sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

GRITAR O SEU NOME AO VENTO


Gritar seu nome ao vento,
que desce da montanha verdejante,
vento forte que carrega minha saudade
serve-me de alento
de caridade.

É um coadjuvante
Contra a sensação de que perdi o seu amor;
Sento-me à beira da estrada,
na sombra do enorme eucalipto,
e ali sozinho, sinto-me inapto
A seguir em frente, sem minha amada.

Inaura, Inaura, Inaura, onde estás?
Ouça o apelo que o vento carrega
e ao silêncio da amargura entrega
Feito grito de desespero do amor perdido
Que você renega
E que faz meu espírito mais sofrido
Desça , Inaura, desça
E de uma vez a este caminheiro  apareça.

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