sexta-feira, 23 de março de 2018

TRINCHEIRA DO FLÁVIO ANSELMO

DORES DE CABEÇA? POR QUÊ MANO MENESES?

 

Analistas, repórteres  e pitaqueiros têm dito que o treinador Mano Meneses está com terríveis dores de cabeça para escalar a equipe celeste que enfrenta o Tupi, domingo às 11h, no Mineirão na segunda partida decisiva entre eles por uma vaga nas finais do Campeonato Mineiro. Por quê isso? Sente-se lá no fundo da sala de aulas, Senhor Mano, que vou dar-lhe alguns conselhos e uma aula de como escalar o Cruzeiro neste confronto já definido.

O time não terá Ariel Cabral  expulso em Juiz de Fora, mas terá as voltas de Fred e Léo, que disputam posição com Dedé e Raniel. O repórter Artur Morais, que cobre há anos as acontecências da Toca da Raposa, pergunta na sua coluna de hoje em O Tempo, "quem você escalaria?"

A pergunta é dirigida aos seus leitores em geral e não a mim, especificamente. Eu não teria dor de cabeça e nem angústia para definir o time.

Seria este: Fábio, se ele estiver suspenso pelo terceiro cartão amarelo, jogaria outro qualquer goleiro do elenco; Ezequiel, reserva de Edilson, na lateral direita, sem essa de inventar e improvisar o volante argentino Lucas Romero, que voltaria ao meio campo no seu lugar de origem. Dedé seria o zagueiro central, pois voltou a jogar bem e Léo ficaria no banco.

No ataque, eu afastaria qualquer possibilidade de Rafael Sóbis disputar posição, ou com Fred ou Raniel. Sóbis é cabeça de bagre. Tem que jogar o garoto Raniel, bom demais, e Fred fica no banco. As opções Bruno Silva e Lucas Silva são ótimas para o banco, também.

Ah, não poderia usar Arrascaeta? Mantenha Rafinha com Thiago Neves na armação das jogadas. Pronto estão definidas as dúvidas e que Mano deixe de fazer charminhos para aparecer sob os holofotes da fama.

As credenciais de Raniel no momento para ser titular, barrando inclusive a estrela em decadência pela idade, o moço de Teófilo Otoni, são as seguintes: oito jogos na temporada, três gols, duas assistências e participação direta em cinco gols da Raposa no ano.


GALO PREGA INTELIGÊNCIA

Fico aqui, na minha sacada do apartamento no despenhadeiro da Rua Abre Campo, no Santo Antônio, analisando as declarações dos mais experientes jogadores do Atlético, após a vitória discutível em função da arbitragem tendenciosa de Igor Junio Bevenuto. sobre o uso da inteligência principalmente na partida de volta, domingo.

O volante Adilson, que aos poucos ganhou a titularidade do meio-campo,  afirmou que o primeiro objetivo foi alcançado, pois com a vitória apertada de 1 a 0 o Atlético tirou a vantagem do América. O empate no segundo jogo agora é do Galo.

Por isso, o técnico Thiago  Larghi tem que aprontar uma estratégia para que o time a use bem na segunda partida - afirmou Adilson.  Temos o regulamento em nosso favor e não vamos precisar sair feitos loucos para o ataque. - Já o goleador Ricardo Oliveira esclarece que "temos uma proposta de jogo, uma característica, e não vamos sair disso."

O jogo será de novo no Independência, às 16h, pois o mando de campo é do Coelho. Alias, diretoria, atletas e torcida estão revoltadas com o resultado da primeira partida. Segundo eles, e com razão, os erros do árbitro Igor Bevenuto ajudaram bastante o Atlético na vitória. O diretor Ricardo Drubscki gostaria mesmo de ver árbitro de fora no apito no segundo confronto.

TRINCHEIRA: Eu também gostaria, mas não foi por falta de aviso. Cansei de alertar aos clubes disputantes que o quadro de arbitragem da FMF, comandado por Bozzano Filho, é lixo puro, falta qualidade na maioria dos sopradores de apito.

 

 


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