quinta-feira, 22 de março de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

Não ao preconceito!

O 21 de março é marcado mundialmente pela celebração do Dia Internacional da Síndrome de Down. Vista por muitos como uma doença, a mutação é uma ocorrência genética desenvolvida ainda na gestação por causas desconhecidas.

Ciente da importância da luta desses guerreiros, o Cruzeiro realiza uma semana de ações com o objetivo de ajudar a combater o preconceito e promover a inclusão das pessoas na sociedade.

No jogo desta quarta-feira, contra o Tupi, pela semifinal do Campeonato Mineiro, os atletas do elenco estrelado e da equipe de Juiz de Fora entraram no gramado do estádio Radialista Mário Helênio, em Juiz de Fora, acompanhados de pessoas com síndrome de Down.

A iniciativa é uma parceria entre os departamentos de Marketing do Cruzeiro e do Tupi e contará com apoio da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e da Associação de Livre Apoio ao Excepcional (ALAE).

No domingo, no confronto que vale a classificação para a fase final do torneio, o Mineirão será palco de ação especial surpresa que envolverá integrantes dos institutos Viva Down e Mano Down. A medida será promovida pelo Cruzeiro, Tupi e Federação Mineira de Futebol.

Convite aos torcedores

Para mostrar a paixão pelo Pentacampeão da Copa do Brasil, o Cruzeiro convoca os inúmeros cruzeirenses que possuem síndrome de Down a mandarem fotos com a camisa celeste nos comentários das postagens do Clube no Twitter e no Instagram. As imagens serão republicadas nas redes sociais da Raposa.

Cruzeiro Solidário

O projeto "Cruzeiro Solidário" é responsável por diversas iniciativas importantes do clube em ações de responsabilidade social. Além das medidas de apoio às pessoas com Síndrome de Down, a plataforma é responsável por campanhas como a #QuebreOSilêncio, Adote um Campeão, Sangue Azul, Setembro Dourado e Dezembro Laranja.

Lucas Leite 
Assessor de Imprensa Jr. 
  

 FECHEMOS TAMBÉM PRECONCEITO CONTRA ALGUNS JOGADORES E O TÉCNICO MANO

Seria ótimo se os preconceitos, muitas vezes chamados de "comentários" contra a qualidade de vários jogadores do elenco e da falta de definição do técnico gaúcho Mano Meneses.

Sou destes preconceituosos. Misturo as coisas: como vi o Cruzeiro ser duas vezes campeão da Libertadores, presente nos estádios e acompanhando todos os confrontos ao vivo, incluindo aquele em Munique, na decisão do título mundial, contra o Bayern, acho que as duas histórias teriam de ser repetidas várias vezes.

A falta, atualmente, craques fora de série à altura de Tostão, Dirceu Lopes, Palhinha, Zé Carlos, Joãozinho, Roberto Batata, Evaldo, Hilton Oliveira, Perfumo, Fontana, William, Nelinho, Piazza e Ronaldinho, chateia demais. Faz tempo que o Cruzeiro não produz e nem busca fora nenhuma esperança para a camisa azul.

Talvez possa esperar que Raniel, 22, será este raio de esperança descoberto no Nordeste. Ou Judivan, apressadamente dispensado por Mano Meneses e emprestado ao América, também o seja.No momento, não há festa e nem motivação para se ver jogos estrelados, ou ir ao Mineirão acompanhar as poucas jogadas individuais de Arrascaeta, preterido por Mano, ou do zagueiro Murilo.

A não ser que o curioso seja cruzeirense fanático e aceite tudo que venha do clube cinco estrelas.

 No jogo desta quarta-feira preferi virar para o canto da cama e voltar a escrever os poemas que a minha imaginação cria; ou contos de amor que a percepção da vida ao derredor me faz primeiro colocá-los no caderno espiral que me acompanha desde a minha demorada internação no Hospital Vila da Serra.

Dei às costas ao jogo Tupi x Cruzeiro, nas semifinais do Campeonato Mineiro e só encarei de novo a telinha global, ao ouvir Rogério Correa gritar  gol do argentino Ariel Cabral, logo no primeiro minuto da fase final. Cruzeiro 1 x Tupi 0, placar final do maltratado jogo.

Esperei mais uns 10m na esperança de que o confronto melhoraria. Foi só. O árbitro Wanderson Alves de Souza e seus dois assistentes horrorosos pioraram a qualidade da partida, somada as atuações desinteressantes e péssimas de Cruzeiro e Tupi, em Juiz de Fora, no Estádio Municipal com  de quase 20 mil pessoas.


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