terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ATLÉTICO QUER BOTAR SUA DIRETORIA EM ORDEM


BASTOU  SIMPLES EPISÓDIO DA TROCA DE TREINADOR PRA  SEDE DE LOURDES DO GALO VIRAR CASA DE MÃE JOANA

 

 

A provável negativa do técnico Cuca em aceitar a proposta do Atlético pra assumir logo o time, o que ele desmentiu com veemência  no sábado e, ainda, irritou- se o Presidente Sette Câmara que, segundo ele, colocava palavras na sua boca. Cuca confirmou a este Blog que já havia comentado com o ex-presidente e seu amigo, Alexandre Kalil ( o primeiro a telefonar-lhe) que não estava disposto a trabalhar em nenhum clube agora, pois pretendia ir à Rússia acompanhar ao vivo a Copa do Mundo.

 

Esta mistura de informação em torno da vinda ou não de Cuca aprontou verdadeira confusão da sede administrativa do Atlético, em Lourdes, que o cartola-mor  Sette Câmara no momento de alto disse-me-disse, gritou lá da sua sala:

 

"Querem me puxar o tapete, pô! ,

 

Então, a turma da fofoca, dos pitaqueiros de plantão, desmanchou-se tão rápido quanto se formara e cada qual foi se esconder em seu canto. As informações desencontradas foram as que mais irritaram à Presidência, como, por exemplo, a de que Cuca seria a segunda opção e que a primeira era Abel Braga, com quem  alguns dirigentes já haviam mantido contato.

 

Não só pela ordem das opções, mas, principalmente, porque Abel está empregado e com contrato em vigor no Fluminense.

Cuca, de forma veemente, negou até mesmo a proposta:

 

: "Isso não é verdade. Eu não fui procurado por ninguém do Atlético, nem por diretor nem por presidente nem por ninguém. Tenho um carinho enorme pelo Atlético, todos sabem disso, mas não vou aceitar que falem coisas que não são verdade.

Se tivessem me procurado e eu tivesse negado, falaria que neguei. É mentira, não me procuraram."

Cuca já sabia que o Atlético havia procurado Abel Braga. 

 

AMADORISMO TOTAL

Nem é preciso dizer que a saída de Alexandre Kalil da presidência do Atlético deixou o clube numa situação caótica: acabou o profissionalismo que era quase total e assumiu o amadorismo de que nunca havia sentado numa cadeira tão importante. Gente permaneceu com a intenção de ajudar e de servir ao clube de seu coração, como por exemplo, o  dinamismo e a inteligência do Dr. Lázaro Cunha, antes diretor jurídico e agora numa difusa função  de cobrir todos os setores necessitados. Porém, às vezes, sua onipresença não funciona, como foi neste caso de Cuca.

Outro dia, o Presidente Sette Câmara afirmou que Cuca tinha a preferência, como Abel Braga, também. Suas contratações não vingaram, mas o clube poderia até mudar de convicção e buscar alguém com menos cartaz, menos experiência e igual competência.

Aí, alguém falou no nome do mineiro Ney Franco, porém imediatamente o assunto foi  cortado e jogado na gaveta da espera. Pura besteira e falta de profissionalismo:  Ney é respeitado pelo Brasil afora e, além da Seleção Olímpica, já treinou grandes equipes no Rio de Janeiro e em São Paulo, merece sua chance agora no estado onde nasceu e surgiu para o futebol profissional.


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