nós, atletas, não temos isso. Então, assim, acabou o contrato, engravidou, não vai renovar. E, aí, assim fica meio difícil pra gente. Porque é período em que a gente fica sem receber - avalia Camila.
Depois de o clube ter sido procurado pela produção do Esporte Espetacular, no dia 18 de agosto, a história teve desdobramentos. Em comunicado enviado por e-mail pela assessoria de imprensa, quase três meses depois de encerrado o contrato anterior, o Osasco diz que Brait permanece como atleta do clube, que ela terá o tempo necessário para cuidar da saúde, e que só voltará a jogar quando se sentir pronta para os treinos. Segundo Camila, ela hoje tem contrato até maio de 2018 com carteira assinada.
No Brasil, hoje, a lei protege a gestante. A constituição prevê a licença maternidade sem prejuízo do emprego ou do salário, e garante estabilidade, que não pode ser mandada embora desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. E os tribunais entendem que esse direito também vale para quem tem contrato por tempo determinado, o caso de Camila Brait, que tinha vínculo de 12 meses com o Osasco.
Na Espanha, as mulheres assinam contratos com cláusulas anti-gravidez. Se engravidar, está fora do clube sem qualquer indenização. Na NBA feminina, o contrato garante 50% do salário durante e após a gravidez, sem prazo de retorno. A atleta volta quando se sentir pronta.
Para Dani Lins, os clubes brasileiros poderiam se preocupar mais com a questão humana, sem deixar as atletas com medo de fazer aquilo que é natural ao corpo feminino.
- Os clubes poderiam se preocupar pouco mais com a gente. Essa questão humana de querer ser mãe e fazer contratos com cláusulas assim, para poder dar uma garantia também para as atletas -

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