segunda-feira, 5 de novembro de 2018

HEBER ROBERTO LOPES METE A MÃO NO COELHO

CRUZEIRO VENCEU O AMÉRICA, MAS TEVE AJUDA DO APITADOR CARECA HEBER ROBERTO LOPES

Não me lembro de nenhum jogo que o barriga verde Heber Roberto Lopes tenha vindo apitar em Belô e que tenha terminado bem. Este  é o time de árbitro que atrai confusão, por causa de sua tendência em ser caseiro e por apitar de olho numa das camisas em jogo, a que tenha mais prestígio nacional. No clássico foi assim: ele viu tudo azul por causa do Cruzeiro, bicampeão da Copa do Brasil recentemente.

A vitória azul por 2 a 1 foi uma das coisas mais injustas que vi no futebol tupiniquim nesta fase de jogos ruins, de técnica pífia e arbitragem no mesmo nível. Heber Roberto Lopes coroou sua desastrosa arbitragem com a não marcação do pênalti de Dedé em cima de Matheusinho, que até o Ceguinho viu.

O primeiro gol da partida, marcado por Arrascaeta, foi uma legítima obra de arte, sem qualquer irregularidade. No segundo, o pênalti feito por Messias  sobre Henrique e convertido em gol por Thiago Neves, numa sensacional cavadinha, deixou um pingo de dúvida, esquecido pela beleza técnica da cobrança.

Aos  25m, houve o toque de Egídio na área que Heber Lopes não viu e mandou o jogo correr. Depois, alertado pelo auxiliar atrás da meta,  voltou atrás e marcou o penal contra o Cruzeiro, convertido por Rafael Moura. O placar estava 2 a 1 para os azuis, e o Coelho pressionava atrás do empate que o manteria fora do Z-4. Aí veio o lance do pênalti de Dedé, aos 37m, que o Careca soprador de apito não viu ou fingiu que não viu. Interessante que nenhum dos seus auxiliares também viu para chamar-lhe a atenção. Azar do Coelho.

No primeiro tempo, sem ser brilhante, o Cruzeiro foi melhor e teve mais duas oportunidades claras com Barcos, enquanto Fábio trabalhou uma vez, numa cabeçada de Geovani, com bela defesa.

No segundo tempo, o jogo esquentou e o Careca atrapalhou tudo. O segundo gol cruzeirense, feito por Thiago Neves na cobrança do penal, aconteceu aos 3m. Egídio e Barcos foram os piores do Cruzeiro e Arrascaeta o melhor. Seu gol foi brilhante. No América, gostei de Matheusinho, Zé Ricardo e Messias, porém Luan ficou devendo.

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