quarta-feira, 21 de novembro de 2018

ESCORRI POR TEU SARADO CORPO


PASSEIO POR TEU INOLVIDÁVEL CORPO
(Flávio Anselmo - novembro/2018)

Escorri por teu sarado corpo
ao encontrar-te pela primeira vez.
Saí da boca ansiosa
de desejo na vida solo
Usei toda suavidade
ao passar pelo teu colo.
Reparei que não tinhas
a marca da alça do sutiã
usado debaixo de forte sol,
no terreiro, ao lavar a varanda.

Feito dócil beija-flor voei
em torno dos róseos seios.
Ainda tinhas o perfume da lavanda
que usas em teus dois banhos diários
de chuveiro.
Suguei os endurecidos bicos
na intenção de dar-te mais prazer.
Teu corpinho dominado remexia-se.
Ao mesmo instante, eu buscava
por eles puxar o néctar
que o beija-flor tira das flores.
Aqui não buscava nenhum néctar
mas o precioso líquido brotado na Alma.
Que pudesse soldar nossos corpos,
em apenas um e torná-los inseparáveis.
A avidez da conquista buscada há 40 anos,
fez-te querer mais e que eu descesse devagarzinho
Queria sentir o prazer de cada pedacinho
de teu divinal corpo.
Introduzi, a ponta da língua no teu umbigo.
Estremeceste! O calafrio do amor sobe pela coluna.
Senti que estavas comigo.
Em corpo presente e espírito vigente.
Reservei para depois a parte final da conquista.
Escorreguei aos teus trêmulos pés.
de belas unhas pintadas de azul.
Aí então, retomei a ação;
comecei a subida pelos dedos,
tornozelos, canelas e fui atrás de emoção.
Parei nas panturrilhas, conhecidas como coração.
Depois foi a vez das admiráveis coxas.
Bem ornadas, sem estrias, lisas e lindas. Primeiro de frente, depois te virei de costas.
O panorama mais lindo ficou. Até vontade de morder, em vez de beijar, me deu.
Desci às partes posteriores das coxas e no caminho descansei na maciez do bumbum.
Virei-te de novo, após subir aos beijos até à nuca;
chupei as orelhas, sem brincos, e curti teus suspiros ansiosos.
Vamos à parte final: ali deitada em decúbito dorsal, eras a própria fonte do prazer dos céus.
Calmamente, deitei-me entre tuas pernas e com carinho afastei os pelos pubianos da entrada da grutinha.
Umedecida e entregue, ela me mostrou o clitóris inchado pelo prazer recebido.
Com a ponta da língua massageei-o e te fiz criar asas.
Para voar pela imaginação no fértil mundo do amor real.(Fim)
 
.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.