quarta-feira, 14 de março de 2018

BEBETO SOBE COM OS ANJOS PORQUE TINHA ALMA BOA

Antes de seguir para o Rio de Janeiro, onde será velado na sede do Botafogo, que era o time do coração de Bebeto de Freitas, sobrinho do botafoguense João Saldanha, e primo do saudoso craque Heleno de Freitas, o corpo deste ícone do esporte brasileiro por seu trabalho no vôlei mundial e nacional e por ter revolucionado o futebol como presidente da Estrela Solitária foi velado, nesta quarta-feira, na sede de Lourdes do Atlético.
O velório de Bebeto de Freitas, diretor administrativo e de controle do Atlético, foi durante toda manhã, quarta-feira (14), na sede do clube, em Lourdes, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, e contou com grande presença de personalidades ligadas ao futebol e política, se encerrou pouco antes das 11h. 
Então o corpo de Bebeto de Freitas seguiu para o Rio de Janeiro, onde será velado à tarde em General Severiano. O enterro acontece na quinta.
O corpo do dirigente chegou ao local do velório escoltado pela Guarda Municipal e pela BHTrans, por volta das 6h30. 
Às 8h, o presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, e sua esposa; o presidente do Conselho Deliberativo Rodolfo Gropen e o ex-presidente da Federação Mineira de Futebol, Castelar Guimarães Neto chegaram ao local.
O ex-presidente Daniel Nepomuceno chegou a sede atleticana acompanhada do diretor de comunicação do Galo, Domênico Bhering.
Nomes do vôlei, esporte que marcou a vida de Bebeto de Freitas,estiveram no local para velar o dirigente. O ex-treinador Carlos Castanheira, o Cebola e Nery Tambeiro, atual comandante do Minas Tênis Clube, foram os primeiros a chegarem.

Outro a chegar bem cedo foi o atual presidente do Minas Tênis Clube, Ricardo Vieira Santiago, acompanhado de Sérgio Bruno Zech Coelho.
Por volta das nove horas da manhã o médico do Atlético, Rodrigo Lasmar, que participou dos atendimentos a Bebeto de Freitas na Cidade do Galo na terça-feira chegou a sede. Bastante abatido, pediu para não conversar com a imprensa.
Por volta de 9h30, chegou ol prefeito de Belo Horizonte e ex-presidente do Atlético, Alexandre Kalil, grande amigo de e Bebeto de Freitas. Muito abalado, ele atendeu a imprensa e falou sobre a perda do amigo, que foi seu secretário de esportes na Prefeitura de BH.
"Difícil de falar. Eu tive privilégio de trazer ele da Itália para comandar o futebol do Atlético. Digo que o futebol brasileiro ele nasceu depois do Pelé existe antes de 58 e depois de 58. O vôlei do Brasil existe antes do Bebeto de Freitas e depois do Bebeto", disse.
O velório na capital mineira acontece até as 11h. Depois, o corpo de Bebeto segue para o Rio de Janeiro, onde vai ser velado na sede do Botafogo.
Mais personalidades
Outros nomes do esporte que compareceram ao velório de Bebeto de Freitas. Nélio Brant, que foi presidente do Atlético e trabalhou com o dirigente no Galo. O ex-jogador de vôlei, Pelé, o técnico do Figueirense, Milton Cruz, que será adversário do clube mineiro na noite desta quarta-feira, pela Copa do Brasil, no estádio Independência.
O vice-presidente atleticano, Lásaro Cândido da Cunha, acompanhado da sua esposa, o ex-jogador Lincoln e Marques, que hoje trabalha na categoria de base do Atlético. O médico atleticano, Marcos Vinícius, que fez o primeiro atendimento a Bebeto de Freitas.
Ainda ligado ao esporte especializado, o treinador de vôlei, ex-Minas Tênis Clube, Jarbas Soares. Pela Prefeitura, Josué Valadão, Secretário de Obras, também compareceram ao local.

TRINCHEIRA: Eu não pude ir ao funeral de Bebeto, mas bem que gostaria. Meu estado de saúde do momento me impede de sair de casa, por causa do morro da rua Abre Campo, onde se localiza meu simples apartamento. Além do mais teria que usar taxi ou urbe, pois a distância daqui à sede de Lourdes não é grande, mas eu não poderia fazê-la a pé. 
De carro, precisaria de motorista e de veículo, pois não dirijo mais nem tenho carro mais.
Eu gostaria de ter ido para resgatar a admiração que sempre tive por Bebeto de Freitas, abalada no episódio de nossa árdua discussão em frente as câmeras de TV no Minas Esportes que eu mantinha com Flávio Carvalho, Chico Maia e outras feras na Band-MG.
Hoje ao ler a dupla página do jornal O TEMPO sobre Bebeto, senti algo ruim no peito e lhe pedi perdão, através de Cristo, por ter sido sôfrego e deixar-me dominar pela emoção; e de acompanhar mal a passagem dele pelo Galo, mesmo com os pedidos de trégua feitos pelo meu amigo Kalil. 
Que Deus o mantenha num de seus melhores lugares aí no Céu! Você é merecedor, Bebeto.


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