terça-feira, 31 de julho de 2018

PÉS FRIOS DO CRUZEIRO ATOLAM O TIME EM TODAS AS COMPETIÇÕES


DÊEM  AS MÃOS AO CRUZEIRO DO MANO PARA ELE NÃO CAIR MAIS NO BRASILEIRO. NESTA QUARTA PEGA O SANTOS, NA VILA FAMOSA, PELA COPA DO BRASIL.


Não foi uma queda na classificação geral do Brasileiro que o Cruzeiro sofreu com a derrota (2 a 0) para o São Paulo, no Mineirão: também perdeu posto importante no ranking de times que mais venceram na Série A. Antes do compromisso mineiros e paulistas estavam empatados com 622 vitórias. Agora, o time do Morumbi tem 623 triunfos na história.

O Cruzeiro não usou os dois armadores que tem como titulares na derrota para o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro. Thiago Neves e Robinho foram preservados e, de acordo com Mano Menezes voltam contra o Santos, nesta quarta-feira, às 19h30, pelas quartas de final da Copa do Brasil.  

"Certamente sim (estarão à disposição na quarta-feira). Robinho sentiu desconforto muscular. Não é lesão, mas certamente se transformaria em uma se ele tivesse jogado contra o São Paulo. Agora que ele retoma uma condição normal, é bem provável que fique à disposição para quarta-feira. O Thiago não saiu por questões de lesão, saiu porque era hora de ele sair",
afirmou Mano Menezes.

O jogo entre Santos e Cruzeiro abre as quartas de final da Copa do Brasil. O duelo será disputado na quarta, às 19h30, na Vila Belmiro. A volta está marcada para o dia 15 de agosto, às 19h30, no Mineirão.

PARA AONDE CAMINHAMOS?...

O título poderia encerrar-se com ponto de interrogação, como se o articulista, em dúvida, quisesse saber várias outras opiniões.
Ou em três pontinhos:  significa que tem a resposta da questão, numa demonstração de onisciência, somente admitida no Poder Supremo.

Admito que a segunda hipótese, entretanto, permite divagações face aos acontecimentos que explodem em manchetes diárias. E nas especulações e ilações de pessoas sem consciência e meio pancadas, sofridas por amor mal curado.

De uma coisa todos temos certeza e nem precisamos de forças divinas pra estabelecer a verdade desses fatos: o mundo caminha pra autodestruição coletiva e, per si, na autodestruição individual dessas pessoais inconsequentes, cheias de ódio e sem respeito ao amor. Este tipo de humanidade está podre, incrédula, egoísta, vampiresca e suja.

Sodoma e Gomorra são paraísos extintos perto do que apuramos, assistimos (sem nenhuma indignação) nos noticiários das tevês.

A arte imita a vida, hoje a vida imita a arte. O faz-de-conta das novelas globais (83% de audiência nacional) são folhetins escaneados da vida comum.

De tal forma assustadora a realidade que nós, amantes, pais e avós, em vez do descanso merecido da aposentadoria e do amor escondido, desdobramos-nos numa vigilância espiritual e material pra cuidar dos jovens, nossos descendentes, desacostumados e das mulheres vampirescas pela correria do tempo de hoje, a proteger sagrados princípios que a humanidade já nem releva mais.

Meu mano Fábio Paceli, de Brasília, é incansável em descobrir lições de vida. Mandou-me esta frase da filósofa russo-americana Ayn Rand ( judia, fugitiva da revolução russa, e que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920).  

Mostra visão com conhecimento de causa:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho; 
que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício;
então poderá afirmar, sem temor de errar:
"a nossa sociedade está condenada".

VOCÊ GOSTARIA QUE KALIL VOLTASSE À PRESIDÊNCIA DO ATLÉTICO?

Nas redes sociais, o torcedor do Atlético brinca e pede o retorno de Alexandre Kalil à presidência do clube.
O atual prefeito de Belo Horizonte levou o time a grandes conquistas, como a Copa Libertadores, em 2013, e a Copa do Brasil, em 2014.
Mas o ex-dirigente não tem vontade de voltar a comandar o Alvinegro. É o que ele revela em entrevista ao Estado de Minas.

Kalil afirmou que não tem mais vigor físico para comandar clube de futebol. Além disso, diz que não é responsável pela crise financeira vivida pelo clube e comentou sobre a situação da Arena MRV, que terá que passar por suas mãos antes da aprovação na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Você voltaria a ser presidente do Atlético no futuro?

Vou responder de jeito diferente. Eu criei e formei três filhos. Eles trabalham, têm família, têm mulheres. Voltar ao Atlético seria como colocar meus  filhos hoje no meu colinho para brincar de bola. Isso passou.
Não tenho condição e nem idade de ser presidente do Atlético. Não tenho mais 48 anos, quando queria brigar com a mesa. Estou chegando aos 60. O presidente necessita de vigor físico, não intelectual.
Eu peguei o Atlético, refiz o clube e entreguei para o sucessor. Não tenho a menor pretensão de mandar no Atlético. Se eu quisesse mandar lá, sentava meu filho lá e ele ganhava a eleição.

A prefeitura não tem coração, só o prefeito. O que Atlético, Cruzeiro e América quiserem aqui, terão. Agora, eu voltar a ser presidente do Atlético, nem se meu pai descer do céu e me pedir. Eu seria fracasso como presidente, fracasso físico e mental. Mas eu sempre tive às ordens quando os dois últimos presidentes se sentaram aqui para perguntar algo, pegar conhecimento.

Quem senta na cadeira para ser mandado por alguém é idiota. Quem é criticado é sempre o presidente. Minha volta ao Atlético seria como trocar fralda do meu filho que é médico. Ele nem aceitaria.

Qual missão é mais fácil: ser presidente do Atlético ou prefeito de BH?
É mais fácil ser prefeito, porque eu não dependo do pé esquerdo do Victor. Tenho orçamento a cumprir, ajudar os outros, trabalhar, melhorar a cidade. Se eu fizer tudo certo, acho que no fim tudo dará certo. No Atlético, foi diferente: fizemos tudo certo e, no fim, o pé esquerdo do Victor teve de me salvar.

A relação do prefeito com o Atlético hoje é a mesma de quando estava lá dentro?

No jogo contra o Grêmio, eu desliguei a televisão, porque fiquei puto. Futebol é espetacular. Quando tem prefeito babaca falando merda, você desliga a televisão. Mas se esse babaca que fala merda for presidente de Cruzeiro, Atlético e América, você escuta até o fim. Futebol é isso. Quem muda o canal quando fala o dirigente do Atlético?

O belo-horizontino tira o canal e pensa: "Que prefeito nojento. É melhor ver desenho animado do que esse bosta falar". Eu aprendi a apanhar, ganhei coro, fui bombardeado por todos vocês. Na política, eles não sabem. Foi uma das melhores coisas que trouxe do futebol.

O presidente Sérgio Sette Câmara, atualmente, tenta resolver questões financeiras de mandatos anteriores. Você se considera, de alguma forma, um dos responsáveis por essa situação?

Não. Se eu tivesse recebido o dinheiro do Bernard, deixaria o Atlético com R$ 80 milhões em caixa. Tive problema com o André, quando o empresário prometeu comprar e pulou do barco. Sabe qual jogador da Libertadores que eu comprei? Tardelli e o Leandro Donizete. O Victor eu troquei pelo Werley, metade, mais uma quantia em dinheiro. Leonardo Silva, Réver, Júnior César, Ronaldinho e Jô vieram de graça.

O Tardelli queria voltar e eu paguei pouco. Quando saí, limpei 200 títulos, não teve nenhum protestado e não tinha nenhuma ação trabalhista. Teve cinco balanços depois que eu saí. Deixei uma folha e meia atrasada. Mas não comprei jogador. Fui na FIFA para buscar 2,5 milhões de euros do Klebinho, que eu ganhei do Nacional da Ilha da Madeira. Só tinha a meu favor.

O Atlético foi entregue saneado, com um mês e meio atrasado. O presidente que entrou não teve que trocar nenhum aval. Em 2013 e 2014, fomos uma máquina de ganhar dinheiro. Equacionei as dívidas do Ricardo Guimarães, não comprei jogador com dólar. Nem considero erro, porque o futebol hoje é assim.

Na minha época, o Jô estava sendo mandado embora do Inter. Ele ganhava R$ 400 mil e eu ofereci R$ 200 mil. Eram assim os negócios. É claro que eu liguei para o Cuca e ele autorizou.

De que forma você se envolve nos trâmites da construção do estádio do Atlético?

O projeto do estádio não é meu, nasceu na administração do Daniel Nepomuceno, está sendo tocado. Fui lá como conselheiro e votei, mas não tenho nenhum envolvimento com o estádio. Meu papel é levar o projeto até a Câmara, como o projeto do hospital, do prédios, etc. Se tiver dentro da lei, será feito.

Sua relação com a imprensa está mais tranquila?

Vocês acreditam que eu nunca deixei inimigo vindo da imprensa? Você nunca viu eu ligando para redator, para editor, para dono de jornal para reclamar de jornalista. Eu falava com ele mesmo. "O que você fez é mentira, você faz sacanagem, etc..".
Pode perguntar na Cidade do Galo se eu liguei para chefe de jornalista. Falei com ele próprio e proibia de entrar no CT. Quando você respeita o trabalho e tem embate direto, a relação é tranquila. Você vai ficar puto se eu ligar para seu chefe. Já o bate-boca pode ser resolvido no outro dia.
O meu estilo não permite ter inimigo na imprensa. O presidente do Atlético tem o poder de não querer falar com jornal A ou B. Já o político diz que não quer falar e recebe logo a resposta. "É  favor que você me faz. Ninguém quer ouvir merda mesmo". Se o presidente de clube fala para um e não fala para outro, é desastre completo.".
TRINCHEIRA:  Kalil deixou a presidência emburrado comigo. Tanto que combinou com a sua Assessoria de Imprensa de comparecer ao hospital para visitar-me, onde eu estava entre a vida e a morte, e estou à sua espera até hoje. Mas não nos tornamos inimigos, pelo contrário: votei nele e fiz campanha aqui para ele.







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