sábado, 10 de março de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

RAIO-X DA ÚLTIMA RODADA DA FASE DE CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO MINEIRO MAIS DISPUTADO DOS ÚLTIMOS TEMPOS.

 

CINCO TIMES JÁ CHEGARAM, FALTAM TRÊS PRA FASE DOS OITO CLASSIFICADOS SE COMPLETAR. AMÉRICA, ATLETICO, CRUZEIRO TOMBENSE E BOA ESPORTE SÃO OS QUE ANTECIPARAM SUA CHEGADA.

 

NA RODADA DESTE DOMINGO, A ÚLTIMA DA FASE CLASSIFICATÓRIA, OS TRÊS RETARDATÁRIOS SERÃO CONHECIDOS.

COM EXCEÇÃO DE RAPOSA E COELHO, GARANTIDOS, TAMBÉM, EM PRIMEIRO E SEGUNDO LUGARES, ATLÉTICO, TOMBENSE E BOA ESPORTE DISPUTAM TERCEIRO LUGAR.

 

JOGOS DESTE DOMINGO: O LÍDER CRUZEIRO JOGA EM PATROCÍNIO CONTRA O PATROCINENSE QUE COM 12 PONTOS BUSCA A VITÓRIA QUE LHE DARIA A CLASSIFICAÇÃO. SE EMPATAR OU PERDER FICA FORA E CORRE RISCO DE ATÉ DE CAIR PRA SEGUNDA DIVISÃO. 

 

A URT TEM SITUAÇÃO PARECIDA COM A DO PATROCINENSE E PEGA O BOA ESPORTE, EM PATOS DE MINAS. SE VENCER , O DEMOCRATA PANTERA EM VALADARES, O TUPI SE GARANTE E PODE SER TERCEIRO COLOCADO.

 

O LEÃO DO BONFIM TERÁ FORÇA TOTAL DENTRO E FORA DE CAMPO NA TENTATIVA DE VENCER O COELHO, LÁ NO PENIDÃO, PRA GARANTIR UMA DAS VAGAS DERRADEIRAS. 

 

SÓ QUE AINDA CORRE RISCO DE SER REBAIXADO, SE EMPATAR OU FOR DERROTADO, DEPENDENDO DO RESULTADO DE PANTERA E TUPI MAIS DO CONFRONTO CALDENSE X UBERLÂNDIA. COM CERTEZA O PAU VAI COMER NESTE DOMINGO DO CAMPEONATO MINEIRO.


AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE A MATÉRIA
       

 

Excluída a interpretação materialista, ao mesmo tempo rejeitada pela razão e pelos fatos, resta apenas saber se a alma, após a morte, pode manifestar-se aos vivos. Assim reduzida à sua mais simples expressão, torna-se a questão bastante fácil.

 

Poderíamos perguntar, primeiro, por que motivo os seres inteligentes, que de alguma maneira vivem entre nós, embora naturalmente invisíveis, não poderiam demonstrar-nos a sua presença por algum meio.

 

O simples raciocínio mostra que isto nada tem de impossível, o que já é alguma coisa. Essa crença, aliás, tem a seu favor a aceitação de todos os povos, pois a encontramos em toda parte e em todas as épocas. Ora, uma intuição não poderia ser tão generalizada, nem sobreviver através dos tempos, sem ter alguma razão.

 

Ela é ainda sancionada pelo testemunho dos livros sagrados e dos Pais da Igreja, e foi necessário o ceticismo e o materialismo do nosso século para relegá-la ao campo das superstições. Se estivermos, pois, em erro, essas autoridades também estão.

Mas estas são apenas considerações lógicas. Uma causa, acima de tudo, contribui para fortalecer a dúvida, numa época tão positiva como a nossa, em que tudo se quer conhecer, onde se quer saber o porquê e o como de todas as coisas: a ignorância da natureza dos Espíritos e dos meios pelos quais podem manifestar-se.

 

 Conquistado esse conhecimento, o fato das manifestações nada apresenta de surpreendente e entra na ordem dos fatos naturais. A ideia que geralmente se faz dos Espíritos torna, a princípio incompreensível, o fenômeno das manifestações. Elas não podem ocorrer sem a ação do Espírito sobre a matéria.

 

Por isso, os que consideram o Espírito completamente desprovido de matéria, perguntam, com aparente razão, como o Espírito pode agir materialmente. E nisso, precisamente, está o erro. Porque o Espírito não é uma abstração, mas ser definido, limitado e circunscrito. O Espírito encarnado é a alma do corpo; quando o deixa pela morte, não sai desprovido de qualquer envoltório.

 

Todos eles nos dizem que conservam a forma humana, e, com efeito, quando nos aparecem, é sob essa forma que os reconhecemos.

Observamo-los anteriormente no momento em que acabavam de deixar a vida. Acham-se perturbados; tudo para eles é conclusão; veem o próprio corpo perfeito ou mutilado, segundo o gênero de morte; por outro lado, veem a si mesmo e sentem-se vivos. Alguma coisa lhes diz que aquele corpo lhes pertencia e não compreendem como possam estar separados.

 

Continuam a se ver em sua forma anterior, e essa visão provoca em alguns, durante certo tempo, estranha ilusão: julgam-se ainda vivos. Falta-lhes a experiência desse novo estado para se convencerem da realidade. Dissipando-se esse primeiro momento de perturbação, o corpo lhes aparece como velha roupa de que se despiram e que não querem mais.

 

Sentem-se mais leves e como livres de um fardo. Não sofrem mais as dores físicas e são felizes de poderem elevar-se e transpor o espaço, como faziam muitas vezes em vida nos seus sonhos. Ao mesmo tempo, apesar da falta do corpo constatam a inteireza da personalidade: tem uma forma que não os constrange, nem os embaraça; tem a consciência do eu, da individualidade.

 

Que devemos concluir disso? Que a alma não deixa tudo no túmulo, mas leva com ela alguma coisa.

 

Numerosas observações e fatos irrecusáveis demonstraram a existência no homem de três componentes: 1º) a alma ou Espírito, princípio inteligente em que se encontra o senso moral; 2º) o corpo, invólucro material e grosseiro de que é revestido temporariamente para o cumprimento de alguns desígnios providenciais; 3º) o perispírito, invólucro fluídico, semimaterial, que serve de liame entre a alma e o corpo.

 

A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação do envoltório grosseiro que a alma abandona. O outro envoltório desprende-se e vai com a alma, que dessa maneira tem sempre um instrumento. Este último, embora fluídico, etéreo, vaporoso, invisível, para nós em seu estado normal, é também material, apesar de não termos, até o presente, podido captá-lo e submetê-lo à análise.

 


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